ATENÇÃO: ANAC regulamenta o registro das horas de voo como SIC (“copiloto”) de aeronaves ‘single pilot’

ATENÇÃO: ANAC regulamenta o registro das horas de voo como SIC (“copiloto”) de aeronaves ‘single pilot’

By: Author Raul MarinhoPosted on
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A IS 00-004C traz uma importante Diretriz Interpretativa especialmente para quem atua na aviação geral, pois regulamenta o registro das horas de voo como SIC (“copiloto”) de aeronaves ‘single pilot’ – por exemplo: o piloto que voa na direita de um avião Seneca ou na esquerda de um helicóptero Esquilo. Nestes casos, a DI-SPO 0003 Rev.A estabelece os critérios para registro desta experiência de voo na CIV, conforme texto reproduzido ao final deste post (os grifos em vermelho são os trechos mais importantes).

Habilitação requerida para o SIC

De acordo com a SPO/ANAC, o piloto que atuar como SIC em aeronave ‘single pilot’ deverá estar corretamente habilitado, ou seja:

  • Para ser SIC de aviões da CLASSE MLTE (ex. Piper Seneca), o piloto irá precisar possuir a habilitação de CLASSE MLTE;
  • Para ser SIC de aviões CLASSE que requeiram endosso (ex. Beech King Air) ou de helicópteros CLASSE (todos), o piloto irá precisar possuir, além da respectiva habilitação de CLASSE, o endosso para modelo específico de aeronave (do Apêndice A da IS 61-006B);
  • Para ser SIC de uma aeronave TIPO (ex. Embraer Phenom 100), o piloto irá precisar possuir a respectiva habilitação de TIPO (no caso, EPHN); e
  • Para ser SIC em um voo por instrumentos, é necessário possuir a habilitação IFR da categoria (IFRA ou IFRH, conforme o caso).

Piloto em instrução para obter endosso

O processo de obtenção de endosso para modelo de aeronave (Apêndice A da IS 61-006B) requer “instrução de voo”, ainda que não necessariamente ministrada por um Instrutor de Voo habilitado (INVA/INVH) – na maior parte dos casos, o instrutor pode ser PC. Portanto, a instrução realizada com um não-INVA/INVH também deverá ocorrer com o lançamento da hora do instruendo como SIC, uma vez que a hora em duplo-comando só pode ocorrer com um INVA/INVH (item “18” da seção 61.2 do RBAC-61 EMD006). Todavia, as horas de voo de instrução ministrada por um não-INVA/INVH também se enquadram no item “l” da seção 61.3 do RBAC-61 EMD006, e “devem ter como única finalidade a instrução do piloto, não sendo permitido o transporte de passageiros ou cargas, ou a realização de outros serviços aéreos durante a instrução“.

Voos para readquirir experiência recente

Nos casos em que o piloto estiver voando com um outro piloto habilitado para fins de reaquisição de experiência recente, de acordo com a seção 61.21 do RBAC-61 EMD006 (operação diurna, noturna, em avião com trem de pouso convencional e/ou IFR), o piloto que estiver readquirindo a experiência recente deverá lançar estas horas como SIC, e o outro piloto lança as horas como PIC. E como não se trata de um voo de instrução, não se aplicam as restrições da seção 61.3(l) acima citadas.

Usos do voo como SIC em aeronave ‘single pilot’

À exceção do requerido na seção 135.101 do RBAC-135 EMD003 (operação IFR com aeronave de táxi aéreo), as horas de voo adquiridas como SIC de aeronave ‘single pilot’ não podem ser utilizadas para fins de obtenção de licença de grau superior – por exemplo: um PC não pode usar tais horas para obter a experiência mínima para obter a licença de PLA. Portanto, tais horas de voo poderão ser utilizadas:

  • Para fins de reaquisição de experiência recente ou em treinamento para obtenção de endosso ao modelo de aeronave (vide acima); e
  • Para comprovação de experiência com finalidades profissionais, isto é: para constar no currículo do piloto/aeronauta.

Em ambos os casos, eventuais fraudes no registro das horas de voo poderão resultar em sanções administrativas, cíveis e criminais, de maneira idêntica às fraudes nas horas PIC ou em duplo-comando.

Para o uso das horas SIC de aeronave ‘single pilot’ como experiência profissional, o SNA está desenvolvendo um processo de verificação da experiência de voo conjuntamente com os registros profissionais, de modo a emitir um certificado de experiência profissional para o aeronauta. Em breve anunciaremos mais detalhes sobre este processo.

