[R/RBAC-61] Sobre a enquete das 200h PIC para INVA/Hs: vocês entenderam o que era perguntado?

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Ontem, no post “[R/RBAC-61] Enquete: 200h PIC oobrigatórias para INVA/Hs”, diversos leitores comentaram que, possivelmente, parte dos votantes não teriam entendido o que estava sendo perguntado, e que teriam sido induzidos a erro pelo fato de as palavras “CONTRA” e “A FAVOR” poderem ter sido interpretadas como sendo contra/a favor das 200h PIC obrigatórias para INVA/H, e não à proposta que eu apresentei. Bem… Conhecendo o hábito que muita gente tem de ler as coisas por cima, acho que isso pode, de fato, ter ocorrido – muito embora, quem lê o enunciado da enquete com atenção não tem como se confundir: está claríssimo no texto o que está sendo perguntado.

Mas, enfim, o que eu quero agora é checar se as pessoas que responderam a enquete de ontem sabiam mesmo o que estavam respondendo. Aquela enquete, por sinal, foi modificada para expirar em 1h, de modo a interrompermos a votação onde ela está (neste momento, cerca de 60% são contra a minha proposta, ou seja: pela obrigatoriedade das 200h PIC para INVA/Hs), e só retomarmos depois que essa dúvida for solucionada. Para isso, criei uma nova enquete, QUE DEVERÁ SER RESPONDIDA SOMENTE POR QUEM RESPONDEU A ENQUETE DE ONTEM, que ficará no ar por um dia apenas. Se o resultado desta enquete estiver coerente com a enquete de ontem, então não houve engano, e o que foi respondido correspondia mesmo à intenção dos votantes; mas se o resultado desta enquete estiver em desacordo com a de ontem, então houve, realmente, uma confusão, e eu vou invalidar o resultado dela. Ok? Então vamos lá:

Repetindo:

SÓ VOTE NA ENQUETE ABAIXO SE VOCÊ VOTOU NA ENQUETE DE ONTEM, SOBRE AS 200h PIC PARA INVA/Hs

33 comments

  1. Marcus M.
    3 anos ago

    Raul,

    O pessoal da ANAC no workshop, falou a data que será ou não publicada a revisão ou não desta parte do regulamento, sobre as Horas PIC para realizar o curso de INVA/H?

  2. Fábio
    3 anos ago

    É óbvio que a maioria está vencendo na votação porque ainda não tirou o seu Inva. Logo depois vão querer votar contra. Tem gente dizendo que devem aumentar a qualidade do ensino e exigências (que são os sem INVA ainda), mas com certeza algumas escolas seriam mais flexíveis para manter o fluxo de caixa. Pra que criar mata burros né? Depois na hora de pedir emprego dizem que tem x experiência. Mas qual? A da formação de INVA? Pow… essas 200horas não são nada em experiência dependendo da situação e seria um mínimo para poder passar conhecimento para um novato. Sou a favor das 200h pic para INVA no novo RBAC.

  3. andré mello
    3 anos ago

    [TRECHO COM OFENSAS SUPRIMIDO]. Tá certo, a segurança do voo ficará em segundo, terceiro, quarto plano. Se o aumento da hora de voo (experiência) não tem relação direta com o aumento da qualidade de instrução, então eu não tenho idéia do que pode ter. Alterações no manual prático do INVA? Pra quê?! No manual consta desde decolagem (normal e curta), voo nivelado, curvas, manobras de estol, pouso (de todas as formas, até simulando pane de comandos), sem contar as cobranças de regulamentação da profissão, regulamento de tráfego aéreo e meteorologia; agora, se o cidadão vai levar isso a sério é outro problema. Os acidentes e incidentes de escolas e aeroclubes são absurdos: Um faz voo rasante em canavial e pilona, outro faz ‘americana’ num calor de quase 50º, estola e quase se mata, outro faz estol e não recupera… Erros primários que, com um pouco mais de experiência dificilmente seriam cometidos. Então é uma mentalidade muito tupiniquim mesmo essa de ignorar um fato. Essas recomendações que a ANAC utilizam são TODAS oriundas da ICAO, onde eles fazem um parâmetro e o órgão regulador se adapta à realidade do país. Algum destes que votaram contra são instrutores de voo? Tem idéia do que estão falando? Qual a experiência profissional de vocês pra isso? Tá todo mundo com medo de gastar mais, de acabar a mamata de fazer o INVA para acumular hora de voo dando uma instrução porca e relaxada e enfiando piloto burro e RUIM no mercado. A grande maioria não consegue interpretar uma simples pergunta, imagine uma reflexão séria e sensata sobre um assunto desse porte.

