O novo aeroporto executivo de São Paulo

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Vejam a seguir reproduzidas duas reportagens publicadas hoje, respectivamente pelo O Estado de São Paulo e pelo Valor Econômico (fonte: Aeroclipping do SNA), sobre o novo aeroporto executivo de São Paulo. Uma boa notícia para a aviação geral, finalmente!

Governo autoriza 3º aeroporto em São Paulo
Aeródromo privado, destinado a jatos executivos, helicópteros e táxi aéreo, deve ser erguido em Parelheiros, com previsão de custo de R$ 1 bilhão
Tânia Monteiro/ BRASÍLIA

marcio fernandes/estadão-27/2/2012

Desafogo.
 Aeroporto de Campo de Marte, em São Paulo, que opera com aviação geral

O ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, assina na quinta-feira, 25, uma permissão para construção do Aeródromo Privado Rodoanel, em Parelheiros, na zona sul do município de São Paulo. O novo aeroporto será destinado integralmente à aviação geral, para atender helicópteros, jatos executivos e táxis aéreos, além de transporte de carga.

O empreendimento, que tem previsão de custo de R$ 1 bilhão, será erguido com recursos da iniciativa privada, de acordo com a Secretaria de Aviação Civil (SAC), e deverá ficar pronto até dezembro do ano que vem. O projeto será desenvolvido pela empresa Harpia Logística S/A e será capaz de operar, segundo os empreendedores, até 240 mil pousos e decolagens por ano.

A Harpia pertence a Fernando Augusto Camargo de Arruda Botelho – filho de Fernando Botelho, acionista do Grupo Camargo Corrêa falecido no ano passado –, e a André Junqueira Pamplona Skaf, filho do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

Apesar de o Brasil ter hoje a segunda maior frota de aviação geral do mundo, com mais de 14 mil aeronaves, a maior parte dela concentrada em São Paulo, de acordo com dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), a cidade conta com apenas três opções de pousos e decolagens, todas com limitações: Congonhas, onde há permissão para pouso de apenas quatro aeronaves/hora, o aeroporto internacional de Guarulhos, que não tem vocação para esta modalidade de aviação, e o Campo de Marte, totalmente dedicado à aviação geral, mas que tem restrições técnicas e operacionais, já que opera voos visuais e parcialmente por instrumento e tem pistas curtas.

Em estudo. Além do aeroporto de Parelheiros, que será liberado nesta quinta-feira, dois outros espaços estão em estudo e deverão ter suas construções também autorizadas ainda este ano, segundo a Secretaria de Aviação Civil: um aeroporto no município de São Roque, da incorporadora JHSF, e um heliporto na região do bairro Jaguaré, na capital paulista.

De acordo com o diretor da Abag, Ricardo Nogueira, quando os três estiverem em funcionamento, em um prazo previsto de até dois anos, será possível dobrar a capacidade do setor, que tem crescido mais de 6% ao ano.

“A malha aeroportuária brasileira está muito antiga e defasada. É preciso ampliar os investimentos nesta área”, afirmou Nogueira, após lembrar que é preciso ampliar o atendimento do setor. Ele citou que somente a cidade de São Paulo possui mais de 700 helicópteros.

O aeroporto de Parelheiros será o primeiro aeródromo brasileiro de aviação geral a ser explorado em modalidade de autorização e que poderá cobrar tarifas aeroportuárias. Esta é uma nova regra que permite a empreendedores privados aproveitar a demanda crescente por transporte aéreo no País e, ao mesmo tempo, aliviar a pressão de uso sobre os aeroportos públicos, segundo explicou a SAC.

Apesar de a exploração comercial de aeródromos de uso privado ser proibida, um decreto em dezembro estabeleceu a chamada autorização como modalidade de outorga.

De acordo com esta regra, os empreendedores privados poderão abrir aeroportos de uso público e cobrar tarifa, desde que toda a execução da obra, a manutenção e a segurança – até mesmo contra incêndios – sejam de responsabilidade exclusiva das empresas.

