O acidente com o avião da EJ em Jarinu

By: Author Raul MarinhoPosted on
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“Pô, não vai falar nada sobre o acidente com o avião da EJ em Jarinu???” – é a tônica de várias mensagens indignadas de leitores, que tenho recebido desde ontem. Bem, pessoal, se não falei nada sobre o acidente com o C-152 PR-EJW da EJ ocorrido ontem é porque… Não há, neste momento, nada de relevante para dizer sobre isso, em minha opinião. Se alguém quiser saber sobre o acidente, peço que leia esta matéria do G1 – “Avião monomotor faz pouso forçado na zona rural de Jarinu“. Quando, e se houver algo de interessante para dizer sobre o acidente, eu o farei – como, a propósito, ocorreu no caso de um outro acidente com uma aeronave da escola (a PR-EJB), em que comentei a destreza do instrutor no pouso.

“Ah, mas você não acha que estão ocorrendo acidentes demais na EJ?”. Sinceramente? Não sei. Não tenho conhecimento da existência de um indicador de acidentes por milhares de horas de treinamento, para poder comparar a EJ com as demais escolas ou aeroclubes – e se alguém souber de estatísticas destra natureza, solicito informar-me. O que posso dizer é que, quando voei na escola, a manutenção das aeronaves me dava a impressão de estar sendo executada corretamente, e as operações não eram mais inseguras que os demais aeroclubes em que voei antes da EJ (não sei como está hoje, se piorou, se melhorou, etc.). Se alguém tiver algo a falar sobre o assunto – inclusive o Josué, um dos sócios da escola, que comenta aqui no blog esporadicamente -, que fique à vontade. Só aviso que não serão toleradas acusações sem provas  ou teorias da conspiração diversas, que costumam ser comuns quando se fala desta escola aqui.

29 comments

  1. Josué de Andrade
    4 anos ago

    A EJ informa que desconhece o motivo da pane, o motor foi retirado, lacrado pela ANAC e aguarda perícia técnica para posterior emissão do laudo. Informaremos em breve o motivo da parada do motor e medidas preventiva que a escola irá adotar. Lamentamos o ocorrido e felizmente os pilotos ficaram bem.

    • Raul Marinho
      4 anos ago

      Josué, este é o terceiro acidente coma aeronaves da EJ provocados por pane mecânica num espaço de tempo relativamente reduzido: teve o do EJB, o de Piracicaba, e agora este, em Jarinu. Como disse no meu post, eu não sei se isto é muito ou pouco, pois desconheço o volume de horas voadas pela EJ em comparação com as demais escolas e aeroclubes. Você teria algum dado estatístico relacionado a isto para nos informar?

      • Josué de Andrade
        4 anos ago

        Prezado Raul,

        Horas voadas em 2012: 32.167,30
        Horas voadas em 2103 até novembro: 22.898,70

        Somando os dois últimos anos, voamos por volta de 55 mil horas neste tipo de aeronave, tivemos três paradas de motor, a quantidade de horas voadas não justifica as panes, o importante é que foram analisados e encontrado as falhas do EJB e EJX e já mudamos alguns procedimentos de manutenção. O EJW, o motor será aberto pelo CTA e SERIPA nesta quinta dia 05/12/2013 e aguardar o parecer das autoridades.

        Nós somos os maiores interessados em cuidar das aeronaves, pois sabemos da importância que a segurança significa para todos. Aproveito para informar que a EJ Manutenção de Aeronaves será inaugurada em janeiro de 2014 em Itápolis, com novos profissionais e uma estrutura de oficina muito mais moderna e rigorosa.

        Estou a disposição.

        • Raul Marinho
          4 anos ago

          E vc teria estatísticas do restante do segmento de escolas/aeroclubes para fazer uma comparação, Josué? Ou as estatísticas da FAA/EASA, etc?

  2. Lucas Neves
    4 anos ago

    Também fui um dos que realizou todo o treinamento na EJ, e digo uma coisa sem sombra de duvidas, a manutenção de lá e de fato exemplar, convivi com os mecânicos, conversava com eles no dia-a-dia, e de fato posso defender o que eu vi. Cheguei a entrar em empresas de manutenção que não são tão organizadas e efeicientes como a da EJ.

    E em relação as demissões eu tenho um pequeno comentário de quem viveu quase 1 ano no alojamento de Itapolis (dentro da escola), UM BOM INVA NÃO QUER DIZER UM BOM FUNCIONÃRIO.

