“DEBATES SNA – Por mudanças no RBAC-61” (10/11) – Um evento que você não pode perder!

By: Author Raul MarinhoPosted on
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O SNA-Sindicato Nacional dos Aeronautas, em parceria com este blog, irá promover no dia 10/11 um evento denominado “DEBATES SNA – Por mudanças no RBAC-61”, em que vamos discutir como reagir às recentes mudanças no ambiente regulatório da aviação geral para pilotos, especialmente quanto às questões dos cheques e recheques das habilitações de TIPO, e a reclassificação de aeronaves consideradas atualmente TIPO, que passariam a ser CLASSE. Precisamos alinhar nossas percepções e validar as estratégias que o SNA está adotando junto à ANAC, em sincronia com as demais entidades associativas envolvidas.

E para tornar o debate mais produtivo, iremos coletar as principais dúvidas sobre o RBAC-61 e enviá-las à ANAC, que se comprometeu em respondê-las previamente. As respostas serão apresentadas e debatidas no evento, o que irá gerar uma nova lista de demandas para ajudar no trabalho de readequação dos regulamentos à realidade dos pilotos. Por isso, solicito que usem o espaço de comentários deste post para suas sugestões.

Um grande abraço,

Raul Marinho

34 comments

  1. Charles Iavorski
    3 anos ago

    Ola Raul poderiam debater também a obtenção da carteira classe, acho um absurdo um PLA não poder lançar horas em duplo comando e um INVA com 200 horas voada poder, acho que tinha que ser igual era antes todo mundo sabe que um PLA tem muito mais experiencia e capacidade de dar instrução então a anac não poderia tirar esse recurso, muitos pilotos foram formados por PLA e voam muito melhor que os apertadores de botão que as companhias querem

  2. barretoasaeroclube
    3 anos ago

    Republicou isso em Aeroclube de Barretose comentado:
    Debate importante para nossa classe !

  3. Wagner
    3 anos ago

    Boa tarde Raul, Raul nesta reunião vcs irão debater sobre o pq a ANAC cassou as isenções, para o PP-A e o PC-A, fazer as bancas de PP-H e PC-H com a isenção das matérias de MET e NV e vice-versa?
    E se a como reverter esta situação? Explicando para a ANAC q não a diferença entre a MET e a NV do piloto de avião para o piloto de helicóptero!

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Embora o foco seja a questão das ha.TIPO, se der tempo vamos tratar desse assunto tbém!

      • Wagner
        3 anos ago

        Valeu Raul.

  4. Alessandro
    3 anos ago

    Raul Bom Dia !

    Referente também à tabela de isenções…Não vejo motivo para quem já é portador de alguma habilitação de categoria, perder o direito do que já era óbvio, referente à isenções de matérias para ser qualificado em outra categoria. Com a mudança só é benéfico à ANAC, pois agora todos terão que obrigatoriamente cumprir as 5 matérias como se fosse inicial e os aeroclubes pelo mesmo motivo. para o piloto é péssimo, pois normalmente com as isenções que tínhamos já era complicado com as aulas presenciais das 3 matérias obrigatórias na isenção, devido o trabalho mesmo fora o custo que aumenta em 40 a 45%.

  5. Rian Oliveira
    3 anos ago

    Boa noite Raul.

    Gostaria de sugerir que colocasse em pauta a nova portaria que prevê que o para dar instrução para PC, tem que ter habilitação de IFR. Não seria plausível restringir somente as horas IFR obrigatórias? Quem checou PC MNTE/IFR fica limitado a instrução para PP.

  6. Olá Raul, boa noite.

    Se você puder informar, eu gostaria de saber o que está sendo proposto para a melhoria do ensino e formação profissional da Aviação Civil.
    Uma situação que considero muito preocupante, e não sei exatamente como desenrolar em uma proposta, é o fato do tratamento que é dado ao ensino ser mais quantitativo do que qualitativo. Somos todos orientados a aprender os macetes para passar nas bancas da ANAC, o que acaba se traduzindo muito mais em decoreba do que em aprendizado em si.
    Tenho percebido nos meus estudos, e também discutindo com profissionais, inclusive que estudaram e estudam nas faculdades de aviação civil (além dos CIACs e Aeroclubes, claro) que há uma diversidade de falhas no ensino e que a maioria das mesmas é originada pela forma como a ANAC orienta o ensino.
    Como você sabe, não é a primeira vez que me manifesto sobre isso, e também tenho ciência de que ninguém tem a obrigação de ser doutor em aviação civil. Mas para mim é sempre óbvio, que sim, a qualidade do aprendizado se reflete em competência e capacidade profissional.

