O problema da “formação ininterrupta” no RBAC-61

By: Author Raul MarinhoPosted on
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O texto deste artigo encontra-se publicado em https://paraserpiloto.org/blog/2018/04/03/recordar-e-viver-o-problema-da-formacao-ininterrupta-no-rbac-61/

22 comments

  1. Julio Hofmeister
    3 anos ago

    Voltando à questão do tempo relativo, não mudei de aeroclube, porém interrompi meu curso em 2010, retomando agora em 2015.
    Você sabe de algum caso pratico de interpretação da anac nestes casos?
    No meu ver, já tenho os mínimos necessários para o checo, só preciso fazer os voos de repasse e o voo de check.

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Não conheço ninguém que ficou sem voar por tanto tempo, e de fato não há um prazo estipulado no regulamento.
      O que vc pode fazer é checar e ver o que dá. Se indeferirem, aí vc vê o que faz, se complementa as horas, entra com recurso, ação na Justiça, etc.

  2. Enderson Rafael
    5 anos ago

    O bendito FAR (que a Anac jamais copiou, como alegam alguns) prevê tudo isso. De prazos para conclusão do curso a mudança de escola. Como a Anac consegue dificultar tanto?!

    • Raul Marinho
      5 anos ago

      Na verdade, a ANAC copiou alguns FAR, como no caso do RBAC-23, em que nem se deu ao trabalho de traduzir o texto original, mas não o 61, que tem alguns trechos de “inspiração” FAAniana (não só do 61, mas do 141 tbém), mas na verdade é uma salada. O RBAC-61 tem, por exemplo, a licença de Piloto de Tripulação Múltipla, que a FAA abomina.

  3. jorge
    6 anos ago

    não sei se não vi, mas isso se aplica ao PPAV tb ? obrigado

  4. Cassio
    6 anos ago

    Raul,
    No meu modo de ver vc estah certo em sua analise.
    E Infelizmente as coisas na Anac nao estão nada boas mesmo… Uma pena que tenhamos chegado a este ponto. Como piloto eu posso aqui manifestar minha opinião sem sofrer retaliações. Pelo menos eu acho que posso.
    Já respondi em outro post seu, mas reitero aqui. Nao confiem plenamente no que dizem ” as autoridades” , que neste caso , percebam, nem se identificam com seus nomes.
    Vejam, na Anac hoje há muitos servidores que nada sabem sobre aviação. Os que sabem parecem nao ser ouvidos. Entao o comando de tudo fica nas mãos de inexperientes que parecem brincar de aviação. Seria coincidência estarmos batendo recordes de acidentes ano após ano? Segundo dados do Cenipa, em 2012 caminhamos a passos largos para bater o recorde trágico de 2011.
    Uma pena, Santos-Dumont nao merecia isso…
    Abs,
    Cássio – Canac 817700

  5. Yankee Tango
    6 anos ago

    E mais, se querem interpretar dessa forma, deveria ser de agora em diante que todos já sabem, com quem está trocando agora, e não em fevereiro que supostamente tu tinha que imaginar iria ocorrer isso, é incrivel e o prejudicado é o cara, que corre batalha, vai em aeroclube, voa, falta serviço, para os que está sentado no ar-condicionado indefiram seu processo em 10 minutos.

  6. Yankee Tango
    6 anos ago

    Também to na mesma aguardando análise a quase 70 dias, e mudei de aeroclube no meio, seja o que o Velhinho lá em cima quiser.

  7. Vinicius
    6 anos ago

    Boa Tarde pessoal, compartilhando um email que recebi do GPEL.

    Prezado,

    Sobre os cursos de piloto privado e piloto comercial a gerência de licenças de pessoal vem elucidar alguns pontos. A redução de horas (de 40 para 35 para PP ou de 200 para 150 para COM ou de 150 para 100 para PCH) só é autorizada para alunos que cumprirem um curso prático de forma completa e ininterrupta.

    Para facilitar a verificação do cumprimento desse requisito enviamos em anexo um modelo de certificado de conclusão de curso prático que recomendamos que seja emitido para aqueles alunos que terminem um curso nessa instituição de ensino. Atenção esse certificado só pode ser emitido para alunos que tenham completado todo o curso, alunos que realizem só parte do curso não tem direito ao certificado.

