Mais informações sobre a reformulação da FAR-23/FAA

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Part.23 Reorganization – FAA

Em relação ao assunto da reformulação da FAR-23 pela FAA, que pretende revitalizar a aviação geral de pequeno porte americana citado neste post – “Será que um dia veremos uma associação da aviação geral agradecendo publicamente a ANAC?” -, recomendo a quem tiver interesse por mais informações sobre o tema a leitura desta matéria da General Aviation News – “President signs Small Plane Revitalization Act” – e, especialmente, o documento oficial da FAA do link acima.

2 comments

  1. Bom, a autoridade aqui se faz de louca. Sabem muito bem que mesmo empresas grandes registram o tempo chão-a-chão e não o calço-a-calço, no Livro de Bordo, como “tempo total”. E o taxi-out e o taxi-in? Faz-se com a “força do peinsameinto”??? A diferença no tempo de funcionamento por ciclo é brutal, além do que muitas também usam para sonegar direitos (a hora voada é a hora “block” ou calço-a-calço, conforme cristalinamente define a L.F. 7183/84) e tungar o bolso do trabalhador.

  2. Enderson Rafael
    4 anos ago

    Li por cima, e pelo que entendi, foi criada uma categoria de “aeronave própria” que dispensa várias coisas exigidas pela FAA a outras aeronaves. Ou seja, por exemplo: aeronaves usadas pra instrução e pra “ganhar dinheiro” de alguma forma (pqd, taxi aéreo) precisam passar por revisões a cada 50h, e uma maior a cada 100h/annual. Aeronaves particulares, só precisam passar pela de 100h, pelo que me lembro (e pelo que soube, no Brasil, inclusive elas passam pelas de 50h). Agora, com essa lei, nem a 100h/annual elas precisam mais, é isso?

    Sendo assim, é uma coisa que exige uma maturidade dos proprietários da qual estamos incrivelmente distantes aqui. Por exemplo, a própria revisão de 50h criada pela ANAC pra TPP é uma maneira que a agência achou de obrigar o povo que passava das 100h fazendo mágica no diário de bordo pra atrasar a revisão a fazer a revisão mais cedo. Ou seja, por mais mágica que o cara faça, como agora é obrigado a revisar com 50h (e o cara agora faz gambiarra pra fazer com 60h, 65h), ele certamente não terá chegado a 100h quando fizer.

    Nosso problema, como de costume, é cultural. O americano (e o canadense, de onde surgiu a ideia) é muito mais pragmático. Nós aqui temos tendência a achar que Deus no protege, que só acontece com os outros. Dá no que dá…

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