RF do PT-NKS: um relatório que você precisa ler com atenção

By: Author Raul MarinhoPosted on
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O texto deste artigo encontra-se publicado em https://paraserpiloto.org/blog/2018/02/19/recordar-e-viver-rf-do-pt-nks-um-relatorio-que-voce-precisa-ler-com-atencao/

12 comments

  1. luiz Serrilho
    4 anos ago

    Julgar e fácil quando está sentado na frente do computador. Tomando coca cola e comendo bobeiras….

    • Raul Marinho
      4 anos ago

      É isso aí. Vamos falar para o CENIPA parar de publicar esses relatórios ridículos, que não servem para nada, né? Afinal… Para que aprender com o erro dos outros, se a gente pode aprender com nossos próprios erros!

  2. Yuri justino
    4 anos ago

    Uma lastima as vidas perdidas… porem fica a dica sobre segurança de voo… e q realmente e fundamental q se preparem melhor os cadidatos a piloto… pois a pratica do VISUMENTO… jah tirou muitas vidas… e vai continuar tirando enquanto n acabarmos com essa pratica…

  3. Löhrs
    4 anos ago

    Saber o que fazer e/ou admitir erro e ter o bom senso para pedir ajuda ou disciplina para manter-se calmo e não se embriagar com a auto-confiança excessiva, requer vivência aeronáutica e obviamente experiência. Porque o “experiente” para ser experiente inevitavelmente já passou cagaço e sabe que pra morrer basta estar vivo. Disciplina e bom senso se consolidam com o tempo. Formação nos USA ou Europa sem experiência REAL não dizem nada!!!!

    • Enderson Rafael
      4 anos ago

      Valores. Eles vêm de casa e da formação. São aperfeiçoados com a experiência, mas dificilmente moldados por elas. E voar 250h na Florida, um lugar dado a furacões e tornados, e claro tempestades amazônicas e pantaneiras (o Everglades é um tipo de pantanal), sendo a maior parte delas sem instrutor do lado, dá sim uma boa ideia do que não se deve fazer. A diferença fica nos recursos, que aqui são mais escassos, bem mais escassos (o check do PP lá exige a leitura e interpretação de mais de dez cartas de weather, muitas que aqui nem existem, e muito menos são cobradas). Enfim, continuo achando equivocada a frase que encontramos em muitos relatórios, de que os pilotos estavam habilitados mas não tinham experiência. Pra mim elas são uma crítica à formação insuficiente. Repito que não há nada de absurdo em um PP ser piloto em comando de um monomotor a pistão em voo VFR. É pra isso que ele estuda e se forma. Se ele não tem condições, então, talvez não devesse ter passado no check – e isso explica porque a média de horas de aprovação no check de PP da FAA é de 70 horas, o dobro do que escutamos falar aqui. E experiência em condições adversas… Bom, se alguém ganha experiência em atravessar CB é porque fez o que não devia: não é o tipo de experiência que se deva procurar.

  4. Enderson Rafael
    4 anos ago

    Eu discordo que o piloto tinha pouca experiencia pra realizar o voo. Com 278h, um voo VFR num monomotor nao tem nada demais. O que ele tinha sim era uma falta de nocao consideravel, de se meter em IFR, e ainda dentro de CB. Experiencia eh algo menos relevante, muito menos relevante, que disciplina, formacao e bom senso.

    • Thiago T
      4 anos ago

      Acredito que a ”falta de experiência e/ou conhecimento” em cenários de condições adversas aliado a má formação aeronáutica o induziram a um mal gerenciamento e reconhecimento das ameaças e erros que por fim o levou a consequências catastróficas

  5. fredfvm
    4 anos ago

    Considero a atitude desse piloto uma irresponsabilidade que não tem tamanho. Muito mais ainda do dono do avião, mais ainda por ter escolhido o piloto menos experiente para o referido voo, que diga-se de passagem, foi mais um voo de TACA. Por parte do piloto foi um suicídio mesmo.

    Em aviação, querer adquirir mais experiência significa voar de copiloto e ser supervisionado por outro piloto mais experiente, e não fazer o que esse pseudo-piloto fez. Acumular experiência não é arriscar a vida. Acumular o que, oque ele não sabe ainda ?

    Relatórios desse tipo deveria ser lido pelos alunos e pilotos novatos, mas muitos ou todos nada querem saber disso. Ignoram totalmente esse assunto, de vital importância.

    • Eduardo Machado
      4 anos ago

      Negativo senhor !!! O tal de Xavier Neto era um dos donos da aeronave !!!

  6. Dennis
    4 anos ago

    Fiz muito essa rota SBTE para SNGG instrumento, onde o avião que trabalhava ficava baseado. Um dia esqueci de avisar ao ACC Recife que havia chegado, não passou 10 min. do estimado e eles ligaram para meu celular perguntando se estava tudo bem. Quando ia VFR, não entravam em contato.
    Simplesmente não existe nenhuma “montanha” nessa rota, super tranquilo qnd vc conhece a aeronave (e tem os equipamentos funcionando).

  7. Rafael
    4 anos ago

    Deus que receba bem essas almas, pois com certeza deve ter sido muito ruim os momentos finais…

    Acho que isso é uma das coisas que faltam nos cursos de PP. Tinha que ter algumas aulas só sobre segurança de vôo.

    Pow, tu é PP, não conhece direito a aeronave e ainda se mete a besta num voo IFR. Já não era nem para ter decolado, mas já que decolo, entrou na nuvem, já deveria ter pedido auxílio para o Controle para voltar. E o piloto que fez o plano de voo? Cade ele? Seria interessante ele dar a versão dele por que deixou o PP seguir. Se sabia do mau tempo e etc.

  8. “…certa experiência como piloto recreativo…”. Que fantástico. E bota tempo ruim nisso, fazer com que uma asa se soltasse. Deus defenda…

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