    Para alunos que tenham vindo transferidos de outros cursos é possível que ele só complete as horas, para isso contudo se solicita que no campo OBS2 – Transferências, no verso do certificado, conste quantas horas o aluno realizou em qual instituição homologada de ensino, quem o avaliou e em qual missão ele foi alocado. Pede-se portanto que sempre que um aluno já tiver começado um curso em outra escola/aeroclube ele primeiramente seja avaliado para saber em qual missão da sua instituição ele pode começar o curso, deve constar no certificado o nome do instrutor que fez a avaliação e alocação do aluno.

    Desta maneira pretendemos diminuir o número de indeferimento de processos devido ao não cumprimento de um curso homologado dando o benefício de redução de horas.

    Nossos sistemas digitais já estão preparados para receber esse certificado, para protocolar processos digitais clique aqui. Lembramos que todos os documentos, inclusive o certificado, devem ser mandados digitalizados em PDF com no máximo 9MB.

  8. Alexandre Pinho
    6 anos ago

    Agora estou preocupado, e acredito que muita gente também! Pois a grande maioria muda de aeroclube/escola para fazer o IFR e/ou MLTE. Até porque muitos não dispõe de aeronaves para estes fins. Meu processo está como “aguardando análise” a 1 mês e meio e agora tem mais essa ainda…

  9. Marcelo
    6 anos ago

    É, ja comecei a me preocupar, tenho que fazer minhas horas IFR e MLTE em outra instituição. Será que lá na frente terei dor de cabeça?

    • Raul Marinho
      6 anos ago

      É possível. Enquanto essa questão não seja esclarecida, é bom evitar mudar de aeroclube. No seu caso, acho melhor vc checar o seu PC visual e MNTE, e fazer o IFR+MLTE depois de checar o PC.

      • Marcelo
        6 anos ago

        Nesse caso, seria mais interessante checar PC MNTE IFR aqui mesmo, checar visual aqui, não é tão viavel financeiramente, em comparação ao IFR. Eu pensei em mudar por conta do alto preço cobrado aqui, e também por aquele seu termo “excedente IFR” que no meu contexto não traria vantagem. Creio que sabe de onde estou falando, mas enfim, creio que a vantagem financeira que eu procurava “foi pro brejo”…
        Complicado é estar nas mãos de uma agência que não sabe nem normatizar de forma coerente seus regulamentos, quanto mais cumprir o papel a que foi atribuída.

  10. Gustavo Franco
    6 anos ago

    E viva a ANAC com suas complicações e indefinições.

    Dá vontade é de “interromper” a mão no pé do ouvido de quem escreveu e revisou esse regulamento sem pé e nem cabeça.

  11. Luciano
    6 anos ago

    Nao tem jeito…. que se tornar piloto? Nao se preocupa nao que todo dia vai aparecer uma novidade pra puxar o seu tapete… tornar-se piloto no Brasil e igual jogar Mario Bros: Voce nao sabe o que vai ter dentro daquele vaso de planta antes de descer por ele.

  12. Alexandre
    6 anos ago

    …e se o piloto fizer as horas de PPH em uma escola e as horas do PCH em outra escola?

    • Raul Marinho
      6 anos ago

      Aí não, pois são cursos e licenças diferentes. Pelo menos, é o que eu acho, mas do jeito que está o entendimento da ANAC ultimamente…

  13. tele_barbosa@hotmail.com
    6 anos ago

    Prezado Cmte. Raul….Para mim tudo isso se resume em algumas palavras: EXIGENCIAS….EXIGENCIAS…e + Burocracia….burocracia ….Entraves……entraves…..Obstáculos…obstáculos……etc… Ou SEJA…você aprendeu a andar em uma bicicleta Verde…..MAS….MAS….MAS…agora não tem autorização e NÃO PODE andar em uma bicicleta VERDE que veio da Argentina…..ou do Paraguai….Precisa ser chegado…..AINDA mais se a danada da bicicleta for vermelha…..ha! ha! ha!….Eu Pergunto: Os procedimentos Padrões….adotados muda em função de tal ou qual aeroclube??? MEU DEUS! São pouquissimas pessoas que tem condições de fazer um CURSO de cabo a rabo…sem interrupções….etc….
    Tá ficando cada vez mais difícil.

    Abraço a todos.

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