Zero Hora: “Número de acidentes preocupa profissionais da aviação agrícola”

By: Author Raul MarinhoPosted on
349Views4

Leiam aqui a reportagem publicada pelo Zero Hora neste final de semana sobre segurança na aviação agrícola. Não deixem de ler os comentários ao final da página também.

4 comments

  1. João Crlos scherer Krug
    3 anos ago

    srs.quado meu filho começou a voar no Aeroclube do Rio Grande do Sul, a meinada se reunia na minha casa pra carninha de confretarnição, eu chegava na moita e falei uma vez pra eles ” aviação é como uma escada voce tem sempre um degrau a mais, quando voce chega no ultimo voce olha para cima e sabe que temque continuar subindo porque tem sempre algo novo para apreender ” , assim é a vida, os cursos ensinam voce a ser piloto, mas tornar-se um hot pilot, voce tem que fazer o caminho das pedras muito school, muita dedicação para e acima de tudo saber o porque das coisas, para segurança do voo a minha receita é esta, não arrisque fazer o que não esta apto a fazer, e a melhor apreendizado é ler muito sobre os relatórios de acidentes aeronauticos publicados pelo Cenipa para tirar suas conclusões e apreender com os erros dos colegas menos afortunados, porque fez o que no seu julgamento foi duvidoso para voce, no cavag de nosso tempo, voce voava mas a teoria poderia ser mais proficua e mostrar nos breefings, antes do voo do dia discutir com a galera o que cada um faria como fazer ou nos debreefings procurar ver o que cada um fez ou deixou de fazer. Cheguei quase as lagrimas em ver todas as maquinas que voamos aprodecedo ao releto do Aerodromo de Sorocaba, quato poderia ainda estarem produzido , o curso poderia ter sido tercerizado mas não extinto, não conheço os cursos de hoje para dizer qualquer coisa, mas só horas de voo ão faz ninho , o que faz mesmo a difereça é a qualidade da instrução, hoje ha milhões de recursos a nossa disposição- vou citar um exemplo quado fui diretor de oeraço~es por um reve periodo de empresa de taxi aereo, colhi estas duas perolas: a primeira , o aviador de cara fez tres pixotadas, decolamos de Americana , notei que o cmte primeiro reduziu o passo com potecia de decolagem, depois ficou sob a camadinha de quase oito oitavos no corredor visual encostada nela, e por ultimo o transponder desligado, meu amigo isto é erro primario que veio da parte de instrução mal dada, o segundo caso, um cmte vindo do departamento aeroviario do Rs, tendo voado turohélice, navajoss ,etc, pasmem não sabia o que era o motor critico, e, nem sabia que bicho era este, por isto meus amigos, todo mal muitas vezes esta no instrutor vitima de um sistema que peca pela falta tecnica das escolas num circulo vicioso, o instrutor é fraco porque ja veio de um instrutor fraco que fez escola numa escola fraca e asim por diante, em ultimas causas ha o sujeito ralapso que deixar para ver como fica….Bom Srs. desculpe-me se estou errado, e me corrijam, ainda tenho muito para apreeder…

  2. Celso
    3 anos ago

    Nenhuma surpresa…com o desespero de gastar muita grana na formaçao e nao conseguir emprego,o pessoal ta caindo na agricola de paraquedas,sem nenhuma experiencia,ou experiencia minima mais canetadas…os acidentes sao consequencias…e quer saber???vai continuar aumentando o numero de acidentes…e aumentar o numero de horas de 370 pra 500 faz-me rir…
    Lembro quando fiz o CAVAG em Sorocaba,tinha mil e poucas horas,voadas realmente…era o mais inexperiente da turma…e levei muitos sustos depois…imagina agora que essa “piazada” estao fazendo o curso com pouquissima experiencia…

    • Mario
      3 anos ago

      Junto a isso soma-se uma fiscalização TOTALMENTE deficiente por parte da ANAC. As empresas voam com aviões sem padrão nenhum de manutenção o que aliado a falta de experiencia dos “novinhos”e de certos veteranos resulta no alto índice de Acidentes. Uma pena…

    • Löhrs
      3 anos ago

      Só para constar, fiz o meu CAVAG em Itápolis-SP com 2500 horas totais. E depois, no dia a dia da lavoura, levei alguns sustos tbm!

Deixe uma resposta