“Lá vem o pato, QI aqui QI acolá”

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Para quem acha que o “QI na aviação” é uma particularidade do mercado de trabalho brasileiro, leia este artigo publicado no site da NBAA – “In Business Aviation, Early Face-to-Face Connections Are Essential When Hiring” (ou ouça o respectivo podcast). Na verdade, não há nada que você não possa encontrar aqui no blog sobre o assunto (e, modéstia às favas, eu tenho artigos bem mais completos sobre este assunto, como este e este), mas é interessante que uma entidade de prestígio como a NBAA toque neste assunto, para o contexto americano. 

Nota: O título deste post é de autoria do Enderson Rafael, que o utilizou em um post seu no Facebook, de onde eu fiquei conhecendo o artigo da NBAA.

4 comments

  1. Viktor Flyer
    4 anos ago

    Para ser engenheiro (não formado em eng aeronautica ou pelo ita) na embraer pelo programa PEE, o processo seletivo não se baseia em QI, mas em rigorosos testes e um curso de especialização no ita de 5 meses. Creio que seja um dos processos seletivos mais justos que hajam por ai. Aviação para pilotos o QI é um caso a parte muito peculiar.

  2. Beto Arcaro
    4 anos ago

    Pois é…Não sei se vocês sabem, mas eu estou desempregado! Verdade!
    Desempregado, e de certa forma “aliviado”.
    Com certeza, vou arrumar algo muito bom, nos próximos dias, meses, sei lá…
    Com certeza, vou fazer uso de meus QI’s! Esses tomam cerveja comigo, frequentam a minha casa. Suas esposas, são amigas da minha, etc. Enfim, vocês acham que alguém vai me contratar só pelos meus “Lindos olhos Azuis”? Já fui “o indicado” e já fui “o indicador”.
    Pra quem tem Caráter , nenhuma dessas posições é “Confortável”.
    Sejam bonzinhos, consigam um “Pistolão” por merecimento, por amizade, que no fim tudo dá certo.

    • Enderson Rafael
      4 anos ago

      Ah, não! Minhas chances acabam de diminuir exponencialmente:-/ brincadeiras à parte – afinal, como piloto estou no mesmo barco (?) – estou na torcida. Não só por você, mas por todos nós. Let the turn of the tide show up.

  3. Na real: o Q.I. (ou “networking”, “pistolão”, “peixada” etc., como queiram chamar) é o que mais funciona, em todos os segmentos. A diferença é que nas grandes organizações existe o tal do “screening” (ou “processo de recrutamento e seleção”), que – em muitos casos – é uma presepada muito mais proforma do que se pode imaginar (palavras de um former screener / recruiter) e destina-se mais a (1) legitimar o que o Q.I. Já decidiu nos bastidores e (2) dar dinheiro a “consultorias de RH” do que qualquer outra coisa. Note-se que falei “em muitos casos”. Também há processos sérios. Alguns.

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