A seguir, o texto da DI:

Superintendência de Padrões Operacionais – SPO
DIRETRIZ INTERPRETATIVA

Assunto: Registro de horas de voo como segundo em comando de aeronaves certificadas para tripulação mínima de um piloto (single pilot).
Código: DI-SPO 0003 Rev: A – Aprovada originalmente em: 15/07/2016 – Revisada em: N/A
Regulamentos: RBAC 61 – Itens de Regulamento: 61.29
QUESTÃO
A seção 61.29 do RBAC 61 prevê as regras para contagem e registro de horas de voo por pilotos.
Pelo previsto nos parágrafos 61.29(d) e 61.29(e), se observa que o piloto segundo em comando de uma aeronave “single pilot” (isto é, certificada para tripulação mínima de um piloto), somente pode contar tais horas nos casos em que “devido à operação, a ANAC determinar que necessite de um segundo em comando”.
No entanto, o registro de horas na função de segundo em comando (SIC) em aeronaves single pilot se faz necessário para o cumprimento da experiência recente, bem como para eventuais finalidades pessoais, tais como controle de horas totais voadas, comprovação de experiência profissional prévia para fins de participação em processos seletivos de operadores aéreos, etc.
Desse modo, pergunta-se: o piloto segundo em comando que operar aeronave single pilot em casos fora dos previstos nos parágrafos 61.29(d) e 61.29(e) pode registrar tais horas em sua Caderneta Individual de Voo (CIV)? Em caso afirmativo, em qual campo da CIV devem ser lançadas essas horas?
INTERPRETAÇÃO
O piloto segundo em comando que operar uma aeronave single pilot em casos fora dos previstos nos parágrafos 61.29(d) e 61.29(e) do RBAC 61 pode registrar tais horas em sua CIV. O piloto deve, neste caso, registrar integralmente o tempo de voo no campo “CO-PILOTO” de sua CIV.
O piloto NÃO PODE apresentar tais horas à ANAC para fins de solicitação de uma licença.
O piloto PODE, entretanto, utilizar tais horas para outras finalidades que não a concessão de licença, tais como comprovar experiência recente, comprovar experiência para fins profissionais (ficando a critério do empregador aceitar ou não tais horas), etc.
Caso o piloto opere como segundo em comando de aeronave single pilot em um operador de táxi aéreo, sob a previsão da seção 135.101 do RBAC 135, as horas PODEM ser consideradas para fins de concessão de uma licença de grau superior desde que sejam comprovadas mediante declaração de horas de voo expedida pelo operador.
FUNDAMENTO DA INTERPRETAÇÃO
O RBAC 61 é o regulamento que trata das licenças, habilitações e certificados de pilotos, estabelecendo os requisitos que devem ser atingidos para sua concessão e revalidação.
Dentre as previsões do regulamento, a seção 61.29 é a responsável por disciplinar a “contagem e registro de horas de voo”, dentro da qual se encontram os parágrafos 61.29(d) e (e):
61.29 Contagem e registro de horas de voo
(d) Para fins de contagem das horas de voo, para concessão de uma licença de piloto de grau superior, o titular de uma licença de piloto quando atuar como segundo em comando de uma aeronave certificada para operação com tripulação mínima de 1 (um) piloto, mas que, devido à operação, a ANAC determinar que necessite um segundo em comando, deve registrar as horas de voo considerando, no máximo, 50% (cinquenta por cento) do tempo de voo na função de segundo em comando. (Redação dada pela Resolução nº 378, de
18.03.2016)
(e) No caso do estabelecido no parágrafo (d) desta seção, o segundo em comando pode registrar integralmente as horas de voo se a aeronave possuir uma posição de segundo em comando devidamente equipada para operar com segundo em comando.
Se por um lado a regra é clara ao informar que as horas realizadas como segundo em comando de aeronave single pilot somente são aceitáveis nos casos em que houver uma regra de operação que determine a presença do segundo em comando a bordo (ex: RBAC 135.101), por outro o trecho grifado deixa expresso que todo o teor do parágrafo somente se aplica à contagem de horas de voo para fins de concessão de uma licença de piloto de grau superior (isto é, para obter uma licença “superior” à que o piloto interessado possui).
Em outras palavras, os itens 61.29(d) e (e), assim como de fato toda a seção 61.29, pretendem somente estabelecer quais horas são aceitas pela ANAC como comprovação de experiência em processos de concessão de licença de pilotos, e não restringir completamente o lançamento em si das horas de voo em CIV pelos pilotos.
Isso ocorre porque a CIV é um documento pessoal de experiência, de responsabilidade de seu detentor, que tem apenas como uma de suas finalidades a comprovação de experiência perante a ANAC, mas certamente não se trata de seu único propósito. Não há restrição regulamentar para que tal documento seja utilizado para outros fins, tais como controle pessoal das horas voadas, registro de horas para fins profissionais e comprovação de experiência recente na classe/tipo perante a ANAC.
Quanto a esta última, note-se que caso o lançamento da experiência como SIC em aeronave single pilot fosse vedado, tornar-se-ia impossível ao piloto que tenha perdido a experiência recente comprovar à ANAC que a recuperou, uma vez que o método regular para tal recuperação é realizar, na função de segundo em comando (já que o piloto nesse caso está impedido de atuar como piloto em comando), os pousos e/ou procedimentos previstos na seção 61.21 do RBAC 61.
Desse modo, para exemplificar esta interpretação, podemos afirmar que um piloto comercial que atue como segundo em comando de aeronave registrada para tripulação mínima de um piloto poderá registrar tais horas integralmente no campo “CO-PILOTO” de sua CIV, mas não poderá apresentar tais horas à ANAC para a comprovação das horas de voo requeridas pela seção 61.141 para a obtenção de uma licença de PLA, e caso as apresente, terá tais horas desconsideradas por esta Agência.
Ressalte-se, por fim, que este entendimento está de acordo com o previsto na regra que deu origem à previsão constante do RBAC 61, qual seja, o Anexo 1 à Convenção sobre Aviação Civil Internacional (Convenção de Chicago), que também limita a aplicabilidade da regra ao registro de horas para fins de concessão de uma licença de grau superior:
2.1.9 Crediting of flight time
2.1.9.1 A student pilot or the holder of a pilot licence shall be entitled to be credited in full with all solo, dual instruction and pilot-in-command flight time towards the total flight time required for the initial issue of a pilot licence or the issue of a higher grade of pilot licence.
2.1.9.2 The holder of a pilot licence, when acting as co-pilot at a pilot station of an aircraft certificated for operation by a single pilot but required by a Contracting State to be operated with a co-pilot, shall be entitled to be credited with not more than 50 per cent of the co-pilot flight time towards the total flight time required for a higher grade of pilot licence. The Contracting State may authorize that flight time be credited in full towards the total flight time required if the aircraft is equipped to be operated by a co-pilot and the aircraft is operated in a multi-crew operation.
2.1.9.3 The holder of a pilot licence, when acting as co-pilot at a pilot station of an aircraft certificated to be operated with a co-pilot, shall be entitled to be credited in full with this flight time towards the total flight time required for a higher grade of pilot licence.
2.1.9.4 The holder of a pilot licence, when acting as pilot-in-command under supervision, shall be entitled to be credited in full with this flight time towards the total flight time required for a higher grade of pilot licence.
PALAVRAS-CHAVE
AERONAVE SINGLE PILOT; SEGUNDO EM COMANDO; SIC; CONTAGEM E REGISTRO DE HORAS DE VOO; COPILOTO; CO-PILOTO; 61.29; CIV.