    OBS.: Comentário editado, omitindo acusações efetuadas sem comprovação.

  3. Marcelo Pinheiro
    4 anos ago

    Realmente, como já foi falado anteriormente qualquer comentário antes dos relatórios finais sobre o acidente é no mínimo irresponsável. Sou aluno da EJ e estou prestes a checar PC, conheço as bases em Jundiaí e Itápolis e até agora minha impressão é de extremo profissionalismo e que a segurança de voo é realmente uma prioridade.

    Fazendo uma rápida pesquisa na internet encontrei os dois links que podem proporcionar uma idéia dos índices de acidentes aéreos por horas de voo, evidentemente para comparação são necessárias mais informações especificas da EJ, de qualquer forma ficam as informações abaixo a titulo de conhecimento:

    – ICAO – Safety Report 2012 – em 2011 foram aproximadamente 30 milhões de horas voadas com 126 acidentes http://www.icao.int/safety/Documents/ICAO_SGAS_2012_final.pdf

    – AOPA – em 2009 o indice de acidentes foi de 7,2 acidentes para cada 100.000 horas voadas nos EUA
    http://www.aopa.org/About-AOPA/Statistical-Reference-Guide/General-Aviation-Safety-Record-Current-and-Historic.aspx

    • Enderson Rafael
      4 anos ago

      excelente material;-)

      • Enderson Rafael
        4 anos ago

        Procurei dados equivalente no Brasil, e não achei nada mto confiável e nem recente. Então, comparando dados de 2007, da aviação geral, temos os seguintes números:

        Horas Voadas- EUA: 23.819.000/Brasil: 2.200.000
        Acidentes- EUA: 1652/Brasil: 103
        Acidentes Fatais- EUA 288/Brasil: 32
        Mortes: EUA- 496/Brasil:71

        Logo, fazendo alguns cálculos grosseiros, a coisa aqui nem parece tão ruim. A aviação americana voa quase 11 vezes mais que a nossa (embora os EUA sejam apenas 7 vezes mais ricos, o que evidencia que aqui é difícil até pros ricos).
        Os EUA tiveram um acidente acada 14418h em média, o Brasil, a cada 21359. Com relação à gravidade desses acidentes, 1 a cada 5,7 foram fatais nos EUA, aqui, 1 a cada 3,2. Registramos assim, uma morte a cada 48000h nos EUA e aqui, 1 morte a cada 30000h (temos menos acidentes proporcionalmente, mas nossos acidentes matam mais – isso pode ser uma distorção com relação aos acidentes serem melhor documentados lá do que aqui, onde muitos passam despercebidos).

        São dados, como eu disse, grosseiros, mas dá pra ter alguma ideia. E as coisas não parecem ter melhorado de lá pra cá.

  4. Leandro
    4 anos ago

    Realizei do PP ao PC MLTE na EJ entre 2011 e 2013 e tenho mais elogios do que reclamações. Pelo número de horas que os 152 voam, eu creio que incidentes e acidentes tem uma chance maior de ocorrer. Fiz todo meu PP e todas as visuais do PC em 1 ano, e nesse meio tempo não aconteceu nenhuma emergência, nada com nenhuma aeronave. Os PA34 e os 172 parecem em melhor estado que os 152, principalmente porque voam menos, mas durante o voo não senti nenhuma insegurança a bordo dos 3 tipos. Só acho que hoje o Edmir e o Josué devem dar mais atenção à manutenção, pois temos o EJX, o EJB e agora o EJW jogando contra a empresa. Talvez um treinamento melhor para os mecânicos, algo pode estar faltando para a área de manutenção da escola.

    Perdi muitos voos por aeronaves que saíram da escala por manutenção, as vezes até em cima da hora, o que mostra preocupação da escola com os clientes. Na época do MLTE, fiquei 1 mês sem voar porque um Seneca entrou em manutenção programada e o outro teve problema no motor e transponder na mesma época, ambos fizeram a revisão junto e voltaram a voar, sem problema algum.

    Acho que a EJ é muito perseguida por ter o padrãozinho de empresa, que desagrada muita gente de aeroclube e tal, então qualquer incidente já é culpa da EJ, a EJ é uma porcaria e bla bla bla. Como foi falado no post, queria pegar uma lista de números de voos de aeroclubes e outras escolas e o número de incidentes e acidentes para comparar com a EJ.