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Suprimido o trecho com ofensas a quem pensa diferente dele, comento trecho a trecho o que foi comentado:

      Tá certo, a segurança do voo ficará em segundo, terceiro, quarto plano. Se o aumento da hora de voo (experiência) não tem relação direta com o aumento da qualidade de instrução, então eu não tenho idéia do que pode ter.
      =>Uma prova de que não é só experiência que conta é o fato de vc precisar de 200h para checar o PC fora de curso homologado e 150h se realizar toda a instrução em aeroclube/escola. Por que essa diferença de 50h (1/3 a mais)? justamente porque não são somente as horas de voo que contam… Nos EUA, por exemplo, para checar a ATPL com nível superior em CA, são 1.000h, contra 1.500h para quem não tem o diploma. Não é que “o aumento da hora de voo (experiência) não tem relação direta com o aumento da qualidade de instrução” [ou, mais apropriadamente, com a segurança da operação], e sim que este não é o único parâmetro a ser avaliado.

      Alterações no manual prático do INVA? Pra quê?! No manual consta desde decolagem (normal e curta), voo nivelado, curvas, manobras de estol, pouso (de todas as formas, até simulando pane de comandos), sem contar as cobranças de regulamentação da profissão, regulamento de tráfego aéreo e meteorologia; agora, se o cidadão vai levar isso a sério é outro problema.
      =>As alterações que eu sugeri são: a)nos manuais de Pp e de PC, distinguir a qualificação do INVA de acordo com a fase do treinamento; e b)no manual de INVA, alterações quanto à qualificação do instrutor (INVA de INVA0 que, na minha opinião, deveria ter diploma de C.A..

      Os acidentes e incidentes de escolas e aeroclubes são absurdos: Um faz voo rasante em canavial e pilona, outro faz ‘americana’ num calor de quase 50º, estola e quase se mata, outro faz estol e não recupera… Erros primários que, com um pouco mais de experiência dificilmente seriam cometidos.
      =>Ok. E todos esse INVAs tinham menos de 200h PIC, né? Então faz um favor prá gente: pesquise nos RFs do CENIPA a experiência média do INVA envolvido em acidente. No qorkshop da ANAC, falou-se em 700h…

      Então é uma mentalidade muito tupiniquim mesmo essa de ignorar um fato. Essas recomendações que a ANAC utilizam são TODAS oriundas da ICAO, onde eles fazem um parâmetro e o órgão regulador se adapta à realidade do país.
      =>Legal, então mostre-nos um documento oficial da ICAO recomendando 200h PIC para INVAs. Fico no aguardo.

      Algum destes que votaram contra são instrutores de voo? Tem idéia do que estão falando? Qual a experiência profissional de vocês pra isso? Tá todo mundo com medo de gastar mais, de acabar a mamata de fazer o INVA para acumular hora de voo dando uma instrução porca e relaxada e enfiando piloto burro e RUIM no mercado.
      =>Claro que somente vc é que é qualificado para opinar, né?

      A grande maioria não consegue interpretar uma simples pergunta, imagine uma reflexão séria e sensata sobre um assunto desse porte.
      =>Bem… Aí já não tenho como argumentar…

      • andré mello
        3 anos ago

        1) Não é somente a quantidade de horas, concordo, mas o simples fato de que isso colabora de forma considerável para a segurança do voo já dispensa comentários. 200 horas CMD é o mínimo.

