Como ficam os projetos de aeronave ‘single pilot’ na aviação comercial depois do caso Germanwings?

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Depois do acidente com o avião da Germanwings, supostamente causado de forma deliberada pelo copiloto (atenção: isto não está provado ainda, foi um promotor que vazou as informações, e a investigação segue em andamento), acho que precisamos rediscutir a questão dos projetos de aeronaves ‘single pilot’ na aviação comercial. Porque, se os especialistas em segurança acham que um piloto não pode ficar sozinho na cabine – o que questiono, vide este artigo -, então não faz sentido haver aeronaves comerciais ‘single pilot’, não é mesmo?

3 comments

  1. Leitor
    4 anos ago

    Saiu na imprensa agora, que a anac vai recomendar, assim como em outros lugares no mundo, pelo menos dois tripulantes na cabine, todo o tempo. Quanta hipocresia. Homologa aeronaves single pilot, aceita que um trip não habilitado fique na cabine enquanto um habilitado se ausenta, etc…..
    Chega de anac…..

  2. gustavo
    4 anos ago

    Comerciais, homologação FAR 25, não tem como mesmo. O risco é muito grande, sendo impossível garantir a integridade física/fisiológica e psicológica do tripulante 100% do tempo (0,000000001%) da operação.
    Em homologação FAR 23, aonde não tem a exploração, o risco jurídico é minimo. Ai é a analise do proprietário do risco. Seria a hora dos pilotos de monomotores avançados (pc12, tbm) e bimotores (pa34, be58, c90, etc) lembrarem seus patrões do risco que estão expostos na operação single. Um calculo renal e ele estará em picas.

    Quando botam na mesa, os 2 mil para um copiloto no seneca é mais barato que um tanque do mesmo.

  3. Edelvan Rocha
    4 anos ago

    boa colocação! quero ver agora como irá ficar.

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