Recomeçou a histeria com a necessidade de cursos teóricos para PP e PLA. Se é este o seu caso, leia isso.

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Entramos em setembro, mês em que os gatilhos do RBAC-61 estão programados para disparar: a partir do dia 21, os cursos teóricos para PP e PLA deveriam passar a se tornar obrigatórios, dentre outras mudanças. Com isso, quem está tentando marcar provas (bancas on-line) para datas posteriores a 21/09 está ouvindo dos atendentes que, após este dia, só com o certificado de conclusão dos cursos teóricos no sistema, e daí para a histeria é um pulo. “Fogo na floresta!!! Fogo na floresta!!!” Tal qual o Bambi (e não há qualquer conotação de caráter homossexual aqui), muita gente saiu gritando Facebook afora, em pânico com a nova exigência da ANAC, terrível  para quem estudou por conta própria. Se é este o seu caso, leia isso.

Desde março, a GCEP/ANAC está tentando reformar o RBAC-61 para, dentre outras alterações, eliminar a obrigatoriedade de cursos teóricos para PP e PLA. Naquele mês, houve um workshop no Rio de Janeiro em que ficou acertado que a próxima emenda ao regulamento deveria excluir, em definitivo, essa exigência. E, na versão da emenda enviada para consulta pública, essa exclusão estava lá, de fato. Naquele momento, estava tudo caminhando para que a nova emenda fosse publicada antes de 21/06, quando os tais gatilhos do RBAC-61 disparariam, e com isso a exigência de cursos teóricos para PP e PLA jamais entrariam em vigor, na prática.

Mas tinha uma Copa do Mundo no meio do caminho…

E, com 100% das preocupações da ANAC voltadas ao evento, decidiu-se por nada decidir, e a nova emenda ao RBAC-61, ao invés de eliminar de uma vez a necessidade dos cursos teóricos de PP e PLA, simplesmente prorrogou a data de entrada em vigor dessas exigências por 90 dias: de 21/06 para 21/09 – ou seja: só se mudou a data do gatilho.  Neste período, todas as contribuições à consulta pública iriam ser analisadas, e a nova emenda, que eliminaria de uma vez por todas a necessidade dos cursos teóricos de PP e PLA, iria ser publicada antes da nova data fatal, 21/09.

Ocorre que essa nova emenda ainda não foi publicada – e isso só deve ocorrer nas vésperas de 21/09 -, o que significa que a regra que vale HOJE é a de que os cursos serão obrigatórios após 21/09. Então, mesmo que haja a perspectiva de que esses cursos deixem de ser obrigatórios em algumas semanas, os atendentes não podem marcar provas de PP ou PLA para datas posteriores a 21/09 se o candidato não tiver o certificado de conclusão do curso em mãos (ou melhor, “no sistema”). Para eles, vale o que está escrito, não o que “deve ocorrer”…

Disto tudo, o que posso dizer para quem está a beira de um ataque de nervos é: AGUARDE. Não se desespere, não precisa sair correndo atrás de uma escola para se matricular num curso teórico de PP ou de PLA (que nem existe, por sinal). Espere até o dia 19 (último dia útil antes do dia 21), que é quando a ANAC deverá publicar a nova emenda ao regulamento e, com 99% de certeza, os cursos teóricos de PP e de PLA deixarão de se tornar obrigatórios.

E dedos cruzados!

