O futuro da aviação geral americana, segundo a FAA

By: Author Raul MarinhoPosted on
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De acordo com este artigo da AOPA, com dados de um estudo da FAA, a aviação geral americana de 2035 (daqui a 20 anos, portanto), deverá caminhar no seguinte sentido:

  • Total de pilotos: crescimento de 593.499 para 617.000 pessoas / +23.501 ou +4%
  • Pilotos Privados: diminuição de 174.883 para 163.600 pessoas / -11.583 ou -7%
  • Alunos de aviação: diminuição de 120.546 para 112.200 pessoas / -8.346 ou -7%
  • Aeronaves a pistão: diminuição de 139.890 para 125.935 aeronaves / -13.955 ou -10%
  • Frota total da aviação geral: crescimento de 198.860 para 214.260 aeronaves / +15.400 ou +8%
  • Frota de LSA’s: crescimento de 2.200 para 5.360 aeronaves / +3.160 ou 144%
  • Pilotos Desportivos: crescimento de 5.157 para 14.950 pessoas / +9.793 ou 190%

O estudo afirma, ainda, que a idade média atual dos atuais pilotos americanos é de 44,8 anos.

Com todas as ressalvas que projeções deste tipo possam ter, o fato é que a FAA entende que, claramente, deve haver um forte movimento de migração dos pilotos da aviação geral, de Privados para Desportivos; e das aeronaves mais simples, de Homologadas/MNTEs para LSA’s.

5 comments

  1. Santiago
    3 anos ago

    alguem sabe alguma empresa que esta contratando na aviação geral nos usa?
    ou alguma tipo catho??

  2. ernestoadvogado@yahoo.com.br
    4 anos ago

    Imagine se o LSA fosse bem cuidado no Brasil, teriam também um crescimento enorme de pilotos e aeronaves, tão logo fosse superada esta crise.

  3. robson
    4 anos ago

    corrigindo na exportação de pilotos. i sorry

  4. robson
    4 anos ago

    Na balança os pontos positivos pesam um pouco mais, mas o assunto ainda não deixa de ser complexo, no impacto que tambem possa acontecer na aviação mundial.
    Pensando positivamente o Brasil poderá se beneficiar em vários aspectos, como importação de pilotos brasileiros que sonham em ter uma carreira internacional; baixa no preço de aeronaves a pistão dando a possibilidade de mais importações dessas para o Brasil aumentando a possibilidade da nossa aviação executiva empregar muitos pilotos que aqui estão. E por ai vai, uma coisa puxa a outra.

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