Aviação agrícola sob ataque

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Como é de conhecimento geral, a aviação brasileira passa por um mau momento, com prejuízos monstruosos registrados pelas companhias aéreas, e a aviação geral sofrendo os impactos da crise econômica. Os únicos segmentos que estavam indo bem eram a aviação agrícola e a aviação de asa rotativa que opera nas plataformas. Estavam, pois agora o governo resolveu atacar a aviação agrícola, como informa a matéria abaixo reproduzida do G1 (que, por sua vez, publicou a matéria da Agência Estado). Depois, comento a barbaridade desse projeto da senadora do PT que propõe extinguir a pulverização aérea no país, citado na reportagem. As empresas de táxi aéreo que operam nas plataformas que se cuidem, pois só faltam elas para entrar na dança…

 Aviação agrícola prevê prejuízo com veto a pulverização

Brasília, 04/10/2012 – O presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola, Nelson Antônio Paim, prevê grandes prejuízos ao setor após o governo federal ter restringido as pulverizações aéreas de lavouras com agrotóxicos que contenham os princípios ativos imidacloprido, clotianidina, fipronil e tiametoxam. Considerando a medida “uma catástrofe”, ele apontou prejuízos principalmente em Mato Grosso, mesmo com a liberação temporária da pulverização de algumas culturas nesta safra, pois não existem defensivos alternativos para serem utilizados pelos agricultores.
Paim afirmou que a decisão conjunta do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e Ministério da Agricultura, publicada quarta-feira (3) no Diário Oficial da União, não liberou as pulverizações com os quatro princípios ativos em lavouras de algodão. No caso da soja será permitida apenas uma única aplicação num prazo de 40 dias, entre 20 de novembro a 1º de janeiro de 2013. Ele comentou que em Mato Grosso as empresas tradicionalmente operam em lavouras de soja entre novembro a março. No caso do algodão, isso acontece de janeiro ao final de maio. Nesta safra, em vez de seis meses vão trabalhar apenas 40 dias.
O dirigente declarou que a entidade vai tentar se reunir com o Ministério da Agricultura para discutir o assunto e está estudando os recursos jurídicos para contestar a decisão do governo. Paim argumenta que “a aviação agrícola é regulamentada por lei, tem que respeitar uma série de normas e está sujeita à fiscalização, enquanto a pulverização terrestre não está sujeita a estes controles”.
Pelos cálculos da entidade o setor emprega 7 mil pessoas. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), existem 228 empresas e uma frota de 1.725 aeronaves. Entre as empresas, 79 estão sediadas no Rio Grande do Sul (34,6% do total), 35 em São Paulo (15,4%), 28 em Mato Grosso (12,3%), 25 no Paraná (11,0%) e 17 em Goiás (7,5%). A maior parte da frota está em Mato Grosso, com 385 aeronaves (22,3%), seguido do Rio Grande do Sul com 382 (22,1%), São Paulo com 242 (14%), Goiás com 205 (11,9%) e Paraná com 125 (7,2%).
Como o cerco está se fechando contra a aviação agrícola, os pilotos do setor estão se organizando numa comunidade no Facebook para angariar fundos e realizar uma campanha nacional em defesa da atividade. Na convocação eles lembram que já existem restrições em vários municípios e no Congresso Nacional tramitam vários projetos de lei sobre o assunto, como o de autoria da senadora Ana Rita (PT-ES) que propõe o fim da pulverização aérea no Brasil.

Comento

O tal projeto da senadora do PT realmente existe, veja aqui, Reparem que a restrição só aparece subrepticiamente no final: “inclui § 2º ao art. 4º da mencionada Lei para vedar a pulverização aérea de agrotóxicos para toda e qualquer finalidade.”.

Quero crer que não haja a menor hipótese dessa lei ser aprovada, mas só o fato de alguém propô-la – e desse alguém ser do partido que está no poder – já me causa calafrios. Isto, no mínimo, mostra uma intenção, uma direção a ser tomada.