        2) Voce ainda acha que dar aula pra PC é mais seguro que PP? É mais seguro colocar o INVA de primeira viagem com um PP, onde ele ainda estará rigoroso e atento aos comandos, do que com um PC, iludido que o cara já sabe voar… Aí sai por aí fazendo raso em em canavial. Concordo no ponto onde o treinamento do INVA o curso de C.A. deveria ser exigido.

        3) O raso no canavial, numa grande escola do país foi com um INVA com menos de 300h na época. O outro, recém havia entrado na escola e já caiu na tentação do aluno. O último desconheço a experiência. Talvez com um pouco mais de experiência ele entenderia como se dá a recuperação de um estol; é o que se espera quando se inicia esse treinamento com um PP, por exemplo.

        4) Voce sabe que sua solicitação não seria atendida nem que eu tivesse tais documentos, então, não aguarde. As palavras dos avaliadores da ANAC (que inclusive também participaram do Workshop) foram bastante convincentes; agora, tá parecendo que pra uns falam uma coisa e pra outros, outra. Na última inspeção da instituição onde dou aulas eu fiquei conversando por muito tempo com os dois, e eles apoiam a proposta, porém, não acreditam que irá vigorar.

        5) Não somente eu, mas todos os outros instrutores de voo, que entendem a diferença que 50~100~150h fazem na sua experiência e visão do voo, e quanto isso contribui pra segurança. Dos indivíduos que conheço pessoalmente, que vão contra essa idéia, estão todos, sem exceção, preocupados com o gasto que teriam e que com o fim da mamata de conseguir as horas de voo fáceis que essa profissão proporciona. Nenhum interessado no ponto onde esse requisito quer tocar, que é o aumento da segurança e da experiência. Nenhum!

        • andré mello
          3 anos ago

          Complementando: O requisito do curso de C.A. para instruir o INVA-H, apesar de eu concordar, é o mesmo caso das 200h: Da mesma forma que existem pilotos com 500 horas fazendo cagada, existem formados em C.A. que passaram o curso todo procrastinando e não serviriram para esse fim. Mas a idéia é válida porque a maioria dos formados em C.A. tem mais o que transmitir do que a maioria que não possui o curso. Assim como a maioria dos pilotos candidatos à INVA com 200h CMD + tem um melhor voo do que um candidato à com suas cerca de 70h CMD.

        • Raul Marinho
          3 anos ago

          1)Inclusive pro cara ir de safety numa navegação de PC (em que o piloto poderia ir solo, inclusive?)???

          2)Aí vc se contradiz. Se hora faz tanta diferença como vc argumenta, o aluno de PC é muito mais seguro que o de PP. E, convenhamos, o cara que faz raso em canavial não é a regra.

          3)vc está pegando casos (ou causos?) para ilustrar um ponto de vista, mas para chegarmos a uma conclusão é preciso avaliarmos estatisticamente a situação. Repito: qual a média de experiência dos INVAs envolvidos em acidentes (base: CENIPA)? É isso o que importa.

          4)Mas isso é fácil de verificar: basta ir atrás do Annex-1 da ICAO. Eu já fui, e não tem nada lá sobre 200h PIC para INVA. Eu só sugeri que vc fosse para vc ver com seus próprios olhos…

          5)Pois é, qdo o RBAC-61 foi publicado em 2012, eu também comemorei a coragem da ANAC em exigir as 200h PIC para INVA, pode checar nos arquivos do blog. Mas, nestes dois anos refletindo sobre o assunto, eu vi que se esta exigência chegasse mesmo a ser posta em prática, o que teríamos é o seguinte:
          -Um aumento estúpido nas fraudes (canetamento);
          -Um monte de gente fazendo as horas “na amizade”, indo voar com amigos que não precisam das horas, e pedindo para lançar as horas PIC na CIV (ou seja: o QI ficaria ainda mais importante); e
          -Um mínimo de pessoas que fariam as 200h PIC como deve ser mesmo.
          Daí eu mudei de opinião, e concluí que seria muito mais eficiente atuar nos manuais de curso do que no RBAC, entende? E olhe que eu não estou advogando em causa própria: não sou INVA e nem pretendo vir a ser.
          Eu concordo com vc no mérito: a qualidade da instrução (e dos INVAs) está horrível, e algo tem que ser feito. Mas somente aumentar a exigência de horas PIC não vai resolver a questão e, por outro lado, trará impactos muito negativos para o mercado de trabalho.

