“Gradiente ATC: Novo desafio para os operadores no Brasil?”

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Apresentação da IATA sobre gradientes ATC

A apresentação acima está sendo divulgada pela ABRAPAC, e mostra o absurdo que estão fazendo com a regulamentação sobre tráfego aéreo no Brasil, sob responsabilidade do DECEA. É importante ler a apresentação para compreender o problema em detalhes, mas só para exemplificar, vejam o caso mais extremo, relacionado a uma SID em vigor para o aeródromo do Galeão. Para executar a saída EVRAD1A, é necessário performar um gradiente de… 8,3%!!! – coisa que NENHUMA aeronave da frota brasileira tem condições. Pois é, né? E de pensar que muita gente acha que se a ANAC voltasse a ser um departamento da FAB, nossos problemas estariam resolvidos…

 

4 comments

  1. Eng
    3 anos ago

    O grande problema é que os pilotos não tem a ferramenta necessária no cockpit para se determinar o gradiente com todos os motres operantes. É preciso que os fabricantes disponibilizem tabelas nos manuais de operações ou que se desenvolva internamente nas empresas áereas através dos recursos de engenharia operacional.
    Na verdade a questão do gradiente existe desde que existem cartas de subida, porém só agora foi chamada sua atenção uma vez que o ATC passou a monitorar de perto o desempenho das aeronaves. Gradientes de 4% a 8% são factíveis dependendo do modelo de aeronave, configuração e condiões ambientais.

  2. Waive Off !
    3 anos ago

    Você não entendeu Raul, é que agora a decolagem é estilo militar.

    Decola, recolhe o trem em um rasante sobre a pista e na cabeceira puxa-se 3 mil por min no VSI e toma que Zé mandou.

  3. Se bobear, algum “cut & paste” mal feito…

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