“Governo deve elevar slots para aviação em Congonhas”

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Da Exame online, via perfil da ABRAPAC no Facebook: “Governo deve elevar slots para aviação em Congonhas – Segundo fonte, governo deve elevar a quantidade de slots sem reduzir o espaço destinado à aviação executiva“. ALELUIA!!!

5 comments

  1. Leonardo lebtag
    4 anos ago

    E mais, mesmo que se aumente a quantidade de slots, a capacidade de Congonhas ficara estrangulada pelo número de posições existentes e pistas de taxi. A entrada da remota ja causa confusão quando varias aeronaves resolvem se movimentar….
    Mas esta claro que pra novos vôos comerciais sempre se da um jeitinho… Tal como levar a Azul para operar em Congonhas? Será?

    Para a aviação geral e que nao há solução. Sempre em segundo plano… Deu inicio ate a comercialização de slots para aviação executiva! Pratica essa que ate hoje o decea nunca fez esforço para acabar!

  2. Sergio Mauro Costa
    4 anos ago

    Continuo insistindo que 34 movimentos por hora em CGH é, no mínimo, ridículo. O que precisa ser feito é introduzir medidas que resultem em aumento da eficiência dos processos de controle, excessivamente amarrados por uma burocracia infernal e por regras e conceitos retrógrados. E acabar com a síndrome dos slots !
    Quantas e quantas vezes muitos de nós tínhamos slots para decolar ou pousar em horários estabelecidos e acabamos fazendo-o no horário que deu (10, 20 ou 30 minutos depois). Para que a burocracia do slot, então ?
    O movimento de tráfego aéreo no Brasil, por mais que insistam em dizer o contrário, é muito baixo quando comparado ao do chamado primeiro mundo.
    É evidente que podemos ter um serviço (que é pago, é bom não esquecer !) melhor.
    Por que não o temos ? Coisas do Brasil ?

    • Renato
      4 anos ago

      Olá, Sérgio. Temos que pensar de forma mais ampla.

      Realmente o serviço dos ATCOs no Brasil é muito aquém do ideal. Mas a culpa não são dos operadores, mas do sistema como um todo. O problema começa lá na formação dos operadores, onde o atual modelo de controle de tráfego aéreo visa formar QUANTIDADE, ao invés de QUALIDADE. E a gota d’água para isso foi o acidente com a aeronave da GOL, que expôs as falhas do sistema, muitas delas graves. Dessa forma, para dar uma satisfação falsa à população, o Comando da Aeronáutica passou a formar muitos controladores, como forma de se justificar pela falta de mão de obra.

      Em contrapartida, a qualidade da formação escorreu pelo ralo. Além disso, o salário é muito baixo, e a maioria dos formados já entram na função pensando em prestar concurso para batalhar por melhores salários. Aí você pensa onde eles estão com a cabeça quando estão sentados na “posição”. Você pode notar isso procurando saber da evasão da mão de obra que ocorre, não só na Aeronáutica, mas nas outras duas forças também.

      Outro fato é a falta de investimento em políticas mais modernas de controle, e infraestrutura de navegação aérea (que no Brasil é pelo menos uns 20 anos atrasada). Nossa legislação aeronáutica é muito travada, e parece que é um absurdo pensar em modernizá-la para torná-la mais fluida. Herança do militarismo. Talvez se o controle fosse civil isso poderia mudar.

      Mas, como normalmente é, quem está na linha de frente que acaba respondendo pelos problemas, no caso, os operadores ATC.

      • Sergio Mauro Costa
        4 anos ago

        Caro Renato:
        De pleno acordo. Observe que, em nenhum momento, me referi ao pessoal da linha de frente (embora existam alguns deles que sejam difíceis de se lidar).
        Refiro-me a métodos, processos, regras e procedimentos. Estes sim, necessitam atenção. A eficiência destes, no Brasil, está abaixo da crítica.
        Sds

  3. Com esse ATC que temos hoje??? Também torço para que seja verdade, mas é ver para crer…

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