  5. Júlio Petruchio
    4 anos ago

    Estranho… Esta semana postei nesse mesmo tópico perguntando a respeito de um Cessna da EJ que pousou em um terreno após decolar do Ãeroporto de Piracicaba e o mesmo sumiu!

    Estranho… muito estranho…

    • Raul Marinho
      4 anos ago

      Não tem nada de estranho. Basta ler o que eu escrevi no final do meu post que vc entende por que eu deletei seu comentário. Se vc tiver alguma evidência real sobre o tal acidente em Piracicaba, pode postar que eu aprovo. Mas, conforme avisado, acusações sem provas não serão aceitas.

      • Júlio Petruchio
        4 anos ago

        Mais estranho ainda que eu não acusei ninguém, apenas perguntei se alguém sabia o motivo da ocorrência, pois até o momento (ao menos que eu saiba), não há informações oficiais disponíveis.
        Mas não vamos discutir para não “fugirmos” do contexto do post.
        Contribuindo com as informações do “parasderpiloto.com”, segue o link da reportagem a respeito da ocorrência: http://globotv.globo.com/eptv-sp/jornal-regional-campinaspiracicaba/v/monomotor-faz-pouso-forcado-e-deixa-dois-feridos-em-piracicaba-sp/2354230/

        • Marcelo Pinheiro
          4 anos ago

          trata-se do PR-EJX acidente ocorrido em janeiro de 2013 e já comentado neste blog, estou enganado?

          • Raul Marinho
            4 anos ago

            Vc deve estar se confundindo, Marcelo, porque eu nem sabia desse acidente – ou, se escrevi sobre ele, devo estar esclerosando…

            • Marcelo Pinheiro
              4 anos ago

              Rsrsrs, devo ter lido algo em outro lugar então!!

        • Raul Marinho
          4 anos ago

          O que vc escreveu no post que eu excluí foi o seguinte:
          “Então… Teve um que decolou ou tocou/arremeteu da pista e Piracicaba e pousou num terreno à frente à direita do Aeroporto.
          Alguém sabe o que houve?”
          Foi uma afirmação, seguida de uma pergunta – afirmação esta que, naquele momento, prescindia de provas. Ou seja: era uma acusação, sim, não contra uma pessoa, mas sobre um fato. Agora, vc incluiu um link para uma matéria jornalística, então tudo bem. Tanto é que eu liberei o comentário.

          O que eu quero que vc entenda é que, em se tratando da EJ, o que mais há são afirmações sobre todo tipo de coisa negativa sobre a escola, e eu não tenho como separar o joio do trigo. Daí, se eu aprovo um comentário seu sobre um suposto acidente sem saber se esse fato aconteceu mesmo, eu abro a possibilidade de todo mundo falar o que quiser, e isso aqui vira o samba do crioulo doido. Ok?

          • Rubens
            4 anos ago

            Olha Raul, seu blog é sobre Formação Aeronáutica e Segurança de Voo , Certo?
            Então na minha opinião TUDO que se refere a formação e segurança deveria ser publicado. O fato de vc aceitar a postagem não significa que vc a endossa. Por outro lado “….Só aviso que não serão toleradas acusações sem provas ou teorias da conspiração diversas, que costumam ser comuns quando se fala desta escola aqui….” pode parecer censura prévia e ate protecionismo. Sou contra postagens anonimas ou com baixarias estas sim devem ser deletadas, mas suspeitas, avaliações pessoias mesmo que subjetivas deveriam ser respeitadas e discutidas. Se for publicar somente o que é incontestavel (tramitado em julgado) o blog vira diario oficial na sessao dos acordãos. Tudo que foi dito aqui sobre Maricá foi provado?
            Em relação especificamente a EJ, repito o seu blog é tb sobre formação profissional e a EJ é a maior formadora de pilotos atualmente, natural que seja figura comum por aqui. Alias acho que até o fato da EJ despertar discussões tão apaixonadas mereceria um post. Por que isso ocorre? parece religião.

            • Raul Marinho
              4 anos ago

              Rubens, isso aqui não é um fórum de discussão, nem o Facebook, mas um espaço privado. E como tal, os critérios editoriais são exclusivamente de minha responsabilidade. Se eu for processado, eu que me lasque para pagar o advogado, não é assim que funciona? Sua sugestões e críticas foram devidamente anotadas e serão adotadas na medida do possível.