Os novos aeroportos precisam também seguir as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Comando da Aeronáutica. Os aeródromos também estão sujeitos à fiscalização destes órgãos.

Ainda de acordo com a Secretaria de Aviação Civil, o regime tarifário é estabelecido pela Anac, com recolhimento de um adicional de tarifa aérea (chamado Ataero), que equivale a 35,9% da tarifa e é destinado ao FNAC (Fundo Nacional da Aviação Civil).

● Tamanho

240 mil pousos e decolagens por ano é a previsão de movimentação no Aeródromo Privado Rodoanel

14 mil aeronaves é a frota brasileira de aviação geral (que inclui jatos executivos e helicópteros),a segunda maior do mundo

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Sai o primeiro grande aeroporto privado para a aviação executiva
Por Daniel Rittner | De Brasília

Daniel Wainstein/ValorMoreira Franco, ministro da
Aviação Civil, autoriza amanhã
construção de aeroporto

O primeiro grande aeroporto privado para a aviação executiva está prestes a, finalmente, sair do papel. O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wellington Moreira Franco, assinará amanhã portaria que autoriza a construção de um projeto da Harpia Logística, controlada pelos empresários Fernando Botelho e André Skaf, no extremo sul de São Paulo. O investimento, no bairro de Parelheiros, chega a R$ 1 bilhão.

A pista do novo aeroporto terá 1.830 metros – extensão superior à do Santos Dumont e quase do tamanho da pista de Congonhas – e capacidade para até 240 mil pousos e decolagens por ano – são 657 movimentos por dia ou 27 por hora. O empreendimento, a ser construído em uma área total de 3,4 milhões de metros quadrados, terá ainda uma ligação viária com o trecho sul do Rodoanel bancada pela própria Harpia.

De acordo com o projeto enviado ao governo, serão criados 33 lotes destinados à implantação de hangares, com 491 mil metros quadrados de área. Haverá uma ampla infraestrutura no complexo: heliponto, torre de controle, terminal de passageiros, hotel e centro comercial.

A ideia é tornar-se um dos principais pontos da região metropolitana para a aviação geral, que inclui jatinhos, helicópteros e aeronaves menores. Os empresários também pretendem trabalhar com importação, exportação e armazenagem de peças de manutenção. Para isso, querem implantar áreas destinadas a órgãos públicos, como Receita Federal, Polícia Federal e Anvisa.

Em dezembro de 2012, um decreto da presidente Dilma Rousseff autorizou a exploração comercial de aeroportos privados voltados à aviação geral. Até então, nada impedia que eles fossem construídos, mas sem a cobrança de nenhum tipo de tarifa para os voos. Na prática, as operações ficavam limitadas a seus próprios donos. Só quem podia explorar comercialmente aeroportos para a aviação geral era a Infraero, com terminais como o Campo de Marte (São Paulo) e Jacarepaguá (Rio de Janeiro).

Os dois responsáveis pelo empreendimento têm laços familiares de respeito. André Skaf é filho do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, possível candidato do PMDB ao governo de São Paulo em 2014. O sócio dele no projeto é homônimo de Fernando Botelho, ex-vice-presidente do grupo Camargo Corrêa que morreu em um acidente de avião no interior paulista no ano passado. Ele era genro de Sebastião Camargo, fundador do grupo.

O projeto da Harpia é apenas um dos quatro apresentados ao governo depois do decreto presidencial. Outros dois, ambos na região metropolitana de São Paulo, devem ser autorizados ainda neste ano: o Helicidade (no bairro paulistano do Jaguaré) e o Naesp (localizado no município de São Roque). O Naesp é da incorporadora JHSF. Um quarto empreendimento, na Paraíba, está menos adiantado. A Andrade Gutierrez e a Incorpora, uma empresa de Brasília, também pretendem apresentar oficialmente um projeto no Distrito Federal.

Nenhum deles – nem mesmo o da Harpia – ficará pronto antes da Copa do Mundo de 2014. No ano passado, a expectativa do governo era desafogar os grandes aeroportos comerciais, deslocando a demanda dos jatinhos para esses novos empreendimentos, mas o atraso na publicação do decreto complicou os planos.

