O programa do ‘Fantástico’ sobre “o voo dos irresponsáveis”: ‘ô lôco, meu!’

O programa do ‘Fantástico’ sobre “o voo dos irresponsáveis”: ‘ô lôco, meu!’

By: Author Raul MarinhoPosted on
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O texto deste artigo encontra-se publicado em https://paraserpiloto.org/blog/2018/03/22/recordar-e-viver-o-voo-do-bebado/

21 comments

  1. Valtemir Tambarussi
    2 anos ago

    O que vejo na matéria de Itápolis é pura politicagem! Tentam denegrir pessoas que revitalizaram e estruturaram o Aeroclube de Itápolis. Muitos pilotos formados aqui pilotam pelo mundo todo, e são pilotos conceituados e de um profissionalismo impar!

  2. Rubens
    2 anos ago

    O que me chocou foi a falta de padronização e profissionalismo na aviação. Neste e em outros foruns tem piloto defendendo e piloto metendo o pau com a mesma convicção , o mesmo vigor.
    Se houvesse um minimo de padronização na aviação, as opinioes seriam mais convergentes.
    Sem falar na personalização …”se fulano permitiu esta tudo OK” …..”o cicrano não tem competencia para avaliar”…” o beltrano é competente se ele fez ta certo”.
    Cadê o profissionalismo que tanto se prega na aviação?
    Esta provado: vivemos numa republica de bananas!
    Senti vergonha com algumas coisas que vi e outras que li.

  3. Rui
    2 anos ago

    O vôo bêbado já era feito pelo Bertelli na década de 70. Não tem nada de irresponsável.

    • Dan White
      2 anos ago

      1970 Rui!
      Outra época, outra cultura, outro conhecimento aeronáutico…
      V.Sa. sabe bem que muito do já foi aceito antigamente não é mais cabível atualmente.

      • Rui
        2 anos ago

        Vê no Google quem foi Alberto Bertelli . Os Paulistinhas de antigamente era usado para estas apresentações.

  4. Carlos Pera
    2 anos ago

    Viajaram na maionese!
    Absurdo, bobeira, coisa sem sentido nessa reportagem do Fantástico e que foi exibida na TV TEM no Jornal Local de meio dia na 2ª feira!
    Coisas de Brasil!

  5. Hercules Breseghelo
    2 anos ago

    Eu estava lá. Havia SIM ISOLAMENTO DA ÁREA e, em nenhum momento, qualquer manobra foi praticada fora do alinhamento da pista.Outra coisa: O PILOTO É UM EXPERT EM ACROBACIAS. Esse chamado “vôo do bêbado” é praticado no mundo todo.Aqui no Brasil o Alberto Bertelli sempre executou essas manobras.nas centenas de exibições que fez pelo Brasil e América do Sul.Quanto a reportagem exibida pelo “CHATASTICO”, mostra muito bem a falta de profissionalismo e despreparo dos profissionais encarregados de colocar no ar reportagems desprovidas de qualquer conhecimento técnico.

  6. JOSE PEDRO BITTENCOURT
    2 anos ago

    ESSES CHOU SÃO MUITOS LINDOS E SEGURO MOSTRA A CONPETENCIA E A FRIEZA DE UM GRANDE PILOTO AEREO ACOBRATICO

    • Raul Marinho
      2 anos ago

      Vc tá de sacanagem, né? Fala que sim, por favor!

      • kent
        2 anos ago

        Tá com cara de ser sacanagem…

  7. Marcelo Rates Quaranta
    2 anos ago

    Raul, o que vimos no caso do voo do bêbado não foi nada mais do que um voo glissado sobre a pista, e com motor a pleno. Nada que represente perigo e que não chega nem perto do que é feito no voo do bêbado apresentado no vídeo acima, dos Estados Unidos. .
    .
    Agora, o que mais me surpreendeu foi a narrativa fatalista do “especialista”, cuja carreira é obscura, e que ganhou alguma notoriedade às vezes se apropriando de textos alheios. Ora, tenha paciência… Parece que o Fantástico escolheu a dedo alguém que concordasse em dar um tom sensacionalista à coisa. Todos sabem que eu não defendo qualquer tipo de besteira, mas especificamente em relação ao voo do bêbado, o camarada perdeu uma grande oportunidade de colocar um esparadrapo na boca.
    .
    Conheço o Aeroclube de Itápolis (pois fiz curso de piloto agrícola lá), e posso assegurar que o Edmir e o Josué jamais consentiriam algo que fosse reprovável em relação à segurança de voo.

  8. Marcelo Martinho
    2 anos ago

    Quem vê pensa que o Sr. Decio Correia a vida inteira dele só voou padrão. Bando de hipocritas,,, Porque não fizeram uma reportagem com dados e números de acidentes ou incidentes ocorridos,, matéria que nos levou do nada pra lugar nenhum.

  9. nilton lucilio
    2 anos ago

    bela materia falou tudo !!!!