  6. Enderson Rafael
    4 anos ago

    Alguém tem o tamanho da frota e horas voadas aí?

  7. Eduardo Cerqueira
    4 anos ago

    Nada disso justifica tantos acidentes. Ej é sim uma boa escola, mas que alguma coisa na manutenção precisa ser revista isso é fato. Independente se voa muito ou pouco não justifica. A questão aqui é o numero de acidentes em tão pouco tempo e já tem comentario sobre demissão etc etc. Ej é uma empresa e em primeiro lugar ela visa lucro… e como uma boa empresa tem sim uma boa qualidade. Vejo pilotos criticando invas falando que eram ruins bla bla bla, existem bons profissionais e ruins em todas as profissões… bom que a escola demite os ruins e outros que são interessantes pra ela como eu.
    Acabei falando também sobre demissão, mas tenho propriedade pra falar tanto sobre acidente quanto demissão. Sou o inva que pousou o EJB dia 19/01 e fui demitido meses depois. Quando o gosto de terra aparecer na sua boca quando a helice parar vai entender que não existe nada que justifique uma falha mecanica. Que Deus continue protegendo os invas e alunos.

    • Rubens
      4 anos ago

      Ser demitido foi uma tremenda injustiça, o seu procedimento foi corretissimo na emergencia o video demonstra isso. Ficou claro que a falha ocorreu na remontagem do motor, se fosse falta de oleo ou pane seca, ai tudo bem demitir o inva porque é obrigação do inva é checar o neivel antes da decolagem.

  8. Tiago Bium
    4 anos ago

    Acabo de finalizar o treinamento de PPA na EJ, só tenho a elogiar o padrão de instrução e demais serviços prestados por essa instituição. Dou testemunho de que, tanto a qualidade no treinamento de emergências, quanto o nível de segurança doutrinados lá ainda hoje, são altos.

  9. Agnaldo Felix
    4 anos ago

    Pessoal,

    O ciúme, o despeito em torno da escola pelos colegas de outras escola/aeroclubes chega a ser feio, vergonhoso. Nem quero discorrer muito sobre isso.

    Fui aluno lá, realizei toda minha formação de 2010 em diante. Tive alguns voos cancelados por conta de panes diversas em solo, e algumas decolagens abortadas na corrida, por mínimos não atingidos.

    Não entro no mérito se esses últimos acidentes em intervalos de tempo curtos são aceitáveis ou não. O fato é que o treinamento na EJ está evitando que esses acidentes, fatalizem pessoas.

    Espero que a escola, resolva esses problemas o quanto antes, para não manchar o nome que tanto irrita a concorrência.

    No mais, por enquanto, como o colega afirmou, é tudo mimimi.

    Abs

  10. Thiago Marcato
    4 anos ago

    Boa Tarde

    Não tirei minhas carteiras na EJ, logo não tenho o porque defender, mas não conheço nenhum lugar no Brasil Organizado, e profissionalizado como é a EJ.
    Posso não concordar com o “padrão EJ” mas existe um padrão, seguido e difundido, algo muitas vezes ignorado por escolas/aeroclubes, e todos sabemos que isto é fato.
    Tenho que dizer, conheço muitos que la estudaram e até alguns instrutores, como em todos os lugares, profissões, aeroclubes/escolas de aviação civil, e etc temos os bons e os maus profissionais.
    Medonhamente as pessoas acham que o aeroclube que ele voou que tem 1x c150, e 1x ab115 e que so voa o boeiro por causa do valor pode comparar em numero de voos com outra que tem dezenas de Actf.
    Entenda não estou julgando nada apenas sendo logico.
    Tenho que frisar PR-EJB segundo RF http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/paginas/relatorios/advertencia.php?pdf=pr_ejb_19_01_13 foi erro de manutenção. seguido de um abandono check list – (demissão) – Claro erro ocorre, é normal infelizmente.
    Todos somos passiveis de erros por isto tantos procedimentos e treinamentos, errado é a escola demitir alunos antigos (Os Invas) experimentados para colocar alunos novos que acabaram de tirar seus invas pela escola, sem experiencia, e isto para mim é diminuir a qualidade.
    Fora isto parabéns ao Cmte e aluno que estão ilesos, quer saber de fato sem ficar falando bobagem?? espere o RF e ponto.
    Muito mimimi, pouca coisa aproveitável.