13 comments

  1. Irineu
    4 anos ago

    Fui, ouvir a palestra do Sr. André, não me convenceu acho que esse aeródromo, vai nos trazer muitos aborrecimentos pois sou
    aposentado e vim morar aqui para ter mais tranquilidade. Infelizmente vou ter que vender minha casa. Pois a ganancia dos nossos
    empresários e tenta que não respeita o se humano.

  2. Djalma Luiz Costa
    4 anos ago

    ENGRAÇADO, A OBRA DO RODOANEL INFINITAMENTE MAIOR DO QUE ESTE AERODROMO, NÃO GEROU UM SÓ EMPREGO P/ OS MORADORES DA REGIÃO, APOS A CONCLUSÃO DA OBRA, HÁ NÃO SER DURANTE O PERIODO DE OBRA, E MESMO ASSIM EMPREGO COM POUCA QUALIFICAÇÃO AIXOS SALARIOS E MUITA EXPLORAÇÃO.
    O AERODROMO IRÁ GERAR MEIA DUZIA DE EMPRGEGOS PERMANENTE E METADE DELES, OS QUE PAGAM UM SALÁRIO MELHOR IRÁ P/ PESSOAS DE FORA COM MAIOR QUALIFICAÇÃO, PRECISAMOS É DE UMA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DE VERDADE P/ NOSSOS JOVENS EM FUNÇÓES ADEQUADAS P/ NOSSA REGIÃO QUE UNA DESENVOLVIMENTO E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL.
    È DE RIR PRA NÃO CHORAR QUANDO EU ESCUTO SE FALAR QUE NÃO TEM PROBLEMA POIS SE TRATA DE EUCALIPTO; EU PERGUNTO QUEM PLANTOU ESTES EUCALIPTOS, É COMUM PRA LOGICA COVARDE CAPITALISTA SE PLANTAR EUCALIPTO, (ESPECIE EXOTICA) DE CRESCIOMENTO RAPIDO P/ QUE APOS UM OU DOIS ANOS SE DERRUBE A MATA NATIVA FICANDO OS MALDITOS EUCALIPTOS NO LUGAR NA TENTATIVA “ENGANAR OS GEOGRAFOS NAS ANALISES DE FOTO-AEREA E DE SATELITE. COMO MORADOR DE PARELHEIROS E ESTUDANTE DO ULTIMO ANO DE GEOGRAFIA NA USP FUI ATÉ O LOCAL
    CONTINUA!
    AONDE SE PRETENDE CONSTRUIR O AERODROMO, E NÃO VI ( ME MOSTRE) NENHUM
    COMO MORADOR DE PARELHEIROS E ESTUDANTE DO ULTIMO ANO DE GEOGRAFIA NA USP FUI ATÉ O LOCAL ONDE SERA CONSTRUIDO O AERODROMO ANDEI O DIA INTEIRO DE PÉ NA ARE

  3. MARCOS MESSIAS
    4 anos ago

    ESTE MEGA PROJETO, EM TERMOS AMBIENTAIS EM NADA AFETARA A REGIAO, POIS A A AREA ESCOLHIDA EH UMA PLANTAÇAO DE EUCALIPTOS PARA CORTE, O QUE TEMOS OBSERVADO NA REGIAO SAO INVASOES QUE VEM OCORRENDO NOS ULTIMOS ANOS PRINCIPALMENTE EM AREAS DEFLAGADAS COMO LOTEAMENTOS CLANDESTINOS E QUE SE FAZ DE CONTA QUE NINGUEM ESTA VENDO. ESTE PROJETO EH MUITO BEM VINDO EM FUNÇAO DAS POUCAS OPÇOES DE TRABALHO QUE EXISTEM TANTO NA REGIAO DE PARELHEIROS COM A DO PROPRIO EMBU-GUAÇU E ADJACENCIAS, DAR AO NOSSO POVO CONDIÇOES DE IR AO TRABALHO EXAGERANDO ATE A PE. AO INVES DE TER QUE SE LOCOMOVER POR 02 OU 03 h DE CASA AO TRABALHO SEM A MINIMA CONDIÇAO PARA ISSO, ONIBUS, TREM E METRO QUE SAO SISTEMAS QUE ESTAO NO MINIMO 20 ANOS ATRASADOS.