          • Nunes
            3 anos ago

            Pois é… a estatística aumentou ontem quando um R-22 PP-SSP caiu durante a instrução em Ribeirão Preto vitimando instrutor e aluno. Claro que não temos meios de comentar a causa, deixando isso a cargo do Cenipa. Aí sim seria interessante obter informações através dos acidentes/incidentes para identificar se a causa deles tem relação com a falta de experiência, imaturidade do instrutor, voo perigoso e etc.

            • Raul Marinho
              3 anos ago

              Em 1o. lugar: não era um voo de instrução, tratava-se de um voo com um amigo (não-aluno), sem finalidade de instrução. Em 2o. lugar: não sei a experiência do piloto (que, por acaso, também era INVH), mas acho bastante possível que ele tenha mais de 200h PIC, tanto pela idade dele (36 anos), quanto pelo fato de ser o instrutor principal da escola arrendatária do helicóptero. E, em 3o. lugar, mesmo que fosse um voo de instrução e o INVH tivesse menos de 200h, ainda assim isso não significa nada sem que saibam as causas do acidente. E, também, trata-se de UM CASO, e como já disse antes, para se chegar a uma conclusão é necessário um estudo estatístico.

  4. Antonio Santos
    3 anos ago

    Só vejo benefícios o aumento para 200 horas para inva, valoriza a categoria, realmente torna a profissão de INVA como profissão digna e não bico. Com profissionais dignamente remunerados e reconhecidos.
    E aos que tem medo dos critérios das cias, as próprias serão obrigadas a baixar seus mínimos pois caso contrario não terá piloto. Só quem sai ganhando e os pilotos com essa mudança.

    Em relação a pergunta pq nao:

    A favor do aumento para 200 horas em comando para INVA:
    SIM
    NÂO

    • Júlio
      3 anos ago

      Sai ganhando sim, deve sair. Ao invés de dar instrução vou la pilotar um avião comercial com centenas de pessoas ja que os mínimos abaixaram e um novato como eu posso entrar né.. Instrução pra que??

      • Júlio
        3 anos ago

        Afinal é bem mais seguro que eu, um piloto recém formado, vá transportar centenas de pessoas ao invés de dar instrução nao é?

        • andré mello
          3 anos ago

          Sim, é bem mais seguro. Uma vez que para pilotar um avião com ”centenas de pessoas” voce irá, obrigatoriamente, passar por um processo rigoroso técnico e psicológico, bem além das provinhas da ANAC… Que por sinal, usam gabaritos ou sites que dão a prova de mão beijada, bastando somente decorar as perguntas.

          Agora, para dar instrução e formar os candidatos a pilotos que irão transportar ”centenas de pessoas” não é preciso muito… Somente um PP feito na coxa, um PC voado com um avião qualquer com um amigo que assine como INVA e um local que indique seu nome para fazer a prova do INVA (sim, sem mesmo fazer o curso) e pronto, voce está apto à dar instrução. Se sabe decolar ou pousar, é outro papo e talvez você quando você descubra seja tarde demais.

          Curioso é que esse pessoal que vai passar nas mãos desse tipo de INVA terão as chances de transportar ”centenas de pessoas” reduzidas drasticamente, isso se não se envolverem em acidentes durante o percurso. Na última seleção interna da Azul, mais da metade ficou no IFR e interpretação de meteorologia (!!!). Esse é o nível dos formados… Culpados os que os formam.

