Tirando a depressão do armário da aviação

By: Author Raul MarinhoPosted on
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O texto deste artigo encontra-se publicado em https://paraserpiloto.org/blog/2018/03/27/recordar-e-viver-o-caso-germanwings-e-a-depressao-em-pilotos/

8 comments

  1. Flávio
    3 anos ago

    Ola Raul,

    Gostaria de saber se há a necessidade( obrigatoriedade) de fazer o curso teórico de PPH/A em uma escola? ou posso agendar e marcar a prova da ANAC sem fazer o curso em escola?

    • Raul Marinho
      3 anos ago

      Até 21/09, não.

  2. Cleber Winkler
    3 anos ago

    ótima publicação Raul , a depressão ainda é muito rotulada e erroneamente associada a ” fraqueza da mente ” , os antidepressivos atuais são seguros e eficazes. Risco maior existe quando o álcool ou drogas são usados para amenizar essa situação, na maioria das vezes não diagnosticada.

  3. Mateus
    3 anos ago

    Excelente artigo, é digno de atenção. Creio que o maior medo dos pilotos em procurar ajuda é o medo de ser afastado da profissão. Minha duvida aos colegas que voam na linha, nesse caso do cmte que voou e tomou antidepressivo, será toxicológico não acusou o uso do medicamento?
    Grande abraço

  4. É. Uma vez uma “jênia” do RH da falecida disse que uma das características mais valorizadas na seleção dos candidatos era a “capacidade de resistir à frustração” (ou seja, a clara predileção da empresa era por “panelas de pressão humanas”). Aí, os leitores – visivelmente “P_Off” – começaram a escrever perguntando “Que tal a empresa – em lugar disso – se empenhar em reduzir os focos geradores de frustração”…”. Pelo que eu lembro, ninguém obteve resposta…

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