91 comments

  1. Axel Pliopas
    5 meses ago

    Prezado Raul, estou com uma equipe voando um Seneca de matrícula brasileira no Gabão (África). Alguns colegas não possuem icao (inglês). Isso constituiria algum tipo de restrição para o lançamento de horas de voo como Segundo em Comando aqui? Tem ideia de qual legislação eu deva consultar para encontrar a resposta definitiva? Muito obrigado pela atenção e parabéns pelo trabalho no blog.

    • Raul Marinho
      5 meses ago

      O conceito de SIC é o de um piloto regularmente habilitado para a aeronave, tão apto quanto o PIC para tal. Ou seja: um piloto sem a habilitação MLTE não poderia voar como SIC de um Seneca; um piloto sem IFR não poderia voar como SIC num voo com FPL IFR, e assim por diante. Numa aeronave single, o SIC deve ter a mesma habilitação do PIC, esta é a lógica da operação. Portanto, se um PIC não pode comandar a aeronave sem o ICAO-4+, um SIC sem tal certificado tampouco poderia atuar, concorda?

  2. Raul Boa tarde.
    Sou Inva Mult IFR, e pelo entendido… posso lançar horas em minha CIV em uma aeronave modelo Baron que é single pilot porem Mult; Estando na esquerda posso lançar como Co-Piloto sendo a aeronave de uso privado, horas cheias ? Apenas para experiencia e complemento de currículo !

    Obrigado !

    • Raul Marinho
      5 meses ago

      Yes! (Mas acho que vc quis dizer “direita” ao invés de “esquerda”, né?)

  3. Lucas Almeida
    6 meses ago

    Olá, minha dúvida é simples pra vocês. Ainda vou começar o PP, porém faço planejamentos a longo prazo, e desejo saber se minhas horas como PC podem ser feitas em monomotor, tendo em vista os altos valores dos bimotores. Estou ciente que para o meu objetivo, PLA, é necessário ter MLTE, mas digo das 110 horas como PC, podem ser feitas num monomotor? Grato desde já.

  4. Filipe Abdo
    8 meses ago

    Bom dia Raul ,sou PC IFR MONO , atualmente voando como copiloto em um CJ3 ( que é single ) com um cmte PLA. Posso lançar essas horas tanto no diario quanto na CIV? Não tenho carteira do CJ3 porem tenho ground school, outro detalhe , essas horas seriam apenas para fins de curriculo , sem intenção de obtenção de alguma licença. Grato

    • Raul Marinho
      8 meses ago

      A orientação da SPO é que o SIC esteja habilitado no equipamento.

  5. Walter
    8 meses ago

    Se as horas de SIC não contam para obtenção de licenças, não seria melhor lançar na CIV como duplo comando?