          • Júlio
            3 anos ago

            É exatamente por isso que a proposta da maioria aqui é melhorar o curso de INVA, e não aumentar o minimo de horas para se começar o curso. Afinal, se eu sou recém-formado e passando por um “rigoroso processo técnico e psicológico” posso transportar centenas de pessoas, com o curso de INVA melhorado a tal ponto, passando por um”rigoroso processo técnico e psicológico”, posso também dar instrução, não concorda?

            Podemos até colocar a proposta do Raul, que fala que para que eu possa dar instrução em casos como pré-solo e IFR eu precise de mais experiência, sem tirar a possibilidade de dar instrução com menos experiência, em fases menos críticas.

            Assim eu crio uma ótima solução para a instrução, sem tirar a porta de entrada para os PC’s recém-formados.

            Entendo seu lado, compensar a falta do “rigoroso processo técnico e psicológico” com a experiência de 200h PIC. É uma solução também, mas assim você fecha a porta de entrada dos PC’s recém-formados.

            • andré mello
              3 anos ago

              Se por ”PC recém formado” voce quer dizer ”loucos por hora de voo”, então tem que fechar, mesmo! Porque essa é pior instrução que um aluno de PP pode receber. O caminho tá invertido, Júlio; primeiro a linha aérea (ou um outro segmento que proporcione uma experiência séria de voo), onde as chances de um cara ruim (psico e tecnicamente) entrar é bem menor, e depois sim, com essa bagagem, ensinar sobre o que é voar. Afinal, não é só de parte técnica que é feita a aviação.

              O programa prático do curso de INVA não tem muito o que melhorar, Júlio, muito menos o teórico… Como eu já disse: O problema está no interesse do indivíduo, e não no programa. Você acha que um PC recém formado, interessado em horas de voo somente, vai ficar perdendo tempo lendo sobre pedagogia? Ou vai levar a cabo o que ele precisa transmitir ao aluno de PP? Penso que não.

              Chegamos a tal ponto que nem mesmo as instituições de ensino estão preocupadas com a seriedade do instrutor; quanto mais aluno, mais instrutor… Não importa de onde ele vem ou o que ele sabe; basta ter a habilitação em dia.

              É essa idéia do INVA-H como uma ”porta de entrada” que está errada.

              E eu concordo, sim, com seu primeiro parágrafo, mas não deixaria de lado a exigência de mais horas de voo.

              Voce tem idéia de como poderia se dar esse ”rigoroso processo técnico e psicológico”? A ANAC não tem estrutura nem pra aplicar as já fracas provas…

              É o que eles mesmo falam: Existe um parâmetro lançado e a agência adapta à realidade do país.

              • Raul Marinho
                3 anos ago

                O programa prático do curso de INVA não tem muito o que melhorar, Júlio, muito menos o teórico…
                =>Como não!!!??? Ambos são arcaicos, cheio de falhas, incompletos… Se há algo que pode ser melhorado é o programa de formação de INVAs!!!

              • Júlio
                3 anos ago

                Você acredita que um sujeito que entrou na linha aérea, mesmo pouco experiente já que você disse que os caminhos estão invertidos, vão querer voltar a dar instrução?

                Mesmo se tornando uma profissão mais “valorizada” e blábláblá, você trocaria seu cargo na linha por um de INVA no aeroclube?

        • Antonio Santos
          3 anos ago

          Mas veja por um lado, voce com pouca experiencia dando instrução para um PP que alem de menos experiencia ainda, tenta pilotar e em muitos momentos colocando ambos em situações criticas perto do solo. Acredito eu que pode ser mais arriscado que voce voar em um cia aerea, passando por um ground school rigoroso, voando ao lado de um comandante com 10000 horas de voo. Sinceramente eu considero considero o segundo cenário mais seguro que o primeiro. Principalmente pelo fato que pela primeira vez na vida voce teria uma ensino aeronáutico realmente correto que o caso dos ground school das cias com simuladores e provas que realmente buscam a avaliação correta do futuro primeiro oficial.