Se a aviação agrícola entrar em crise, aí sim é que ninguém mais consegue emprego na aviação de uma vez. Imaginem a horda de pilotos agrícolas disputando as escassas vagas da aviação geral e comercial, o que vai acontecer…

22 comments

  1. andersom
    4 anos ago

    tem que pegar uns airtractor e alijar encima do congresso um monte de Herbicida pra afastar esses corruptos e idiotas de lá. Essa lei nao passa nunca ! se passar ; o pais quebra…

  2. Radzuk
    4 anos ago

    As verdadeiras pragas que deveriam ser combatidas no Brasil, são os políticos. Mas isso talvez só com bombardeiros atacando Brasilia ininterruptamente, e mesmo assim seria difícil exterminá-los.

  3. Rodrigo
    5 anos ago

    Senadora o pode causar a incopetencia de certos senadores! A senhora deveria tentar aprovar projetos interessates pra nosso cidadao.Mas pelo visto a falta de ideias desta senadora, faz que a mesma tente se mostrar.Se mostra com projetos sem fundamentos, e mais usando a aviaçao pra tentar aparecer na midia como protetora do meio ambiente(proprio coisa de politico,comeòa se aproximar eleiçoes ) e la estao eles.Fazendo de tudo pra criar polemica, e com isso ter espaço nas tvs.Parabens esperamos senadora que a senhora nao apareça em nenhum mensalao, pois pra ser PT de voce podemos esperar qualquer coisa.Viva a incompetencia dos policos tapados no nosso Brasil.

  4. Miguel
    5 anos ago

    Uma solução que pode ser enviada para o IBAMA e para câmera dos deputados e o senado como forma de lei e o uso exclusivo de aviação agrícola na cana de açúcar no controle da cigarrinha com o uso do fungo metarhizium de forma preventiva e caso a infestação seja realmente intensa na área se faz uma autorização especial emitida por um técnico do IBAMA e seguindo critérios maiores para a aplicação de agrotóxicos . E uma solução totalmente ambientalista e sustentável uma vez que o metarhizium e um tipo de fundo que cresce naturalmente em todos os lugares do mundo e combate a cigarrinha de forma eficaz com o uso da aeronave pois o fungo tem um tempo de vida curto por isso o uso da aeronave e essencial . E o governo como forma de incentivar essa pratica, perfeitamente benéfica ao meio ambiente, cortar alguns impostos nas usinas e tbm para os agricultores arrendatários. E uma idéia que zera os argumentos ambientalistas do uso da aeronave. E tbm que a Embrapa junto com o sindag e sna possa buscar soluções como o metarhizium para o controle de diversas lavouras, temos um futuro brilhante para a aviação agrícola apenas temos que nos mexer e rápido