    • ruser
      4 anos ago

      Thiago, com relação ao seu comentário sobre a escola demitir instrutores, é algo que vai bem além do que voces, de fora, imaginam. A EJ funciona por dentro de uma forma bem peculiar e, dificilmente, comete equívoco em suas demissões.
      Conheci praticamente todos os últimos demitidos da base SDIO. Os verdadeiros instrutores, a base do conhecimento teórico, IFR e MLTE continuam lá, e pode ter certeza que a escola faz de tudo para mantê-los por lá.
      Muita figurinha ”experimentada” e ”herói” como o povo adora falar fez merda que voce não tem idéia… De indisciplina durante voos à ofensas sérias com seus próprios colegas de trabalho (a famosa panela/pano preto). Isso tudo é algo que pra quem não convive com esse povo, raramente fica sabendo, pois quem foi demitido certamente irá protestar nas redes sociais e meter o pau na escola. É mais fácil que assumir as cagadas em público, não? A escola faz o favor de demiti-los e não expor para todos o motivo…

      Assim como a escola demitiu péssimos instrutores, pode ter demitido também, claro, alguns bons, afinal, precisa haver rotatividade… Se demitem reclamam, se não contratam também reclamam.

      • Thiago Marcato
        4 anos ago

        Boa tarde
        Amigo compreendo sua opinião, realmente não estou apar dos procedimentos em normas internas, porem tenho que salientar que em minha opinião antes erros que todos saibam onde houve um crescimento emocional e experiencia do que um erro selado, quieto, os quais são maioria em todos os lugares, estes últimos são mais perigosos pois não existe melhoras no padrão de qualidade.
        Sobre os instrutores com conhecimento teórico e técnico ainda estarem la não tenho como falar o contrario pois conheci apenas alguns, mas posso afirmar que ótimos instrutores também foram, como dito por vc.
        Note bem, não critiquei a instituição, pelo contrario elogiei como pode ser notado acima se caso meu texto foi lido por inteiro, pois apesar de qualquer coisa é fato.
        Acredito que provavelmente você tenha mais conhecimento sobre a escola, mas minha opinião a respeito não muda, todos somos passíveis de erros, quanto o erro não é aceito como crescimento ai entramos em uma zona de perigo onde o medo de perder o emprego vai influenciar e até atrapalhar na hora de agir em caso de pane.

        Tudo de bom
        bons Voos

  11. Aleksandro Gardano
    4 anos ago

    Também tirei o PP na EJ, tendo voado muito nos EJW, EJB, EJQ, EJE, EJK.. e depois nos 172 (ESJ…etc), sempre com o sentimento de estar em uma instituição muito séria. Creio que isto se comprova pela mega quantidade de vôos diários (principalmente em SBJD) e o parco índice de incidentes. Não é impossível que problemas mecânicos ocorram, mas será importante avaliar o RF.

  12. Enderson Rafael
    4 anos ago

    Post bem no centro do envelope. É cedo pra dizer qualquer coisa além de “que bom que ninguém se machucou”. Voei apenas 5h no Seneca da EJ e minhas impressões também foram muito boas com relação à manutenção das aeronaves. E é pra isso que treinamos, não é? Pra quando alguma coisa na máquina não sai como esperado e temos que usar o “fator humano” pra salvar o dia.

  13. ruser
    4 anos ago

    Fiz meu treinamento do PC ao INVA na EJ. Se for ter como base a quantidade de horas voadas e os acidentes ocorridos lá, certamente os números serão, no mínimo, aceitáveis. Não existe escola que te deixe pegar o C152 e ir pra N lugares, seja sozinho ou com o instrutor. Estive nas duas bases, tanto SDIO quanto SBJD. A manutenção em SDIO é exemplar, estive presente nos hangares e inclusive cansei de acompanhar trechos da manutenção deles enquanto conversava com os mesmos. Quem conhece, sabe o quanto o Edmir é rigoroso quanto à isso, as vezes até mal educado seja com quem for. Durante as quedas acentuadas no teste de magneto no ponto de espera, era raro voce não conseguir resolver e ter a vela trocada (ou qualquer outra que fosse a pane) em questão de minutos; e caso negativo, outra aeronave era disponibilizada dependendo da escala.

    Na dúvida, basta visitar a sede em Itápolis e conferir os trabalhos nos hangares da manutenção. Merda acontece,desde os Cessnas 152 da EJ até os 787’s da Boeing.

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