    Saudações.

    Paulo Afonso Nogueira.

  7. Alexandre Vidigal
    3 anos ago

    Raul, checadores civís já também seria uma boa.

  8. Alexandre Vidigal
    3 anos ago

    A agência tem que seguir o moldes americanos tornar essas aeronaves classe é excelente, deixe que as seguradoras façam as exigências de treinamento, como é na América.

  9. Amgarten
    3 anos ago

    Debater o que mesmo?? Basta copiar o FAR61. Acabou!

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Então vamos lá debater se devemos copiar a FAR-61 em inglês mesmo, ou traduzi-la! ;-)

      • Amgarten
        3 anos ago

        Estarei em viagem e não poderei ir, mas nosso relatório de acidentes/incidentes estará prontinho bem antes da data, e poderá ser apresentado aos presentes. Resta saber se contra fatos haverá argumentos.
        Pela cópia do FAR61 já!

        • Raul Marinho
          3 anos ago

          Manda para mim, que eu publico no blog e apresento na reunião!
          Será uma pena vc não poder ir, Cássio, mas vamos fazer de tudo para defender o mesmo ponto de vista que o seu!
          O ponto é que não é só o FAR-61 que precisa ser copiado, praticamente TUDO o que há na FAA tem que ser replicada no Brasil…

          • Amgarten
            3 anos ago

            Pergunte se algum “expert” foi visitar a NBAA neste ano! E mais do que isso, tem que ir lá e aprender o que é a aviação e como fazê-la funcionar.

  10. Ricardo
    3 anos ago

    Raul,
    Por favor inclua a questão da obrigatoriedade das 200h para INVA/H
    Isso ira acabar com o futuro dos pilotos iniciantes de helicoptero

  11. Denis Rodrigues da Silva
    3 anos ago

    – Caso, as atuais aeronaves TIPO: TBM, Pillatus, Cheyennes e King Air Series 90, 100, 200, e outras que eventualmente possam ser incluídas, realmente virar aeronave CLASSE, com a futura emenda, como será o treinamento teórico e prático para obte-las;
    – Como será os cheques iniciais e as requalificações de quem já tem essas habilitações;
    – E essas CTAC’s (Centros de Treinamento de Aviação Civil) vira ou não vira rs, criação de centros de treinamento nacional como uma Fight Safety Brasil, CAE, Simcom, VoeBras (não deixa de ser uma sugestão esse último rs);

    Finalizo com a máxima do cmdte Rolim, que diz “Em busca do ótimo não se faz o bom” e “Quem não tem inteligencia para criar tem que ter coragem para copiar”, a Anac “ideologicamente” tenta o ótimo porém não sabe fazer o feijão com arroz, e na segunda analise nossa atual agencia reguladora não é capaz nem de criar e nem de copiar direito das normas da FAA, atrapalhando e “embargando” diversos processos que poderiam ser simplificados.
    Abraços e Feliz Dia do Aviador.

    • Felipe Saraiva
      3 anos ago

      Se virarem CLASSE não haverá necessidade de treinamento teórico e prático específico como acontece com o TIPO.
      Apenas um Ground School simples como acontece com qualquer aeronave que se vá voar.

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Anotado!

  12. Kadu Lemes
    3 anos ago

    Raul, segue minha contribuição sobre a questão das habilitações de Tipo.
    No meu ponto de vista, a solução mais viável no momento seria a ANAC desfazer a cassação das homologações das escolas que ministravam cursos teóricos em aeronaves Tipo e facilitar a homologação destas escolas como CTACs. Além de instrutores teóricos, estes CTACs teriam instrutores práticos e também checadores dos Tipos. A instrução prática e o check seriam ministrados em aeronave particular, como já era feito anteriormente. A diferença é que existiria um programa de treinamento prático formal aprovado pela ANAC, e não somente os voos com o “comandante amigo” e o check com o “INSPAC voluntário”.
    Os instrutores e checadores destes CTACs seriam comandantes da ativa ou aposentados, habilitados nos respectivos Tipos e que prestariam serviço aos CTACs conforme a disponibilidade e a demanda.
    Com boa vontade dos envolvidos, acredito que em no máximo dois anos se consiga construir esta estrutura. Até lá se mantém os requisitos da Emenda 03.
    Com esta estrutura funcionando, os CTACs nacionais teriam segurança para no futuro fazer investimentos em simuladores de alguns Tipos, que permaneceriam opcionais, mas com o seu uso incentivado.