  5. Thiago Magalhães Silva
    5 anos ago

    É com surpresa que li o PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 681, DE 2011, e verifiquei desde logo ter sido escrito por uma pessoa totalmente despreparada, que não conhece absolutamente nada sobre aviação agrícola. A aviação agrícola é um serviço especializado que, através de aviões, busca proteger ou fomentar o desenvolvimento da agricultura, com a aplicação de fertilizantes, sementes e defensivos, povoamento de lagos e rios com peixes, reflorestamento e combate a incêndios em campos e florestas. Tal serviço é subordinado a leis específicas, as quais regulamentam o seu funcionamento. Seria interessante vossa senhoria ter conhecimento do conteúdo da legislação pertinente, dentre a qual se destacam: Leis , Decretos e Instruções Normativas da Aviação agrícola emanadas do Ministério da Agricultura: Decreto Lei 917, de 7 de setembro de 1969, e regulamentada pelo Decreto 86.765, de 22 de dezembro de 1981 ; Instrução Normativa n° 02, informa que as empresas devem adotar equipamentos como o gerador de ozônio, que degrada as moléculas de agrotóxico para evitar a contaminação do local. – Regulamentos emanados da ANAC: RBAC 137 , Regulamenta Operações Aeroagrícolas RBHA 091 , Operações de Aeronaves Civis RBHA 067, Certificado de Capacidade física, RBHA 043 , Manutenção, manutenção preventiva, recondicionamento, modificação e reparo. RBHA 145 , Manutenção aeronáutica. Poderia citar mais legislações às quais as empresas de aviação aeroagrícola estão subordinadas, porém estas supracitadas têm como peculiaridade o fato de considerarem a diferença entre a operação realizada por uma aeronave agrícola com as demais modalidades de aplicação de agrotóxicos , como por exemplo a aplicação terrestre através de tratores. É importante ressaltar que não há leis às quais a aplicação terrestre submete-se, no entanto é comum observar que tratores são abastecidos próximo a leitos de rios, lagos e nascentes, inclusive realizam sua limpeza nestes locais, contaminando assim os recursos naturais que se encontram hoje tão robustamente protegidos. A formação de um piloto da aviação agrícola demanda estudo por vários anos, cursos de capacitação, devendo obter, através de testes objetivos e práticos, a carteira profissional que o habilite a praticar sua atividade, ao contrário dos motoristas dos tratores e pulverizadores terrestres. Em uma área na qual um trator usa uma vazão de 200 litros por hectare, uma aeronave realiza o mesmo trabalho utilizando apenas 30 litros por hectare, gerando assim uma economia de água gigantesca. Por exemplo; em uma área de 1000 hectares , uma aeronave utiliza aproximadamente 30.000 litros de água, enquanto um trator necessita de 200.000 litros para fazer o mesmo serviço. Dessa forma, verifica-se que o trabalho efetuado através da aviação agrícola não só se encontra em maior conformidade com a legislação brasileira atual, que tem como prioridade a defesa dos recursos minerais e ecológicos para as presentes e futuras gerações, conforme artigo 226 da Constituição Federal, como também concilia a proteção do meio-ambiente com o desenvolvimento nacional, os quais constituem objetivos da República Federativa do Brasil. Assim, ao invés de vossa senhoria combater tal atividade intuindo que esta constitui um perigo à nação e suas metas, deveria buscar primeiramente obter conhecimento sobre quais são os fundamentos e finalidades desta Nação, chamada Brasil, os quais estão em sua maioria descritos na Carta de 1988, e também entender os prós e contras que cada atividade, em especial as relacionadas com a agricultura, que é a força exponencial deste país, representam. Só assim nós, povo, detentor da vontade da Nação, poderíamos ter, através de nossos representantes, leis inteligentes, fundamentadas, que realmente instituam regras adequadas e pertinentes a serem seguidas, e não este arcabouço de leis despropositadas e eliminadoras da livre iniciativa na ordem econômica e social. Thiago Magalhães Silva – OAB 303388

    • jonatan lima
      5 anos ago

      excelente comentário e muito esclarecedor ,no que se refere as leis e obrigações das empresas de aviação agricola.

  6. Carlos César
    5 anos ago

    Trecho extraído da justificativa do Projeto de Lei do Senado Número 681, de 2011 de autoria da senadora Ana Rita: “…Para piorar o quadro, alguns desses produtos vêm sendo aplicados por meio de pulverizações
    aéreas, o que aumenta mais ainda as possibilidades de danos à fauna e à saúde humana”. Essa mulher não sabe oque fala e com certeza não tem nenhum embasamento técnico para escrever uma proposta como essa! Faça-me o favor dona Ana Rita…faça-me o favor…

    • Raul Marinho
      5 anos ago

      Pois é… Por que “aumenta mais (sic)”? Onde está o estudo que comprova isso? E onde está demonstrado que a aplicação de defensivo via trator é menos danosa? É fácil jogar M no ventilador, né? 

  7. Carlos César
    5 anos ago

    “O Brasil não é um país sério”. Não importa se Charles de Gaulle disse ou não a frase,mas não consigo pensar em outra frase para definir essa palhaçada do governo. Ao invés de cuidar da “doença”, prefere matar o “paciente”. Imagine jogar 65 anos de história e aprimoramento da aviação agrícola no lixo, por conta de um bando de anencéfalos de esquerda, querendo posar de salvadores da pátria. Vergonha!