    ESTES 03 MILHOES DE PESSOAS SIMPLES E HUMILDES QUE MORAM NESTA REGIAO JA PASSOU DA HORA DE ALGUEM OLHAR POR ELES.

    ESTIVE NA REUNIAO DA OAB EM SANTO AMARO E FIQUEI SATISFEITO ALEM DA PRESENÇA DO SR. ANDRE SKAF QUE ERA IMPRESCINDIVEL, MAS DE SUAS ARGUMENTAÇOES QUANTO AO QUE ESTAVA SENDO PROPOSTO.

    NAO PODEMOS VIRAR A CARA PARA O PROGRESSO, COMO TAMBEM NAO SOMOS FAVORAVEIS EM DESMATAMENTOS E PREJUDICAR NOSSOS MANANCIAIS, QUE NAO EH O CASO.

    GRUPO HARPIA, INSISTA E OBRIGADO POR ESCOLHER NOSSA REGIAO.

    • Djalma Luiz Costa
      4 anos ago

      CONTINUANDO, NO LOCAL NÃO VI NENHUM LOTEAMENTO “CLANDESTINO”, MAS SIM UM CONDOMINIO DE ALTO PADRÃO , E VARIOS CARTAZES DE NOVOS CONDOMINIOS, ISTO JÁ EM EMBU; VI TAMBEM EUCALIPTOS NA BEIRA DA REPRESA, PRA QUEM NÃO SABE EUCALIPTO BEBE MUIIITA AGUA, JAMAIS SE DEVERIA PERMITIR ESTA ESPECIE EM AREAS DE MANANCIAIS, (OS EUCALIPTOS DO PQ. IBIRAPUERA FORAM PLANTADOS P/ SE DRENAR O BREJO QUE ALI EXISTIA ) A LOGICA CAPITALISTA DE APROPRIAÇÃO DE TERRAS PÚBLICAS P/ FINS PRIVADOS É ANTIGA, GRILA-SE TERRAS, PLANTA-SE EUCALIPTOS OU PINHEIROS, DERRUBA-SE TODA A MATA NATIVA , FAZENDO-SE ” O REFLORESTAMENTO”, ( EUCALITO É IGUAL A DESERTO VERDE, NÃO SE DESENVOLVE NENHUMA OUTRA ESPECIE DE ARVORES)
      E FICA-SE ESPECULANDO AGUARDANDO A SUA VALORIZAÇÃO E A APROPRIAÇÃO DE SEU VALOR POR APENAS 2 OU 3 PESSOAS É P/ ISSO QUE SERVIRÁ ESTE AERODROMO, E AS PROXIMAS OBRAS QUE SE PRETENDE P/ À REGIÃO, PRA QUEM QUISER VENHA EM PARELHEIROS E VEJA A QUANTIDADE ENORME DE EUCALIPTAIS, PROCURE SABER QUANTOS LITROS DE AGUA CADA UM CONSOME, SÃO AREAS IMENSAS, RESERVA DE VALOR P/ QUEM AS “POSSUEM” (IN)LEGALMENTE QUEREMOS E EXIGIMOS UM DESENVOLVIMENTO