    Exemplo: sou PC/MLTE/IFR com pouco mais de 200 horas lançadas na CIV, quero tirar a licença de piloto agrícola, tenho para lançar ainda mais 200 horas de SIC em um Maule e o PIC do avião é INVA. Seria melhor lançar as horas como duplo comando? (levando em consideração que para fazer o curso de piloto agrícola são necessárias 370 horas totais das quais apenas 100 em comando)

    • Raul Marinho
      8 meses ago

      Ponto #1: horas em duplo-comando só podem existir se:
      1)O outro piloto for INVA/H;
      2)O voo for sem pax/carga/propósitos comerciais; e
      3)Seja feita uma declaração de instrução posterior.
      Ponto #2: as horas SIC não servem para obtenção de LICENÇA de grau superior (ex. para um PC obter as horas para checar PLA), mas não há restrição para HABILITAÇÕES, como é o caso da PAGA.

  6. Erick
    1 ano ago

    Bom dia Raul.

    Gostaria de saber se com essas horas SIC em aeronave single posso solicitar revalidação de habilitação por experiência, a qual acaba em 31/12/ 2016, já que a diretriz informa que as horas SIC são válidas para experiências recente

    Um abraço obrigado pela atenção.

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Pelo que está no 61.197, pode.

  7. Israel
    1 ano ago

    Raul, bom dia!

    Para realizar o curso de LPQA são necessárias 50 horas em comando e 100 horas totais. As como SIC podem ser utilizadas para completar essas 100 totais?

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Sim.

  8. Jr Dantas
    1 ano ago

    Olá Raul, sou PP MLTE E IFR, e como voei meu PP fora do Brasil (42h), a anac pede para checar pc aqui com 200h, voei 107h todas em escolas (80h em navegação, 77.5 como PIC) e agora estou voando com um amigo, de SIC num C182P, e já possuo 50h como SIC nesse 182, então essas 50 horas não vão servir para tirar a licença de PC ?

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Não vão. Essas horas SIC não podem ser utilizadas para obter licença de grau superior.

  9. DC
    1 ano ago

    Boa tarde Raul, quem voa SAE ( com as carteiras de voo), quando não operando o equipamento instalado e ocupando o assento da direita, pode lançar as horas como SIC? O PIC é INVA e tá com as carteiras válidas.

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Se vc está habilitado na aeronave, com CMA em dia, etc., não vejo por que não lançar essas horas na direita.
      Mas se vc quiser confirmar, faça uma consulta formal para gtno.spo@anac.gov.br

  10. Murilo
    1 ano ago

    Boa noite Raul, acompanho sempre o seu blog e gosto muito!
    Gostaria que voce me tirasse uma duvida a respeito do lançamento de horas SIC, estou voando de co-piloto de um citation C525 e nao tenho a carteira do aviao, mesmo assim posso lançar as horas como SIC? Obrigado!

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Negativo. A lógica é a mesma do SIC obrigatório (p.ex.: 135/IFR).

  11. Daniel
    1 ano ago

    Raul,

    Nos casos em que eu voar como copiloto em aeronave Tipo (single-pilot) com um comandante PLA habilitado para a aeronave, não há possibilidade de lançar a hora como SIC ou outra forma (eu não possuo habilitação tipo da aeronave ainda)?

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Fica complicado vc lançar horas como SIC não sendo habilitado no TIPO. Não há proibição explícita no regulamento, entretanto.

  12. William
    1 ano ago

    Boa tarde Raul, gostaria de saber se eu posso anotar horas como copiloto de aeronaves MNTE como o TBM900 e o PILATUS que são aeronaves single pilot? As horas IFR realizadas nessas aeronaves também posso lançar como copiloto?

    Desde já obrigado pela atenção.

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Sim & sim.

  13. André
    1 ano ago

    Boa tarde, Raul sabe falar se posso lançar essas horas apenas da data da IS ou posso lançar essas horas retroativas? Voei muito seneca como co-piloto em 2013,2014 será se posso lançar tais horas na civ eletrônica? Obrigado.

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Pode ser retroativa, sim (confirmado com a SPO/ANAC).

  14. Bruno Tuono
    1 ano ago

    Boa tarde Raul.

    Uma duvida… essas horas como SIC também precisam ser anotadas no diário do avião, ou em algum outro lugar? Ou só vai na CIV mesmo?

    Grande abraço!

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Boa pergunta! Isso não está esclarecido na IS, mas por analogia ao voo como SIC em aeronave single pilot TPX em voo IFR, eu entendo que a anotação no Diário de Bordo pode ocorrer também. Eu anotaria, e a ANAC não pode reclamar uma vez que há regulamentação para o SIC de single – e fica “espelhado” com a CIV.