32 comments

  1. Wagner
    3 anos ago

    Bom tarde Raul, Raul estou com um baita problema, fiz a banca de PPL nesta semana, mas fiquei de segunda época em meteorologia, e como tenho que aguarda os 15 dias para marcar a banca para fazer a segunda época, até lá só DEUS sabe o que o pessoal da ANAC vai decidir em 21 de setembro em relação ao RBAC-61, Raul estou-lhe enviando esta mensagem porque todas as duvidas que te enviei, vc sempre me respondeu e agora não sei como devo prosseguir nesta situação minha, vc já me disse anteriormente que a ANAC não tem o interesse em obrigar ao candidato a piloto privado de planador a realizar curso teórico obrigatório visto que nem se existe este tal curso no brasil e também pela pouquíssima cultura de voo a vela no brasil. (Acredito que são apenas 4 estados que difundem a cultura do voo a vela no brasil) Más após eu realizar a banca de PPL o funcionário da ANAC, muito educado e gente boa uns dos poucos que já conheci da ANAC, me disse para entrar em contato com a ANAC sobre esta situação minha no e-mail examesteoricos@, pela forma que ele disse e o modo, me deu a impressão que a ANAC já esta decidida a estabelecer ao candidato a PPL que realize curso teórico obrigatório para prestar a banca, bom esta foi a impressão que eu tive, agora não sei o que realmente deve acontecer. Vc pode responder, por favor, o que devo fazer em relação a esta situação?

    Aguardo contato.

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Aguarde até a semana que vem. A emenda deve ser publicada nesta 6a feira.

  2. fredfvm
    3 anos ago

    As questões da prova da banca de PLA são exatamente as mesmas que criei no final do século passado, baseado nas questões realizadas pelo antigo DAC, ou seja, as questões de PLA ainda são as mesmas do século passado. Nada mudou e acredito que nada mais irá mudar.

  3. Erico Chaves
    3 anos ago

    Li todos os comentarios e percebi que em todos, há uma generalização de que quem estuda autodidata, está fadado ao fracasso profissional, quanto da sua preparação educacional. Descordo totalmente disso, tenho por exemplo a mim mesmo, fiz curso teórico de PPA em escola devidamente homologada junto à “Anarc” e nunca me senti preparado para enfrentar uma banca, apesar de muito esforço em sala e casa no estudo aprofundado de cada matéria. Foi quando resolvi re-estudar tudo novamente, do zero mesmo e por conta própria!!! E, pasmem!!! Aprendi muuuuito mais dessa maneira do da outra, apesar dos bons professores que tive… Por fim, creio que na essência, os BONS PROFISSIONAIS DA AVIAÇÃO não dependem em si dessa obrigatoriedade de fazer curso teórico em escola homologada, mas sim, do real desejo de si tornar um aviador pela sua própria natureza.

  4. luciano
    3 anos ago

    Moro em Bonito-MS aqui não tem escola de aviação estou estudando autodidata,as provas que irei fazer são as mesmas em todo Brasil,então porque obrigar a passar por uma escola de aviação?

  5. Antonio
    3 anos ago

    Quanto a obrigatoriedade do curso de PP e PLA.

    Concordo que deverá ser obrigatório, mas é necessário atualizar o conteúdo programático.

    • gustavo
      3 anos ago

      O conteúdo é OK! precisa revisar a prova!

  6. Flávio
    3 anos ago

    Você tem razão Raul, nada de ficar preocupado, o que resta é esperar e continuar estudando.
    Entrei em contato com a ANAC duas vezes, a primeira eles me falaram que pode me chamar para fazer a prova antes do dia 21/9.
    A segunda me falaram que só com o curso de PPA. Para ser sincero estou tranquilo, e tenho certeza que vai cair…

  7. Aguiar Filho
    3 anos ago

    Com todo o respeito, o que ouço do pessoal da ANAC e dos meus colegas da FAB é EXATAMENTE o contrário: será obrigatório o curso em escola homologada e há forte pressão pelas 200h, inclusive em face dos mais recentes acontecimentos na aviação geral. É ver pra crer.

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Não é o que o pessoal da GCEP mostrou no workshop e nem o que estava na versão enviada para consulta pública. Mas em poucas semanas veremos o que virá por aí.

      • Aguiar Filho
        3 anos ago

        Antes do dia 21.9 ainda veremos muitas reportagens sobre a aviação geral (instrução, TACAs etc.), exatamente para chamar a atenção do público para estas mudanças. Muito embora seja solidário com os alunos, que terão os custos aumentados, sou favorável aos cursos em escolas pela seriedade da atividade. Quanto às 200h para instrução, também sou favorável porque, até pela minha formação de FAB, com 200h o piloto ainda está aprendendo a voar, não ensinando.

