RF do PR-HSM: Quando o excesso de confiança e a inexperiência encontram um CB

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Parafraseando Drummond: “No meio do caminho tinha um CB; Tinha um CB no meio do caminho”

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Um PP com pouca experiência, um Cessna 210 voando baixo, um CB no meio do caminho… No que isso pode dar? Leia o RF do PR-HHSM, do link abaixo, e descubra:

RF do PR-HSM

Ou, se preferir, leia o resumo da ópera no parágrafo a seguir:

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6 comments

  1. robson
    4 anos ago

    Um estudo feito há alguns anos feito pelo CENIPA, mostra que de cada 10 aviões civis privados acidentados no Brasil 4 eram os proprietários que operavam. A conclusão entre várias causas foram a falta de profissionalismo, negligência com as regras do ar, entre tantas outra causas. A questão é que geralmente um proprietário de avião não pilota e quase nunca vai pilotar uma aeronave como um verdadeiro Profissional da aviação (Piloto Profissional), pois na mente do proprietário pilotar não é mais importante que perder algum tempo do seu negócio. Infelizmente alguns perdem a vida por esses motivos. Lamento muito por esse jovem tão promissor nos seus empreendimentos perder sua vida.

    • Rubens
      4 anos ago

      Faço uma leitura ao contrario: 6 em cada 10 eram “profissionais”. Por esta otica ta faltando profissionalismo aos “pilotos Profissionais”
      Ja foi dito aqui mais de uma vez: o importante é pilotar profissionalmete seja voce um piloto amador ou um piloto profissional

  2. fredfvm
    4 anos ago

    Eu sempre falo, piloto herói é piloto aposentado. Piloto destemido tem aos montes debaixo de 7 palmos…

  3. David Benner
    4 anos ago

    Ao instrutor que vi numa rede social, dizendo que odiava “Piloto c**gão”…. Olha ai mais um BRAVO e CORAJOSO aviador que não se rendeu ao impulso “covarde” de ficar no chão, mesmo com tudo desfavorecendo o voo. Talvez ele nem tivesse ciência das condições meteorológicas em rota, mas pra quem é arrojado, destemido e f***dão, CB’s são um mero detalhe, não é mesmo, Sr. “instrutor”?

    É como sempre digo: O cemitério tá cheio de pilotos super confiantes, audaciosos e QUE NÃO CONHECIAM SUAS SUAS LIMITAÇÕES.

    • Lamentável, esse morticínio. Isso me fez lembrar uma vez em que o meu “decision-making” foi justamente o de “c**ão”. Um prosaico voozinho de EMB 810D / Seneca III, de SBPA (POA – Salgado Filho) para SBPK (Pelotas-RS). Vimos – atravessada no meio da linha de rota – uma “parede preta”, na altura de Camaquã-RS (antiga posição “KAMAL”, entrada da TMA POA). Por cima nem pensar, desviar tão pouco, o negócio começava lá no meio do Atlântico e devia terminar no Chile. Pensei em passar por baixo. Quando a gente chegou relativamente perto, o grau de turbulência me deu a impressão de que o Seneca ia se desconjuntar todo. No 2o. “laçaço”, girei 180 graus e retornei. Foi o quanto bastou. Mal pousamos, amarramos o avião nas argolas e chegamos no (antigo) terminal de pax, “desabou o Mundo”. O Bairro Navegantes alagou por completo, para variar, e tive que esperar umas 2-3 horas para poder ir para casa. Bom, hoje estou aqui para contar o “causo”. Isso foi há uns 27-28 anos (só olhando na CIV, para saber ao certo).

      • David Benner
        4 anos ago

        Tsc tsc tsc. O instrutor a que me refiro não ficou orgulhoso do Sr. não, Cmte!!! rsssss

        O interessante na sua narrativa é notar que, mesmo depois de tantos anos, você conta com detalhes o acontecido. Isso mostra o quão importante é passarmos por certos “apuros” na carreira, e ainda mais importante, tomar a decisão certa! Ai o caso se torna uma lição pra vida inteira.

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