    • Everton Machado
      1 ano ago

      Fala Bruno. Por que não anotar? Pra lançar hora de SIC, o copila tem que estar habilitado. Nada impede de lançar também no diário. Além disso, seria mais uma prova de que você realmente voou. Se, por exemplo, a ANAC suspeitar de suas horas achando que é “BIC”, vai pedir provavelmente cópia do diário de bordo para comprovação de que você voou. Portanto, bote seu nome no diário e seja feliz! rsrs

  15. Willian Melquiades
    1 ano ago

    Bom dia Raul, me ajuda em uma dúvida se puder, eu voo um Avião experimental, monomotor, acontece que sempre voamos em dois, os dois sao PC porém não somos INVA. Lanco as horas na CIV digital e papel apenas para um de nós, vamos revesando o PIC no plano de voo e lanco as horas conforme o plano, com esta niva situação poderia lancar parais dois? E as retroativas também? Desde já agradeço, abraços

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Yes & yes.

  16. Gabriel Ferreira Abreu
    1 ano ago

    Gostaria de saber se já está podendo colocar hora como SIC e se pode colocar horas retroativas tbm? Obrigado

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Yes & yes.

  17. Lucas
    1 ano ago

    Olá Raul..
    Sou um frequentador assíduo do site e gostaria apenas de um esclarecimento se possível..
    Se hoje eu sou copiloto de uma aeronave que não exige TIPO e nem Endosso – Seneca por exemplo – e vou acumulando horas como SIC, as empresas aéreas considerem essas horas em seleções? Digo isso porque a um tempo atrás vi umas postagem afirmando que as empresas não aceitariam horas em Mustang ou Phenon (meio óbvio o motivo), Mas falo isso pois possuo as habilitações de MLTE e IFR e atuo como SIC. Se eu fizer as 500h (200H PIC e 300H SIC) necessárias para a Avianca, por exemplo, as horas voadas como SIC serão contabilizadas no processo seletivo? Poderei fazer seleção nessas condições?

    Desde já agradeço o post e a resposta!
    Lucas

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Esta é uma ótima pergunta – tão boa que nem há resposta ainda.
      O principal objetivo dessas horas S/singleIC é justamente dar uma oportunidade de o piloto obter experiência profissional para seu currículo em eventuais processos seletivos. Mas como isso irá acontecer na prática? A própria ANAC já antecipou a questão na IS: “O piloto PODE, entretanto, utilizar tais horas para outras finalidades que não a concessão de licença, tais como comprovar experiência recente, comprovar experiência para fins profissionais (ficando a critério do empregador aceitar ou não tais horas), etc.”.
      O que EU acho é que irá depender de como essas horas são feitas. Se o sujeito aparecer com uma CIV com horas SIC realizadas a bordo de uma aeronave TIPO ou CLASSE que requeira endosso em que ele tem como provar que atuou profissionalmente, penso que será muito mais fácil de esta experiência ser aceita do que outro que tenha voado como SIC em diversos operadores CLASSE sem endosso, por exemplo, e sem um contexto profissional. Mas só o tempo mostrará como o mercado entenderá tal experiência.

  18. Jonatas Goiaba
    1 ano ago

    Pelo que entendi um SIC de um C172 com licença de PP, não poderia então contar essas horas para obtenção do PC, a não ser que o PIC seja INVA/PLA e o vôo seja realizado como instrução.

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      É mais ou menos isso. Porém, para a maior parte das horas do PC, é necessário experiência como PIC mesmo (e aí o sujeito pode estar solo, inclusive), ou então são horas de instrução em duplo-comando de IFR e/ou MLTE. Portanto, na prática, as horas de SIC para um PP em treinamento para PC seriam muitíssimo restritas.

  19. Diego Paulino
    1 ano ago

    Estou com uma duvida, No momento estou voando de copiloto um king Air B200, e o comandante vai assinar o Endosso pra mim, vou fazer o check em Outubro, quantas horas o comandante pode assinar pra mim poder fazer o check com o inspac? obs, meu mlte e ifr estão validos, quando eu for fazer o pedido de check do king, como vou proceder ? o que eu devo colocar no pedido de check, quantas horas IFR e Noturna tem que ter para o check?:

    • Jonatas Goiaba
      1 ano ago

      Acredito que no caso do endosso, nada muda. Você não vai registrar como SIC e sim como piloto em instrução. SIC seria somente para os já habilitados na classe/classe com endosso. Fora isso o cara que está checando MLTE ou MLTE c/ endosso será piloto em instrução. SIC somente depois de habilitado, certo Raul?

      • Raul Marinho
        1 ano ago

        Quase certo. Se o PIC/endossante não for INVA, o piloto endossado registrará este treinamento como SIC, e não como duplo-comando – este, exclusivo para INVAs.

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Não há uma quantidade de horas especificadas na regulamentação da IS 61-006B. Leia o respectivo “Apêndice B” que tem todos os detalhes do processo de obtenção e pedido de cheque do endosso.

  20. EC
    1 ano ago

    Raúl, uma dúvida,
    A experiência recente pode ser readquirida voando sob a supervisão de um PC e não INVA?
    Obrigado.

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Na verdade, nem é “sob supervisão”, e também não precisa ser PC.
      Vc pode readquirir experiência recente voando com um PIC regularmente habilitado, não importa a licença que ele tenha (pode ser, inclusive, PP).