    • Raul Marinho
      5 anos ago

      Na verdade, a célebre frase foi dita por um diplomata brasileiro na época… Mas isso não muda em nada o fato de que esse país não é, de fato, sério.

  8. Mauro Silva
    5 anos ago

    Isso realmente não pode acontecer.

    Parar a Aviação Agrícola é um Absurdo.

    Quanto a inflar o mercado de Pilotos, isso realmente poderia acontecer, mas tem um detalhe importante nessa história, a maioria dos Pilotos Agrícolas (me corrijam se estiver errado) fizeram essa opção por N motivos e circunstância e não quiseram Voar outras máquinas e tirar outras carteiras como o Multi, IFR e PLA.

    Muitos se dedicam a décadas nesse tipo de Aviação e nem passaram na porta da Executiva, Geral ou Linha.

    Seria o Fim da Carreira para esses Pilotos, pois seria Praticamente Impossível migrá-los da Agrícola, estou falando da maioria e não todos Ok?

    Conheço Pilotos da Executiva que de tanto Voar Visual Mono Motor (helicóptero), nem querem saber de Bi-turbina e IFR, simplesmente pedem as contas quando o Patrão muda de Aeronave.

    Não se acostumam com a tecnologia e mudança de Regras de Voo.

    Ficar sempre no mesmo dia a dia acaba dando nisso, agora imaginem um Piloto Agrícola?

    Por isso e por tantos outros motivos é que nunca podemos nos acomodar, temos sempre que abrir a Janela para o conhecimento e buscar as novidades do mercado.

    Claro que A Campanha precisa ser feita, alguém precisa escutar e ver o que está acontecendo para que ganhe força e derrube esse Projeto.

    Vou arrumar um tanque e uma pedra de sabão para essa Senadora mostrar se tem alguma Habilidade para lavar roupas, isso sim.

    • Raul Marinho
      5 anos ago

      Discordo parcialmente, Maurão (o que quer dizer que também concordo parcialmente, vejamos por esse lado mais otimista…).

      Uma parte dos PAGRs iria, de fato, abandonar a aviação, principalmente o pessoal mais velho no ramo. Mas um piloto de 20, 30, 40 anos… A maioria destes pilotos mais jovens se adaptaria para poder voar na aviação geral, talvez até na comercial. Os com menos de 30 anos, então, iriam para o aeroclube dar instrução no dia seguinte…

      Mas o problema nem é tanto a possibilidade da aviação agrícola ser extinta – isso não deve acontecer -, mas sim ela se tornar cada vez mais restrita, que é um fato real que já está em curso. Aí, só o pessoal mais velho conseguiria se manter nela, e este seria menos uma opção para os mais jovens, sobrecarregando ainda mais os outros segmentos da aviação. Ou seja: este é mais um golpe para os recém-formados do país.

      Lamentável, não?

      • Mateus Kuhn
        4 anos ago

        Fico muito triste com essa noticia, para mim aviação agricola seria um meio de ter horas de voo e conseguir uma boa remuneração para seguir na carreira executiva..

        • Raul Marinho
          4 anos ago

          Cara, mas vc precisa de 400h no mínimo, só para checar o PAGR… Ou seja: a aviacao agrícola não é uma boa opção para ‘time building’, ela é muito mais um fim do que um meio, como é o caso do INVA.

  9. Mardey
    5 anos ago

    É muito triste ler uma barbárie dessa e perceber que estamos voltando aos tempos dos caudilhos, onde poucos tinham muitos e quase todos tinham nada e eram servos ou escravos. Esse é o governo PT, minha gente, que quer fazer disso aqui uma ilha socialista-hipócrita, que defende o povo brasileiro no palanque com suas “estorinhas” de vida fuleiras e no cotidiano o trata a chibatadas. A próxima lei? Aposto 100 pratas que virá para proibir pilotos brasileiros a operarem plataforma! Aí sim, estaremos todos desempregados e pior, com os pés no chão.

