Qual o nível de segurança mínimo aceitável na aviação?

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Riso zero? Então fique em casa, pois dentro de uma aeronave, o risco jamais será zero. Mas não é porque voar implica necessariamente em risco, que vale tudo também. Compreender o verdadeiro sentido do “gerenciamento de risco” não é tão simples quanto parece: há sutilezas muito difíceis de entender. Por isso, eu recomendo muito o artigo abaixo, de autoria da proprietária de uma das maiores escolas de aviação dos EUA (King Schools), que é um dos textos mais interessantes que eu já li sobre gerenciamento de risco. E, depois, agradeçam ao Beto Arcaro, que foi quem me enviou o texto das imagens a seguir (cliquem nelas para ampliar).

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8 comments

  1. Júlio Petruchio
    4 anos ago

    Muito legal!

    Realmente realizar operações seguras têm que começar “no ninho”, na formação, ao contrário do que vejo por aí: “instrutor”, se posso chamá-los assim, que têm ensinado os quebra-galhos, os corta-proas e por consegüinte, ensina o aluno a “levar vantagem” (entra na questão de cultura do brasileiro, mas discutir isso foge do contexto do post) colocando a segurança das operações em risco.

    Muito obrigado Beto Arcaro, depois você deixa o número da conta para eu depositar o dízimo da consultoria. rsrsrs

  2. Cesar Marino Bona
    4 anos ago

    Muito bom! E muito obrigado Raul e Beto Arcaro.

  3. Denis Rodrigues da Silva
    4 anos ago

    Excelente Texto!! Gerenciar os riscos desde o início da formação de pilotos e também durante todos os voos em que sejam realizados. Digo que Gerenciamento de Risco é a técnica aplicada na tomada de decisão e julgamento durante o voo.
    Então
    Voe gerenciando os riscos e não com segurança (os entendedores entederão) rs

  4. Filipe Araujo
    4 anos ago

    Muito bom!!!

  5. Rodrigo Edson
    4 anos ago

    Como safety e especialista em riscos na aviação…adorei o texto, muito bom.

    Abs

  6. Enderson Rafael
    4 anos ago

    Approach muito interessante. Vivemos desafiando Darwin. Que o façamos de maneira mais inteligente.

  7. Likewise. Saí piloto agrícola em 1983 (XVII CAVAG, no CENEA – Fazenda Ipanema – Sorocaba – SP) com 21 anos e tive a 1a. lenha grossa no final da primeira safra. Aqueles poucos segundos me ensinaram lições que eu carrego comigo há 30 anos. Felizmente, sobrevivi para contar a estória e usar este “background”. Muitos colegas – lamentavelmente – não têm tido a mesma sorte…

  8. Renato G.
    4 anos ago

    Fantástico texto que leva a uma autocrítica. Merece uma tradução para o português para uma melhor divulgação.

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