      SUSTENTAVEL VERDADEIRO E NÃO APENAS O DISCURSO COTIDIANO DA HARPIA E DO ESTADO

  4. Djalma Luiz Costa
    4 anos ago

    Alguem viu? Ou pode me mostrar cade a compensação ambiental feita pelo rodoanel? por favor se alguem souber me mostre, eu só vejo o que foi destruido. Realmente falta saneamento basico na região a mais de 50 anos e os governantes nada, Já a obra do rodoanel, indispensavel p/ circulação de mercadorias foi realizada em tempo recorde: Educação? p/ os moradores de Parelheiros, ou p/ os pobres, pra que, para que eles assim como eu questione os desmandos do capital e do Estado? Não è invasão, e sim Ocupação de uma população, a qual, já foi expulsa de outros Bairros, devido ao interesse imobiliario e do capital financeiro, por ex. p/ onde vc acha que foi os 50.000 mil moradores expulsos do Brooklin p/ a construção da agua expraiada, obra do Maluf, onde 2 ou 3 ganhou bilhões com a especulação imobiliaria. Resposta a maioria p/ o extremo da periferia. Depois do aeroporto Vem o Que? condominio de alto padrão p/ os passageiros dos aviões executivos? E depois expulsar os pobres de novo? O POVO ACORDOU SE NÃO VIER BENEFICIOS VERDADEIROS P/ O POVO, VAMOS FECHAR RODOANEL, AERODROMO E SOLTAR OS BICHOS!!! DJALMA GRADUANDO EM GEOGRAFIA USP.

  5. Djalma Luiz Costa
    4 anos ago

    Lamentavel vergnha como morador de Parelheiros eu pergunto cade a preocupação com a tão propagada baléla de responsabiliodade ambiental, já não chega a poluição trazida pelos caminhões,já que estes não tem placa de São Paulo e portanto não fazem inpeçao veicular, agora vem os aviões nos moradores da região e a fauna que iremos dormir com um barulho deste

    • Carlos
      4 anos ago

      Nunca houve preocupação ambiental em Parelheiros, tanto que aqui(tbm sou morador de parelheiros) não há nem sistema de saneamento básico, ou seja, não é o aeroporto que vai destruir o meio ambiente até pq uma obra dessa possui projetos de compensação ambiental.
      O que prejudica parelheiros é a falta de educação dos que aqui habitam, as invasões de lotes irregulares e não o aeroporto que pode trazer benefícios econômicos e desenvolvimento para a região.

      • donizete
        4 anos ago

        Donizete
        na verdade aos sr ambientalistas e poder públicos: as invasões e loteamentos clandestinos nas margens dos ribeiros na bacias guarapiranga isso e grave, vejam hoje como chegam as águas que nascem nos mananciais ,como estão chegando, totalmente contaminadas e pretas pelos ribeirões exemplos o ribeirão caulim ao nosso reservatório guarapiranga.

        faltam cobrança, sob. a compensação ambiental do rodoanel vamos cobrá-los sobre onde estão e como as mudas plantadas, se acompanharmos as compensações seja desse naipe acho não haverá problemas

  6. jabertecnico
    4 anos ago

    Reblogged this on pilotoiniciante and commented:
    Adicione suas ideias aqui… (opcional)

  7. Rubens
    4 anos ago

    Não quero ser leviano, mas vindo do governo PeTralha, que ajuda muito os amigos em detrimento do coletivo. Me deu um frio na espinha…. Aquelas ideias de tirar asa fixa de Marte…agora começa a fazer sentido

    • Júlio Petruchio
      4 anos ago

      Com certeza! Está “rolando” uma bola milionária por trás dessa papagaiada toda!

  8. Julio Petruchio
    4 anos ago

    Ina, é bom os três vierem equipado com ILS CAT IIIc ou um belo ventilador para espantar o nevoeiro!

    Ou tudo não passa de falácia eleitoral, como a malfadada e repelida “importação se médicos”!

  9. Julio Petruchio
    4 anos ago

    É interessante… Mais um aeroporto por aquelas “bandas”.

    Primeiro o da JHSF, que há meses ou acho até que já fez aniversário, a espera da Licença Ambiental.

    O segundo, anunciado pelos Digníssimos Sr. Pref. Municipal de São Bernardo do Campo Luiz Marinho e Governador Geraldo Alckmin no entroncamento do Rodoanel com a Imigrantes e agora esse terceiro.

    Todos próximos.

    Vamos analisar:

    1 – um lugar próximo ao setor de aproximação de CGH e

    2 – um local onde a neblina predom

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