        • Cadu
          3 anos ago

          Aguiar, por curiosidade, o cadete sai da AFA com quantas horas de voo? Obrigado. Abs

          • Aguiar Filho
            3 anos ago

            Boa noite, Cadu. Cerca de 75h no T-25, e 125h no T-27. Mas ele não sai instrutor de voo. Antes, segue para o curso especializado no Comando Aéreo de Treinamento (CATRE), em Natal-RN, já na condição de Aspirante-a-Oficial-Aviador. Boa sorte.

        • Antonio
          3 anos ago

          Prezado Aguiar Filho,

          Em respeito a todos os pilotos desta comunidade segue o desabafo:

          Acredito que o Sr. não compreendeu a gravidade da situação.

          1- Para a obtenção de uma liçença de PC-AV o candidato necessita totalizar 150hs de voo no mínimo, sendo 70hs de CMD) mais os requisitos adicionais, previstos no RBAC-61. Podendo inclusive forma-se com 200hs , totalizando 100hs de CMD, caso realize a instrução em escola não homologada. Ex: Acumular as 160hs VFR em escola de PP e depois seguir para uma outra instituição que forneça o curso prático de IFR.

          Com a nova legislação, para torna-se INVA, o aluno deve possuir experiência de 200hs totais de CMD, ou seja, o aluno deverá pagar mais 200hs DE CMD APÓS FORMADO PC (acredito que a interpretação é esta). Caso seja autorizado utilizar a experiência acumulada durante o curso de PC, mesmo assim, necessitará mais 130hs (70hs CMD) ou 100hs (100 CMD).

          2- Oportunidade de trabalho para o jovem piloto: O mercado de trabalho apresenta um abismo para o jovem candidato.
          As empresas não contratam pilotos recentes devido a pouca experiência e problemas com o seguro, ao mesmo tempo, o piloto apresenta dificuldades para a obtenção desta “experiência”, legalmente.

          3- Formação do INVA: Agora chegamos no momento crítico…..

          Apesar de ser piloto com formação recente e ter realizado o curso prático de INVA, concordo que para ser instrutor, o piloto deverá possuir uma ótima experiência prática (no mínimo uma boa vivência no mercado de táxi aéreo, linha aérea ou executiva).

          Agora responda-me:

          1- Quantitativo de profissionais:
          Quantas escolas no Brasil, o Sr acha que possui grupos de instrutores experiêntes para ministração das aulas (pilotos com mais 5000 hs)?

          No mínimo, o Sr vai encontrar 01 coordenador ou 01 piloto checador e vários instrutores-pilotos recém formados!!!!!

          2- Remuneração do instrutor:

          Sabe qual o valor médio do salário destes profissionais?
          Hoje, está havendo uma verdadeira “PROSTITUIÇÂO NO MERCADO”. Não há qualquer correlação financeira com o grau de responsabilidade atribuída.

          Há escolas oferecendo simplesmente o valor da Hora de vôo (Ex. 20/h a 30/h para MNTE ou 40/h para MNTE independente de VFR NOT, IFR etc…) ou até mesmo , NADA, somente oferecendo a mísera hora de voo.

          Uma ou outra escola remunera melhor…

          O pior é que estes pilotos recentes aceitam este assédio e, como a remuneração não permite suportar todo o custeio (aluguel, alimentação, combustível), ” o paizinho paga as despesas complementares”.

          ———————————————————————————————————————————————————–

          Face a realidade, o Sr. ainda acredita que haverá pilotos tentando investir 300hs para ser instrutor?

          Agora imagine os problemas relacionados com a adulteração de CIV e falta de fiscalização (infelizmente ).

          Pessoalmente, gostaria de viver e especializar-se na instrução aérea mas, para a realidade do nosso país, isso é uma piada!!

          Vamos tentar resolver o problema?