  21. Renato Sá
    1 ano ago

    Raul bom dia, na is61005a1 fala sobre treinamento para tipo sem cta. Turbo hélice seria 12 horas das quais descreve lá 5 horas instrução locais sem pax e carga e 7 de instrução em rota podendo levar pax e carga não remunerada.
    Eu entendi que posso levar o dono do avião e seus convidados. Pretendo montei um cenário e gostaria de sua opinião:
    O comandante é habilitado no tipo (ex: Xingu)
    Copiloto não é habilitado.
    Copiloto recebe 5 horas de instrução locais sem os pax do comandante que é pc/pla
    Copiloto recebe as 7 horas mínimas de instrução voando normalmente em rota com os pax dono da aeronave.
    Veja que as 12 horas são mínimas pretendo pode voar 12 ou 1200 horas recebendo instrução em rota com os pax a bordo.
    Veja se tem lógica.
    Outra dúvida seria, lançar duplo comando ou Copiloto tendo em vista que estou em processo de instrução ainda não habilitado?
    Caso seja em duplo comando(piloto em instrução) contaria para pla normalmente.

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      A seção 61.213(a)(3)(iii)A) diz que “caso não exista, até a data em que o candidato iniciar o treinamento de voo, CTAC certificado ou validado pela ANAC para ministrá-lo, o treinamento de voo poderá ser ministrado por um PC ou PLA habilitado e qualificado na aeronave, que deve endossar esse treinamento na CIV do candidato, desde que inclua, no mínimo (…) 12 (doze) horas de voo para aviões turboélice ou convencionais”.
      Não há neste texto, portanto, essa divisão em “5h sem pax e 7h com pax” (onde vc achou isto?).
      CORREÇÃO – VIDE COMENTÁRIO ABAIXO

      E, sim, horas em duplo-comando contam como horas totais para a obtenção de licença de grau superior; horas como SIC, não.

      • Everton Machado
        1 ano ago

        Mestre, acho que ele está se referindo à IS -005A, itens 6.3.4 e 6.3.6.

        • Raul Marinho
          1 ano ago

          Vc tem toda razão, Everton: na fase II o treinamento permite pax/carga não remunerados, de acordo com a IS 61-005A / 6.3.6:
          “Na segunda fase do treinamento de voo deverá ser realizado treinamento em rota, podendo, a critério do instrutor, ser realizado transporte não remunerado de passageiros
          e carga, com a seguinte duração mínima (…)”

  22. Matheus
    1 ano ago

    Boa noite Raul,
    Não ficou muito claro pra mim, talvez o senhor poderia me ajudar.
    Ex: se eu tenho uma aeronave bi motor e meu piloto é INVA e PLA, eu posso anotar hora de duplo comando para pedir cheque de MLTE ?

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Na verdade, não é este o tema deste post. Veja no e-book “Como tirar brevê” a explicação sobre os procedimentos para obtenção da habilitação MLTE.

  23. Nicholas
    1 ano ago

    Só pra esclarecer, então um piloto pra atuar como SIC de um KingAir C90 e B200, ele tem que ter a carteira de MLTE e deve ter também o Endosso? O mesmo endosso que se precisa pra atuar como PIC do mesmo avião?

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Exatamente. É o que está no post.

  24. Veiga
    1 ano ago

    A validação de hora de voo para SIC em aeronave single não pode estar facilitando uma pratica ilícita de “canetar hora” ??? Pois como a ANAC terá o controle de quem realmente voo ou não como SIC ??????

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      O ponto é: se vc for “canetar”, não seria melhor, então, “canetar” como PIC? O risco é o mesmo, a punição é a mesma, mas a vantagem é maior.

      • vai vendo...
        1 ano ago

        Mas se canetar como PIC, um simples cruzamento de informação com o plano de vôo entrega…

        • Raul Marinho
          1 ano ago

          Isso é verdade.

          • Beto Arcaro
            1 ano ago

            Essa mania de avaliar pilotos por horas de CIV, é justamente o que cria “a Canetada”.
            É a cultura da CIV!
            CIV é um documento seu!
            Você é responsável pelo que lança nela.
            À ANAC cabe regular de forma próspera a sua formação e te avaliar em cheques e recheques.
            Se isso for “bem feito”, as canetadas perdem a importância.
            Copiloto/2nd em comando, sempre foi “função à bordo”, não importando se a aeronave requeira 2 pilotos.
            Nunca foi privilégio de aeronaves “dual pilot”.
            Só aqui, a coisa funcionava assim.

