A curva do homem morto

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Se você está estudando para se tornar piloto de helicóptero, nunca, jamais, deixe um livro, caderno ou apostila com o termo “curva do homem morto” acessível para que sua mãe saiba que o voo que você pratica tem esse tipo de “perigo”. Por outro lado, se você é o próprio estudante, então explore o assunto ao máximo! E, neste sentido, o artigo recém-publicado no blog Piloto Policial – “Os mistérios da relação Altura X Velocidade” – (uma tradução de “The mysteries of the height-velocity curve“, do blog Hover Power da AOPA) é extremamente recomendável!

One comment

  1. José Luís
    3 anos ago

    Essa matéria tem um detalhe interessante que não tem a ver com asas rotativas, mas sim com aviação e vida.

    O escritor comenta que a necessidade de se fazer o procedimento dentro das “condições adequadas” para aeronave +/- 5KT para que se passe no teste de proficiência,acaba contribuindo para ter um piloto engessado que não consegue trabalhar dentro de todos os limites da máquina para alcançar seu objetivo, que deveria ser descer em auto-rotação, de forma segura e para o ponto onde deseja.

    Como dito, muitos morrem de medo de usar uma velocidade abaixo da ideal menos 5kt e uma RPM abaixo do arco verde, mesmo que acima da mínima para uma certa configuração e garantir alguns importantes segundos a mais de planeio, por exemplo. Eu era assim e superei esse paradigma graças a um bom instrutor que na prática me mostrou que 90% de RPM / 55KT podem não me matar e ser melhor quem 100% de RPM / 70 KT.

    O fato importante é pensar até onde os limites para aprovação das planilhas de teste estão fazendo com que os os pilotos voem e sejam treinados mais quarados, perdendo a oportunidade de vivenciar experiências, dentro dos limites operacionais, que podem ser úteis no mundo real.

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