Flying Magazine: “Emergency Demystified”

By: Author Raul MarinhoPosted on
286Views2

“Mayday, mayday, mayday”: palavras que todo mundo conhece, mas ninguém diz (na fonia, ao menos). Não é só no Brasil que os pilotos relutam para declarar emergência: há muita mistificação sobre o tema no mundo todo – “Vai cassar minha CMA”? “Vão abrir uma investigação ‘contra’ mim”? Daí ser muito recomendável ler este artigo da Flying Magazine – “Emergency Demystified” – para separar o mito da realidade. E vocês vão ver que é bem mais recomendável declarar emergência do que se imagina…

 

2 comments

  1. Na Ásia também existia uma certa dúvida quanto ao emprego do “Mayday, Mayday” e/ou do “Pan, Pan” 3 vezes, mas – pelo menos nas empresas onde eu dei ou ainda dou instrução – a recomendação para o uso destas fraseologias-padrão (conforme a circunstância, claro) está incorporada aos FOM’s (MGO’s). Se nego optar por não usar e depois for concluido que isso complicou o angú mais ainda, pode ficar complicado. A gente sempre cobra, principalmente quando é “distress call” (despressurização, fumaça incontrolável a bordo, fogo inextingüível nos motores e/ou APU etc), porque chama a atenção dos controladores de maneira mais incisiva, principalmente em países onde o inglês não é língua-mãe e/ou não é a língua oficial (ou uma das línguas oficiais). A declaração de que se está em condição de anormalidade e/ou de emergência pode ser revertida a qualquer tempo, a critério do comandante. De resto, achar que o 1st class medical vai ser travado por conta de declarar anormalidade ou emergência, ou mesmo que irão abrir investigação por conta da ocorrência…é pura falta de leitura. Não sei quem divulga esse tipo de coisa (embora faça uma pequena idéia).

Deixe uma resposta