Regras de autonomia mínima nos regulamentos brasileiros

Regras de autonomia mínima nos regulamentos brasileiros

By: Author Raul MarinhoPosted on
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O texto deste artigo encontra-se publicado em https://paraserpiloto.org/blog/2018/03/26/recordar-e-viver-o-acidente-da-lamia-chapecoense-pane-seca-e-complacencia/

7 comments

  1. Rubens
    2 anos ago

    Esse tipo de ocorrencia, que nao pode ser chamada de acidente ou fatalidade municia aqueles que defendem a automatismo dos avioes.
    Germanwings o ano passado agora este, Tem psicologo/psiquiatra errando feio pelo mundo afora.
    Existe a selecao natural, mas infelizmente inocentes sao arrastados juntos.

    • Raul Marinho
      2 anos ago

      Não concordo. Automatismo não serve para nada quando se quer violar as regras.

  2. José
    2 anos ago

    Algumas correções:
    – A Lamia operava sob o 121. Apesar de ser voo fretado, o avião excede a capacidade permitida sob o 135.
    – As regulamentação boliviana possui variações em relação à brasileira, especialmente com relação às operações comerciais (121 e 135):
    http://www.dgac.gob.bo/RAB.html

    • Raul Marinho
      2 anos ago

      Muito obrigado pelas considerações, ‘José’!
      Vou corrigir o post.

  3. Fernando
    2 anos ago

    Olá, de acordo com diversos sites importantes o voo BH –> Buenos Aires feito pela Lamia levou mais de 4 horas. Seria interessante saber como foi feito esse plano e como o piloto burlou o sistema para obter autorização para voar. Abs!

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