BoldMethod: “Should Every Pilot Practice Spins?”

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Nas discussões de porta-de-hangar (ou de bar-de-aeroclube), certamente a questão do treinamento para sair de parafusos está entre as mais populares – depois da interminável polêmica “trem de pouso convencional X triciclo”, é claro! Dito isto, o artigo do BoldMethod – “Should Every Pilot Practice Spins?” – é excelente para não ficar só no “eu acho que…”, “antigamente todo mundo treinava…”, “se tivesse esse treinamento, não morria tanta gente…”, etc. Baseado em 53 acidentes investigados pela NTSB, ocorridos entre 01/01/2012 e 01/01/2015, o artigo conclui que a resposta para a pergunta que realmente importa sobre o assunto – “Should you take spin training?” – é a seguinte:

It’s up to you. If done with a spin-proficient CFI in the right plane, it’s safe and an absolute blast. But, it probably won’t save you from the typical stall/spin accidents.

Mas clique no link acima, e leia o artigo inteiro: ele está muito bom! E não deixe de ler também os comentários dos leitores, como este que reflete exatamente o que penso sobre o assunto:

I think spins should absolutely be experienced by pilots during training. For one thing, people tend to be afraid of the unknown and the panic factor of a unexpected spin encountered by a pilot who’s had no training probably contributes to these accidents. Would it prevent them all? No. But it would help, and the stick-and-rudder skills gained would help with *prevention*, which is the best part of all. I explained my reasoning here. (Ron Rapp)

2 comments

  1. Beto Arcaro
    3 anos ago

    Tirando as estatísticas de lado, eu acho que a recuperação de parafusos deveria ser treinada e estudada.
    Afinal, não é uma situação de “Upset”?
    Na minha época (tenho que dizer isso) a gente fazia o treinamento de “Recuperação” de parafusos.
    O instrutor colocava o avião em parafuso e você recuperava.
    Estava no compêndio de manobras elementares de vôo.
    Às vezes, era cobrada no cheque de PP, no Paulistinha.
    Às vezes!
    Pararam com esse hábito, pois chegaram a conclusão que os parafusos forçavam as velhas estruturas dos Paulistinhas.
    Só que nada disso ocorria!
    O parafuso é uma manobra estolada!
    A recuperação era feita com velocidades entre 60 e 80 Mph.
    Nada demais!
    Uma curva de grande inclinação forçava muito mais.

  2. Humberto Branco
    3 anos ago

    Deveria ser obrigatório, se feito com aeronave e instrutores apropriados. Preferencialmente em planadores.

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