  10. André
    5 anos ago

    Em minha região, forte produtora de café no Espírito Santo, um padre, ferrenho defensor da agricultura orgânica, capitaneou a idéia de proibição do uso da aviação como forma de pulverização – o que acabou transformando-se em lei municipal.

    Abusos e erros sempre acontecem; não é incomum querer terminar aquele “restinho” da missão mesmo com aquele “ventinho” – há de se dar o braço a torcer. E são estas as ações que favorecem aos que desejam a extinção desta atividade.

    Agora, se as mesmas quantidades (ou maiores) de agrotóxicos serão lançadas manualmente com a exposição direta dos trabalhadores no solo; se os resíduos desta o daquela atividade são excessivos e carreados pela chuva aos mananciais; se este ou aquele produto deveria estar, de fato, sendo aplicado àquela lavoura e época… Ah, aí é querer demais de um legislador – eleito pela sua competência na escolha de uma legenda forte dentro da matemática eleitoral e em angariar votos.

    Fiscalizar que é bom, eis o problema. Na eterna retórica do “é muita área para pouca gente” não vemos fiscalização eficiente e cosntante em área quase nenhuma.

    • Raul Marinho
      5 anos ago

      A questão é: eliminem-se os aviões, retornem os tratores: o que isso vai representar? O meio ambiente vai se beneficiar dessa substituição? Claro que não! Pelo contrário: para começo de conversa, vai ser necessária uma área de plantio maior – logo, mais desmatamento. Depois, há o fato da aplicação de defensivos via trator ser mais ineficiente, logo: mais veneno sendo utilizado. Mas para o político de esquerda que acha que alimento nasce na prateleira do Carrefour, prejudicar os “latifundiários ruralistas sempre pega bem…    

  11. Toporkiewicz
    5 anos ago

    Ao invés de colocar uma melancia no pescoço alguns politicos sempre aparecem com coisas do tipo para aparecer. Acho que proibir a pulverização aérea é dificil. Logo alguém lembra que o governo tem participação na Embraer e essa lei acaba não passando. Já não bastasse a concorrencia que a Embraer encontra lá fora agora tb tem um inimigo aqui dentro!
    Parabens pela campanha dos pilotos!

  12. Fabio Otero
    5 anos ago

    Bom, uma vez que a Aviacao Agricola serve mais as medias e grandes propriedades (ou “latifuundiosss”, como adora encher a boca o pessoal da esquerda), isso me soa como mais um “canto de cisne”, uma tentativa desesperada de “revidar contra as elites, que armaram esse Plano Diabolico para denegrir o Partido dos Trabalhadores” (refiro-me -obviamente – ao Julgamento do Mensalao), mais ou menos como foi, em certos casos, a desmedida “Operacao Pouso Forcado”, a qual vai, aos poucos, sendo invalidada na Justica Federal pelos advogados de proprietarios das aeronaves. Vai ver, alguem do MST assoprou-lhe ao ouvido a desvairada sugestao. Quanta insanidade, quanta incompetencia, quanta ignorancia! Num momento em que o Governo se preocupa com o recrudescimento da Inflacao (velha e conhecida “inimiga publica # 1), tendo o aumento no preco dos alimentos como um dos seus fatores principais, uma senadora da Republica toma uma iniciativa ignorante como essa. Ora, quando comecei a voar agricola, em meados de 1983, a produtividade de culturas como arroz e soja – dentre outras – andava “na lanterna” do Mundo. Hoje, passados quase 30 anos, o Brasil conquistou – gracas a pesquisa, ao extensionismo rural, a modernizacao e a automacao da lavoura – os primeiros lugares em produtividade, em muitas delas. Nesse sentido, dos setores que mais se modernizou foi a atividade aeroagricola, com o advento do SatLoc, do plantio feito por via aerea etc.; agora – nao mais que de repente – querem voltar no tempo e jogar no lixo o trabalho de geracoes ao longo de decadas? Muito oportuna, a campanha. Estou dentro!!!

  13. Humberto
    5 anos ago

    Eu gostaria de poder comentar algo, mas no momento estou sem palavras após ler esse post…

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