  13. Carlos Eduardo
    3 anos ago

    IFR-H e IFR-A não poderia ser uma coisa só na prática? Se a própria prova teórica da ANAC não faz distinção ente um e outro, só existe prova de IFR… Por que na prática não se pode unificá-las ou permitir uma convalidação, por exemplo, sou PCA, habilitado IFR-A e pretendo voar IFR um helicóptero , sendo também habilitado nesta categoria é claro (PCH), por que não permitirem uma convalidação do IFR. O voo do helicóptero é mais instável, fato! Mas os conceitos do IFR são exatamente os mesmos!!! Por que não fazer uma, duas, três horas apenas de adaptação e solicitar o check para a constatação da proficiência e, consequentemente, convalidá-lo para helicóptero, ou vice-versa? É possível e viável incluir este assunto no debate de 10/11 por mudanças no RBAC 61? Obrigado.

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Sim, claro! Incluído está!

      • Carlos Eduardo
        3 anos ago

        Obrigado pelo seu importante apoio. Penso que, diante dos altíssimos custos para se obter uma habilitação IFR-H e ainda, pelas incertezas na regulação, tanto que nenhuma escola no Brasil está conseguindo checar o candidato a esta habilitação, mesmo com a IS 61-002B em vigor, seria um tema de suma importância na formação de novos pilotos e mais antigos como eu, por exemplo. É um calvário conquistar esta habilitação IFR-H em nosso país. E se for buscá-la fora, tente convalidá-la aqui!!!

        Obrigado, mais uma vez.

      • Felipe Saraiva
        3 anos ago

        Raul,
        Ainda sobre o IFR, esse link que se faz hoje entre o MLTE-IFR e o MNTE-IFR também não faz sentido, pelo menos para mim. Se o piloto re-checa o IFR em Mono, fica impossibilitado de voar IFR em Multi.
        Ora, o IFR independe da máquina que se está voando, se não daqui a pouco vai ter cheque IFR para six-pack e cheque IFR para glass cockpit.

        Abraço!

  14. Hudson Eduardo
    3 anos ago

    Alem das mudanças nas questoes TIPO, uma coisa que é preciso levar nessa reunião, é a volta da possibilidade de Co-Pilotos contarem horas em aviao Single, pois com isso, muita gente voltará a ter oportunidades de voar como Co-Piloto.
    Fica a minha sugestao!
    Valeu Raul!

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Esse é o ponto que eu considero primordial, aliás!
      Pensando nos recém-formados, é o mais importante!

  15. Jaime
    3 anos ago

    Prezado Raul;
    Tenho acompanhado seus post, quando posso, sobre o RBAC-61 e desde já o parabenizo pelo seu esforço em ajudar nossa comunidade aeronáutica . Estou na executiva e portanto me enquadro na 91 pura. Eu não entendo por que a ANAC dificulta tanto as nossas vidas com regras e normas absurdas. Não acredito que nossa categoria seja composta por maus profissionais. A impressão que temos é que para a entidade, somos desonestos e ruins até que se prove o contrário. Ora , teria que ser ela ( ANAC), a primeira a nos defender e ter na sua essência o objetivo de promover meios para que possamos atingir nossos anseios profissionais dentro de uma perspectiva real.
    Mas vamos deixar as reclamações um pouco de lado e pensemos em sugestões. A mais sensata que eu poderia sugerir era manter os recheques como estavam e os iniciais em simuladores. Àqueles que têm condições de rechecar em simuladores, já o fazem quando podem, mas não se pode impor um recheque em simulador fora do País como única alternativa para manter a habilitação em dia. O Simulador é e sempre será a melhor ferramenta de treinamento mas temos que saber dividir este treinamento com a manutenção da habilitação do equipamento. Como se diz: Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
    Abraço a todos e um Feliz dia do Aviador.

  16. Erol
    3 anos ago

    Que coisa louca, quanta enrolação, a coisa é simples, não entendo o que querem.
    Na vida tem dois tipos de pessoas. Os que dificultam e os que FAZEM.

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