Sobre o futuro da aviação brasileira: vamos regionalizar mesmo?

By: Author Raul MarinhoPosted on
344Views3

Vejam se esta nota do Portal do Aviador responde á pergunta do título deste post.

3 comments

  1. Hugo Ramiro
    4 anos ago

    A aviação regional no Brasil sofre como a saúde a educação a segurança, etc. Quem não se lembra do fundo aeroviário, SITAR, Decreto 76590, não importa que tipo de avião vai voar nessa nova regional se é Embraer, ATR, Boeing, Airbus, o que importa é quem vai acabar pagando esta conta, quem vai dar mais incentivos, facilidades de financiamento. Eu vejo isso mais como marketing do que interesse em integrar o Brasil. Vamos ver quanto tempo isto vai durar.

  2. Enderson Rafael
    4 anos ago

    Embora tenha visto com desconfiança os primeiros ventos que falaram dos Embraer na JJ, é inegável e já digo há alguns anos que caminhamos para a regionalização. Com a política de céus abertos – que ratifico, é correta – essa é uma consequência natural pois – e aqui está o equívoco – as empresas brasileiras não têm a menor condição de competir em pé de igualdade com suas congêneres estrangeiras. Logo, vamos crescer sim, pra dentro. Serviremos de feeders, e o que já se vê hoje em Guarulhos e outros aeroportos – imensos e incontáveis widebodies gringos – é um caminho quase sem volta num Estado que não consegue investir, mas sabe cobrar como nenhum outro. Minha desilusão com o 121 é completa, no Brasil não há mais plano de carreira. Todos morreremos fazendo 5 pernas por dia e pernoitando nos destinos mais exóticos. A aviação regional, um elo tão importante na indústria da aviação, tornar-se-á a parte que nos caberá deste latifúndio. Enfim, sem mudanças quase inimagináveis no atual cenário, muito em breve os A320neo e Boeing 737MAX serão as aeronaves mais pesadas a operar sob bandeira brasileira.

  3. rakbru
    4 anos ago

    Republicou isso em Rakbru.

Deixe uma resposta