          • Júlio
            3 anos ago

            Repetindo.. No atual cenário, o que você disse está correto. Porém, a proposta aqui é de fazer o curso de INVA ter um “ensino aeronáutico realmente correto”, como nas companhias. Melhorando assim a instrução e a segurança numa cajadada só.

            Concordo com a experiência de 200h PIC, porém acho o outro caminho muito melhor para a aviação brasileira atual

  5. Ricardo Nery
    3 anos ago

    Só vejo pessoas pensando no próprio lado….
    Os pilotos antigos e INVA/H ja formados adoraram a proposta porque irá restringir muito o mercado
    mas para os que ainda estão tirando a carteira vai ser uma rasteira das grandes!!!
    imagina a situação de um PCH recém formado…
    Vamos nos unir e mostrar que somos uma classe unida e derrubar essa exigência absurda
    mais horas de voo não significa nada!!, será muito melhor e JUSTO aumentar a qualidade de ensino e continuar como era antes.

  6. Cmte Bob
    3 anos ago

    Esta regra obrigando as 200 hrs para ser INVA, e principalmente INVAH, já devia ser obrigatório a muito tempo, quem sabe muitas vidas que se perderam de pilotos mal instruídos poderiam ser evitadas, pois um piloto com 200 hrs de comando ainda é um aprendiz, como é então que poderá ser instrutor. Votei CONCORDO COM A MUDANÇA.

  7. Rogerio
    3 anos ago

    Acho q o pessoal entendeu errado,Raul não é possível.

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Pelas prévias, entenderam errado mesmo…

      • Leo
        3 anos ago

        Por que é tão difícil aceitar a opinião de outros que seja diferente da sua?
        Parece que está querendo manipular o resultado, induzindo as pessoas a responder o que você deseja ao invés de simplesmente aceitar o que a maioria está votando.

        • Raul Marinho
          3 anos ago

          Meu caro, quisesse eu manipular o resultado, bastaria… Manipular a pesquisa! Eu sou o dono do blog, esqueceu? Posso fazer o que quiser aqui. Para quê criar uma nova pesquisa, escrever um post sobre isso, etc? Aliás, essa enquete criada para checar a anterior mostrou que as pessoas realmente não entenderam o que foi perguntado inicialmente, mas isso não mudará o resultado. Na realidade, eu vou invalidar o método, que se provou falho. Acabaram as enquetes aqui no blog, e as que ocorreram serão desconsideradas. Infelizmente.

  8. Fábio
    3 anos ago

    Meo deus! Não é possível que haja uma dúvida dessa. Taí o resultado de que muita gente não sabe interpretar um texto, então imagina um procedimento.

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Pois é, eu tinha um pé atrás com enquetes, e agora eu vi que não dá para levá-las a sério mesmo.

      • tropesko
        3 anos ago

        Não falem assim, muita gente acompanha o blog mas por vezes não tem tempo de ler um post longo. Provavelmente viram “Votação” e foram direto no “Não concordo”, para somar mais pontos.

      • Márcio
        3 anos ago

        Dá sim Raul, mas agora isso serviu de lição de como se deve elaborar uma enquete para esse público-alvo, ansiosos? Apressados? Objetivos? Sabe Deus, o q se sabe é q ñ interpretaram direito o texto, independente do motivo.

        • Raul Marinho
          3 anos ago

          Pois é, eu sempre tive um pé atrás com enquetes via internet, e agora ficou claro que, de fato, não dá para usar essa metodologia com assuntos complexos. Se for para fazer uma pesquisa séria, não dá para fugir da metodologia tradicional, com amostragem, checagens, testes, aplicação de modelos estatísticos, etc. Mas como isso está fora do meu alcance financeiro, lamentavelmente não vou ter como verificar como a comunidade aeronáutica pensa.

  9. Tarcísio Guimarães
    3 anos ago

    Só confirmando Raul, no momento que foi interrompido a votação ontem, 60% não queriam que vigorasse a exigência das 200hs PIC ou 60% gostariam que a exigência entrasse em vigor?

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