        • Alessandro
          1 ano ago

          Pode ser egoísmo da minha parte, mas não acho certo. Aeronave é single senta um na direita pra passear, esse mesmo põe no CV que “voou” 500hs, não sabe nada do avião e do voo em si, se diz experiente, ao passo que aquele q voo 100 horas como PIC, voando sozinho pq a acft é single tem menos experiência, ou até mesmo um Copiloto de RBAC 135 que realmente fez treinamento na acft voo 100 horas de voo mas como experiência em CV tem menos do que aquele que passeou as 500hs

          • Beto Arcaro
            1 ano ago

            É como é que era antes?
            Antes o sujeito “passeava em comando”, né ?
            Se voo um King Air como Cmte, com MLTE e endosso, tenho outro piloto, sentado a minha direita, também com o MLTE e endosso, quem é o segundo em Comando?
            Se ele estiver “passeando” o problema é dele, vai perder o emprego, ou não vai voar mais comigo.
            É assim que as coisas acontecem na vida real.

            • Alessandro
              1 ano ago

              O próprio fabricante da acft estipula a operação apenas pra um piloto, não preconiza SIC.

          • To chutando!
            1 ano ago

            Respeito tua opiniao, mas discordo. O SIC de um seneca 135 pode registrar essa hora e o SIC de um phenom 300 91 nao pode?
            Acho q o tipo de operacao e e tipo da aeronave deveria dizer mais do q a forma de registro no RAB.

            • Beto Arcaro
              1 ano ago

              Mas é exatamente o que eu estou dizendo!
              Desde que habilitado, o SIC deveria poder lançar horas (como SIC) em tudo.
              O que eu penso (e sempre pensei) é que existe uma super valorização do “fator horas de voo” aqui no Brasil.
              Talvez isso seja fruto do excessivo “paternalismo” do órgão regulador, em fiscalizar uma coisa que já é de responsabilidade “legal” do Piloto.
              Porquê não valorizam mais a formação, a análise de proficiência nos cheques e recheques?
              Já tive experiências terríveis atuando como SIC de gente com 6000 horas de voo.
              Já tive experiências extremamente prazeirosas, sendo PIC de gente com 300 Hrs.
              Em nenhum dos casos existiu “Caneta”.
              Você quer canetar?
              Ok, sinta-se livre, desde que depois de conta do recado.
              Se não der, já era!

              • To chutando!
                1 ano ago

                Sim, estas coberto de razão. Discordei, na verdade, do post do outro colega Alessandro.

                Na verdade esse tema é muito discutível: concordo que horas de voo nao podem representar tudo na vida de um piloto, mas devem tambem representar algo. O que nao pode é o piloto puxar a sardinha para o lado que ele ocupa (atualmente, pois a situacao pode mudar).

                Acho q a forma q ANAC fez ficou boa. As horas ficam legalmente registraveis para fins diversos, mas nao valem para licenca de grau superior. Exatamente como a icao manda…

            • Raul Marinho
              1 ano ago

              Opinião é opinião, e não entro no mérito. Mas voar como SIC de aeronave TPX não é “mera formalidade de registro no RAB”. O copiloto em uma operação 135 tem que ter diversos atributos de treinamento, de responsabilidades etc. que um copiloto da 91 não precisa ter/demonstrar. Veja bem: o SIC do Phenom/TPP pode até ser mais bem treinado e avaliado que o SIC do Seneca/TPX, mas isso porque ele e/ou o operador achem relevante, não porque o regulamento exige.

              • Alessando
                1 ano ago

                Realmente, concordo que o treinamento e a formação do SIC de RBAC 121 e 135, é diferencial onde os mesmos ao meu modo de ver, realmente exercem a função.

                • Everton Machado
                  1 ano ago

                  Como já foi dito em alguns comentários, nada impede de um copiloto de anv single da aviação 91 fazer o papel de copiloto. Basta o cmte querer! Eu opero com um cmte ex aviação 121, com uma passagem pela 135, e fazemos nossos voos com CRM de linha aérea. Via de regra, é uma perna pra cada e enquanto um voa o outro monitora e faz fonia. Não entendo o motivo de alguns aí ficarem assustados com essas coisas. Exceto alguns aviões antigos, todos tem manche, manete e acesso a todos os comandos básicos de voo no lado direito. Por que não voar igual em taxi aéreo ou linha aérea? Óbvio que a operação de aeronaves Single Pilot é mais simples, mas e aí? Eu, copila, vou deixar de voar por causa disso e não poder lançar minhas horas pra comprovar experiência para futuros empregos? Óbvio que não! Mesmo que essas horas de SIC não possam contar nem 50% para o PLA, mas já fico feliz em poder somá-las no meu logbook sem medo da Anac um dia me prejudicar por ter essas horas anotadas na CIV.

                  • Alessandro
                    1 ano ago

                    Ao meu ver, criou-se no país a filosofia de quem tem muitas horas de voo indica experiência, dai a busca frenética por hora de voo, seja ela qual for, faz-se voo como SIC, juntamente com um PIC que é brother, após chama aquele INSPAC gente boa e boa. Não estou generalizando, mas acho que a busca não deveria ser por hora de voo como SIC, mas priorizar ground school, treinamentos, simulação de emergência e etc, aí sim comprova experiência. O que na 135 e 121 preconiza, pois seus PTOs são abalizados constantemente pela ANAC. Repito, não estou generalizando, claro que temos exceções.