          Segue abaixo algumas sugestões:

          – Incentivo fiscal, temporário, para as empresas ou proprietários que contratarem pilotos recém-formados (função co-piloto); e

          – Redução do custo de combustível para as escolas de vôo.

          Será que o Governo concorda?

          ———————————————————————————————————————————————————–

          Em aproveitamento, vamos analisar a eficiência do RBAC 61: ” o aluno de INVA deverá concluir o curso prático dentro de 90 dias consecutivos antes do cheque”.

          Então,,,,,, conclui todo o programa prático mas não consegui realizar o cheque ainda, porque a minha escola está sofrendo nas mãos da ANAC para concluir o processo de liberação do checador da mesma.

          Detalhe, já vou para 20 dias além dos 90 dias.

          Será que a ANAC vai indeferir o meu processo por não ter cumprido conforme legislado?

          ——— BEM VINDO AO MUNDO REAL—————–

          • Aguiar Filho
            3 anos ago

            Entendo sua situação, mormente pelo absurdo do custo da hora de voo. Mas as escolas também precisam se adaptar e fazer sua parte. Como o Sr. mesmo disse, a escola está com problemas para cadastrar o examinador na ANAC. Ora, se não tem sequer um examinador cadastrado sequer poderia oferecer as aulas práticas ao aluno… E muitos aeroclubes/escolas de aviação estão na mesma situação porque (não estou afirmando que é o caso de sua escola) não são bem administrados, ou os diretores não são da área da aviação.

        • luciano
          3 anos ago

          só que na FAB não paga as hors e ainda ganha!

          • Aguiar Filho
            3 anos ago

            Sim. Por isso se chama concurso público. Isso quer dizer que qualquer pessoa, que preencha os requisitos previstos no Edital, pode concorrer. Mas se alguém pensa que a vida é fácil, pode tirar o “cavalinho da chuva”. Num dia, estuda; noutro, voa. E nota 10 é o mínimo que se espera de um cadete.

        • Antonio Santos
          3 anos ago

          Perfeito Aguiar, concordo 100% com você! PP/PC/PLA/INVA, cursos teóricos devidamente homologados em escolas que demonstrem quadro de professores e infraestrutura adequados para atividade. Temos que acabar com o amadorismo que vemos pelas escolas desse Brasil afora. Em relação as 200 horas de voo para INVA, acho até pouco, pois inva deve ser sinônimo de experiencia em voo e não um simples papa hora ou bico.

          • Aguiar Filho
            3 anos ago

            Infelizmente, os INVAs de hoje somente utilizam os aeroclubes/escolas de aviação como “trampolim” para fazer horas de voo e partir para as linhas aéreas ou aviação executiva. Não há comprometimento para com os alunos ou mesmo a Instituição. Partem na primeira oportunidade que tiverem. Não é fácil ser instrutor, pelo contrário, é um verdadeiro sacerdócio e deveria ser reservado para poucos. Aí, sim, seriam valorizados, respeitados em todos os sentidos, mormente na remuneração. A esperança é que, com esta quantidade de horas (200), além de melhor qualidade, apenas os instrutores sigam na carreira.

    • CmteBob
      3 anos ago

      Concordo plenamente contigo Aguiar, pois para tirar uma CNH é preciso ter curso teórico em uma Auto Escola, imagine para um PP inicial que não sabe nem porque o avião voa.!

      • luciano
        3 anos ago

        dois alunos,um fez na escola aviação e outro fez autodidata os dois passaram nas provas da anac ppav, aonde ta a diferença?

        • Aguiar Filho
          3 anos ago

          Esta a pedra de toque. O mal do brasileiro (de um modo geral) é que ele não estuda para a vida, estuda para a prova. É o que acontece nos “benditos” cursinhos pré-vestibulares, que não ensinam a matéria, mas os “macetes” para passar no vestibular. As escolas também precisam se aparelhar para esta nova realidade e ensinar as matérias que serão úteis ao futuro piloto, e não ficar aplicando “simulados” para que possa passar na banca da ANAC. Como visto, a mudança de comportamento será obrigatória a todas as partes envolvidas no processo.