  10. André.
    2 anos ago

    Dois rasantes ali mostrados (do helicóptero e do cessna que quase atinge o barranco) eu achei uma temeridade de fato.
    O “vôo do bêbado”, a passagem baixa em formação e até a passagem sob a ponte são, em tese, coisas comuns – nada além de pilotos com domínio sobre os equipamentos que operam.

    De todas, seguramente, a mais confiável teria sido a do aeroclube – não por conta da instituição, mas pelo fato de ser ocorrido em ambiente próprio (embora não ideal) e, ainda que de forma não-oficial, executada possivelmente por instrutor, em hora programada, com apoio e coordenação externas etc.

    Mas pecou por não comunicar e executar oficialmente. Quando se fala em cultura aeronáutica é de se esperar que a aderência às regras e a padronização venham “de berço” e este, é o aeroclube. Se a ANAC vai ou não inspecionar, se vai onerar é uma outra discussão. Mas se formos sempre enveredar por este caminho alguns diriam não precisar nem de pagar o brevê (sei que sou muuuuuuuuuuuuito bom). Enfim, foi vacilo. E pode ter sido o único; mas pode haver outros – que não deram em nada e que ninguém vai ter como saber – o que pode ser ruim quando se fala de prevenção.

    Entretanto, há que se levar em conta que existe uma diferença entre ser piloto (bom ou mal) e piloto de acrobacia. Para começar, acrobacias precisam de ambiente adequado onde haja coordenação e aviso para outras aeronaves. Mas, sobretudo, precisam de planejamento. Um piloto de acrobacia foi treinado para ser um cara que planeja MUITO – não apenas o que pretende realizar, mas o que fazer se esta ou aquela etapa acontecer de forma errada.

    Padronização, precisão, disciplina, planejamento, aderência a regulamentos e cultura aeronáutica vão todas pros quintos dos infernos quando, de uma hora pra outra, um sujeito resolve se mostrar em manobras de baixa altitude para possíveis periguetes de plantão.

    Finalmente, quanto ao conteúdo da matéria e sua abordagem, é querer criticar o jornal por querer vender jornal (ou “likes”). Seja qual for a matéria, o noticiário e muito mais um “fofocário” que outra coisa. Incerto, impreciso, incompleto ou, simplesmente, “resumido” – como dizem os jornalistas…

    • Gleidson
      2 anos ago

      Muito bem fundamentado o seu comentário. Ainda sou estudante não sou especialista mas sei que os termos: Padronização, precisão, disciplina, planejamento, aderência a regulamentos e cultura aeronáutica são indispensáveis à aviação contemporânea. Estão no anexo 19 da ICAO. Mesmo que a aviação fique chata.
      Mesmo percebendo o tom sensacionalista do Fantástico, as imagens falam tudo. São violações, indisciplina, propaga a cultura da violação rotineira e pior não era necessário ou essencial a nenhuma operação. O texto me pareceu uma apologia a complacência.

  11. Antonio Carlos de Carvalho Filho
    2 anos ago

    Perfeito Raul!!!! Misturaram no mesmo balaio coisas muito diferentes!!!!!
    O mais triste de tudo foi ver um “especialista” que tem teto de vidro criticando o “vôo do bêbado” como se não soubesse do que se trata ou como se fosse o mesmo que uma irresponsabilidade qualquer…

  12. Rodrigo Aldz
    2 anos ago

    O correto seria comunicar a Anac do evento, o que não foi feito segundo a reportagem e o diretor de operações da Anac.
    Na avião há regras e me causa estranheza uma instituição que tem como objetivo ensinar e instruir novos pilotos não seguirem as regras determinadas.

    • Antonio Carlos de Carvalho Filho
      2 anos ago

      O fato do erro de comunicação com a ANAC não torna o vôo realizado uma “irresponsabilidade”!!! Não se pode comparar uma “exibição aérea” feita por gente qualificada e treinada com razantes sobre pessoas ou uma outra estripulia qualquer… São coisas muito distintas!

      • Rodrigo Aldz
        2 anos ago

        Exibição aérea irregular, sem comunicar os órgãos competentes, colocando em risco a operação de outras aeronaves e pessoas que assistiam (não sei se você reparou mas os espectadores estavam em uma área próxima das manobras)
        O aeródromo de Itápolis não é exclusivo do aeroclube e exibições desse tipo devem ser avisadas e comunicadas via notam para que outros aviadores conheçam e tenham ciência durante o seu planejamento de voo

  13. Fernando Pinheiro
    2 anos ago

    Concordo contigo Raul. E mais. Os leigos quando se atrevem a falar de aviação, não sabemos o que esperar e ainda coisa boa não virá. E pior… Eles tem contribuindo para deixar a aviação ainda mais chata, leia-se menos humanos e mais automatismo. No dia que não tivermos mais pilotos no comando das aeronaves, talvez eles saiam em defesa da classe.

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