Perguntas sobre empregabilidade & segurança de voo – “I Seminário de Segurança de Voo Contato Radar”

By: Author Raul MarinhoPosted on
361Views7

No “I Seminário de Segurança de Voo Contato Radar” que ocorreu ontem (um evento excelente, por sinal!), houve um painel de discussão, em que eu fui o mediador, sobre empregabilidade e segurança de voo. Este painel contou com seis personalidades da aviação – vide relação abaixo -, que responderam às perguntas da platéia por mais de uma hora, mas infelizmente tivemos que encerrar o evento antes que todos os participantes esgotassem os seus questionamentos. Por isso, eu me comprometi a criar um post aqui no blog (este aqui) para receber as perguntas que não tiveram tempo hábil para serem feitas, encaminhá-las para os debatedores, e depois exibir as respostas. Então, peço que utilizem a seção de comentários abaixo para este fim – ou, quem preferir, envie um e-mail para mim com o questionamento, com o título “pergunta sobre empregabilidade e segurança”: o endereço é raulmarinho@yahoo.com.

Os debatedores que responderão às perguntas são os seguintes:

  • Alexandre Abs – Diretor Comercial da CAE no Brasil
  • Rodrigo Duarte – Presidente da ABRAPHE – Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero
  • Dra. Ana Helena Puccetti – Psicóloga responsável pela investigação dos fatores contribuintes do aspecto psicológico dos acidentes aéreos do SERIPA IV de 2009 a 2012
  • João Carlos Medau – Cmte Airbus A320, Piloto-Chefe da Avianca
  • Marcelo Ceriotti – Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas
  • Edson Luis Gaspar – Coordenador do Curso de Aviação Civil da Universidade Anhembi Morumbi e Comandante do Grupamento Águia

O prazo para receber as perguntas se encerrará na 2a feira, 29/07 (12:00h),quando eu as enviarei aos debatedores. Assim que estes me responderem, as respostas serão publicadas aqui no blog. E, por favor, especifiquem quem é a pessoa para quem a pergunta está sendo feita. É claro que perguntas fora do contexto ou ofensivas serão sumariamente excluídas.

7 comments

  1. Luiz Reis
    4 anos ago

    Complementando, como sugestão, poderia ser criados treinamentos de adaptação e formação em simulador (na CAE , por exemplo, Cmte. Alexandre Abs ?) para aeronaves TIPO e, para aqueles que concluíssem o treinamento satisfatoriamente, emissão de certificados de capacitação, que poderiam ser utilizados pelas seguradoras como um “atestado” para abolir a exigência das 500 horas.

    • Luiz Reis
      4 anos ago

      poderiaM ser criados …

  2. Enderson Rafael
    4 anos ago

    Raul, o seminário foi todo bom, mas o painel foi o momento alto. Acho que podemos voltar a abordar o tema, desta vez com um representante da ANAC, pois muitos dos problemas que temos com segurança de voo aqui vêm justo da regulação – que forma comandantes com 12h de MLTE, comandantes mono sem nunca ter voado passo variável, e desestimula completamente o mercado a absorver esse PIC como copilotos na geral ao acabar com a possibilidade de copilos de acfts SP logarem como SIC e portanto, contar como horas totais. Parabéns mais uma vez pela excelente discussão! E pode contar comigo sempre!

  3. José Paulo
    4 anos ago

    Estive presente no seminário e realmente foi muito rico na qualidade do debate e das palestras.
    Bom, gostaria de perguntar ao Cmte Ceriotti, qual a orientação que o Sindicato pode dar aos recém formados PC em relação ao cadastramento no sindicato? É recomendado apenas se sindicalizar ao se ingressar em um emprego formal?
    Além disso, pergunto-lhe em relação a empregabilidade no qual vive em um período de baixa desde meados 2011,
    há ações do sindicato que possa contribuir coma empregabilidade, enfatizando principalmente os pilotos recém-formados?
    No que está ao “alcance” do sindicato no que possa contribuir seja com ações ou orientações para os aeronautas recém-formados?
    Observo como uma ação interessante o recém criado projeto CIAv fundado pelo Cmte Raul Marinho, ainda em fase de implementação, no qual tem todo o potencial de sucesso.
    Att

  4. Luiz Reis
    4 anos ago

    Olá, Raul.

    Obrigado por criar este espaço, pois ontem, infelizmente, o tempo ficou curto para o painel de discussão.
    Meu questionamento é para o Rodrigo Duarte – presidente da ABRAPHE:
    Sobre o “vácuo profissional” entre a formação de um PCH e as 500 horas de vôo exigidas pelas seguradoras (em alguns equipamentos, essa exigência sobe para 1.000 h !), ele comentou que a Petrobrás estuda criar um programa para preencher esta lacuna, com a finalidade de formar co-pilotos para operação Off-Shore. Concordo que a demanda para esta operação seja alta, mas, como ficam as demais demandas (táxi-aéreo, executiva, coberturas jornalísticas, etc) ? Os PCH recém formados terão que continuar “se virando”, fazendo vôos em situações deploráveis (como o caso do acidente na Av Tiradentes , comentado ontem) ou se tornando “instrutores” com apenas 115 horas de vôo ( o que acho extremamente perigoso para instrutor e aluno) ?
    Baseado no que o próprio Rodrigo comentou (que o maior “perigo” se encontra na faixa de 500 a 1.500 h de vôo, pois, no início da carreira o piloto é mais “medroso” e procura fazer tudo certo – no que concordo 100% com ele), não poderia a ABRAPHE chamar as principais seguradoras para um debate “fora da caixa” (com suporte do CENIPA), visando quebrar o tabu das 500 horas mínimas ?

    Um abraço.

Deixe uma resposta