          • Raul Marinho
            3 anos ago

            É justamente por isso que eu acho que a obrigatoriedade dos cursos teóricos é inócua: o sujeito vai fazer um EAD ou um cursinho de esquina só para ter o diploma e pegar uns macetes, e pronto. O que mudaria o patamar mesmo seriam exames orais como os da FAA…

            • Aguiar Filho
              3 anos ago

              Com todo o respeito, não se corta a cabeça de alguém quando este tem enxaqueca. O aluno também precisa buscar as escolas respeitadas, denunciar à ANAC os “cursos de esquina”, frequentar as aulas e não apenas assinar a lista de presença. Vale dizer: FAZER SUA PARTE. Infelizmente, nossa atual política não preza pelo conhecimento, pelo estudo, pelos livros. Tudo se faz da maneira mais fácil para o interessado, e as consequências, neste caso, estamos vendo toda semana no noticiários: acidentes e mais acidentes aéreos e das formas mais absurdas possível. Nenhuma atividade, seja simples ou complexa, fica perfeita sem estudos, sem conhecimento e dedicação.

              • Raul Marinho
                3 anos ago

                Vc tem toda razão, Aguiar! Só tem um “probleminha”: o aluno de aviação (e me refiro aqui à média, é claro que há exceções) está se lixando para a qualidade do ensino que recebe, ele quer saber é do papelzinho (a.k.a. brevê) que o vai permitir ganhar muito dinheiro e fazer sucesso com as “aeromoças”. Daí, a única solução possível seria uma sabatina oral muito bem feita, como é na FAA, para separar o joio do trigo. Tornar os cursos obrigatórios só ajudariam as escolas picaretas a faturar mais, na minha humilde opinião.

                • Aguiar Filho
                  3 anos ago

                  De minha parte, até por ser muito crítico no meu dia-a-dia, fico indignado com um aluno que paga (muitas vezes com enorme sacrifício) um determinado curso e não exige qualidade, boas instalações e professores aptos. Se há escolas picaretas (e muitas a são) é porque há clientela suficiente. Por este raciocício (de que as escolas picaretas vão lucar muito mais), teríamos que parar de exigir muitos cursos em muitas faculdades, porque também há faculdades picaretas (e muitas). Não se melhora uma Nação com base no que não presta, mas naquilo que vale a pena. Todos somos concordes de que algo precisa ser mudado, pois as ocorrências por todo o País são inacreditáveis, e muitas delas (a imensa maioria) tem a ver com a má formação dos pilotos e instrutores. O problema é de raiz, e por ela hão de vir as mudanças e, nesse diapasão, os aeroclubes/escolas de aviação têm um papel preponderante. Por incrível que pareça, estamos brigando para afastar alunos da sala de aula, algo que só vemos mesmo em Países subdesenvolvidos ou de regimes ditatoriais. Triste, porque esta realidade reflete o pensamento dominante de nossos governantes.

  8. alan almeida
    3 anos ago

    não entendo a anac em colocar esta situação da obrigatoriedade do curso teorico para PPs, sendo que isso que diferença faz para os PPs, que ficam numa sala ouvindo macetes para a banca, ou seja de valor algum tem pois quem estuda na casa a chances tambem existem .. abraços raul !!! (minha opinião)…

  9. Marcelo Caio Barbiero
    3 anos ago

    Raul

    Você diria o mesmo (99% de certeza que não entrará em vigor) quanto as 200 horas em comando para INVA?

    Grato

    e Parabéns pelo seu trabalho.

    Barbiero

  10. JMarinho
    3 anos ago

    Boa tarde Raul.
    E sobre os checks de tipo? Alguma esperança para uma possível prorrogação da exigência de simulador?
    Abc

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Aqui a coisa se complica. Sobre este assunto, não faço nenhuma previsão…

  11. Décio
    3 anos ago

    Raul, muito obrigado pelos seus esclarecimentos, leio sempre os posts e aprendo bastante com cada um deles, parabéns pelo trabalho.

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