              • To chutando!
                1 ano ago

                Estás correto, Raul. Mas tens de convir comigo q o regulamento deve prever a maior diversidade possivel de situações. O oposto do q disseste também ocorre: co-pilotos da 91 bem treinados em alto nível operacional, em VLJs ou turboprops de alto desempenho, e co-pilotos da 135 q estao ali para abrir a porta do avião (por qquer motivo q seja).
                Por isso acho q a interpretação da ANAC agora é mais justa e dá credito a qquer experiencia adquirida.

          • Everton
            1 ano ago

            Se o cara que senta direita pra passear lança hora, só lamento. Eu sento na direita pra voar como copiloto. Uma perna eu voo, na outra o comando voa. Sou checado comando na aeronave, mas ambos precisam lançar horas para fins de experiência recente. O cmte já tem suas milhares de horas, eu não. Essa norma veio pra ajudar pilotos como eu. Quem é mané que leva copiloto pra passear ou tb é mané por ir só pra logar hora, é problema da Anac fiscalizar direito. A norma vai ajudar quem é sério. Quem só passeia vai se lascar tão logo que precise demonstrar se sabe ou não voar de verdade.

            • Alessandro
              1 ano ago

              Ainda bem que essas horas de copiloto não vale pra elevação de nível.

              • To chutando!
                1 ano ago

                Elevacao de nivel de licença, q na verdade chama “concessao de licença de grau superior”. Elevacao de nivel em empresa e outra coisa, e certamente sera discricionario para a empresa aceitar ou nao.

                • Alessandro
                  1 ano ago

                  Sim expressei errado, licença de grau superior é o que dizer, ainda bem q essas horas de SIC não valem pra licença de grau superior.

            • Beto Arcaro
              1 ano ago

              Pois é….
              Quando você faz o que quer, na Aviação (E você é livre pra isso!) ela vai te cobrar um preço.
              É assim que evoluímos como profissionais (ou não).
              O resto é “Mimimi”!

          • João Kleber
            1 ano ago

            Horas de PIC e horas de SIC sempre serão, horas de PIC e SIC. O empregador não vai contratar um SIC com 500 horas e deixar de contratar um PIC com 100. Todos sabem que a função do copiloto não é função de comandante. Quanto ao preconceito do SIC estar “passeando”, é uma baita besteira. Muito SIC trabalha mais que PIC por aí…

            • Everton Machado
              1 ano ago

              Pois é… tem PIC que só tem o trabalho de voar. Sei de casos que quem administra o avião é o SIC (manutenção, vencimentos, custos em geral, etc). Melhor SIC que vai virar comandante já sabendo como as coisas funcionam né? rsrsrs

  25. Jatyr
    1 ano ago

    Boa tarde Raul!

    Que excelente notícia!
    Pelo que entendi se for voar um SENEC V como copilot, que é single pilot, vou poder anota em minha CIV no campo Co-Piloto as horas totais de voo?
    Esta regra já está valendo?

    Obrigado!

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Yes & yes.

  26. Everton Machado
    1 ano ago

    Raul, saberia dizer sobre as horas retroativas, de antes da publicação da IS? Será possível lançá-las também?
    Obrigado!

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Esta IS não estabelece uma nova norma, e sim pacifica sua interpretação. Portanto, seria possível lançar horas voadas antes de sua publicação, sim.

  27. Jaber Lima
    1 ano ago

    Quanto aos voos efetuado como SIC nas datas anteriores ao regulamento acima exposto, posso efetuar o lançamentos dos mesmos na minha CIV?

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Entendo que sim.

  28. Fernando
    1 ano ago

    Isso é válido tambem par aeronaves classe MNTE?

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Sim.

  29. Rodrigo Alves
    1 ano ago

    Olá, Raul,

    No post do guia de revalidação eu levantei uma dúvida sobre se era aceito duplo-comando em cessninha para contabilizar as 20h de vôo. Entendemos naquele dia que sim, pois não havia restrição expressa até então. Com essa IS 00-004C temos o trecho que diz: “O piloto NÃO PODE apresentar tais horas à ANAC para fins de solicitação de uma licença”. Portanto, podemos considerar que a partir de agora a ANAC só irá considerar horas PIC para revalidação de habilitação de CLASSE por tempo de vôo?
    Abs.

    • Everton Machado
      1 ano ago

      Solicitação (inicial) é uma coisa, revalidação é outra. Eu entendi assim.

  30. Hudson
    1 ano ago

    Raul boa tarde.
    Nao ficou claro pra min mas se pudesse ajudar:
    Duas situaçoes, a primeira: aeronave classe MLTE com cmte INVA PC, eu posso voar e registrar duplo comando para instruçao com passageiro abordo?
    Segunda situaçao: aeronave MLTE porem com endosso e cmte INVA PC endossado no aviao: Posso pegar duplo comando com pax ou e obrigatorio estar sem pax abordo?
    Obrigado!

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Negativo em ambos: se for voo de instrução, só sem pax/carga.

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