A “zona da morte” existe mesmo? Onde ela fica?

A “zona da morte” existe mesmo? Onde ela fica?

By: Author Raul MarinhoPosted on
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O texto deste artigo encontra-se publicado em https://paraserpiloto.org/blog/2018/02/06/recordar-e-viver-a-zona-da-morte-existe-mesmo-onde-ela-fica/

5 comments

  1. Edynardo
    1 ano ago

    Realmente eu acredito que a experiência mínima para ser Comandante e algo muito importante,e deve ser definida como standard,por complexidade de aeronave.
    Se pilotos experientes comentem erros,imaginemos semi PP’s que se acham Comandantes!

  2. RenanZ
    1 ano ago

    Penso que, nos acidentes causados por erro humano, a falta de experiência de voo de fato é um grande fator contribuinte, especialmente para os novatos, todavia os aviadores mais experientes, na casa das 300h às 1000h tendem a se aproximarem mais dos limites, ou até mesmo “colocar um pézinho a mais” além deles, seja em voo ou durante o planejamento para um.

  3. Adriano Cavalcante
    1 ano ago

    Me fez lembrar das palavras de um comandante de uma certa Cia Aérea que era bem famosa aqui no Brasil, após um pouso acidental no Santos Dumont: ” eu errei porque eu sabia muito, sabia demais”.

  4. SBBH
    1 ano ago

    Artigo interessante Raul.
    Talvez as seguradoras, a partir de agora, considerem que uma pessoa possa pilotar uma aeronave comercial com menos de 500 horas(que geralmente é a linha de corte para seleção em CIA/TPX), ou então aumenta a restrição para mais de 2.000 horas para que alguém possa comandar uma aeronave, acabando de vez com a aviação geral. ;(

  5. Zé Maria
    1 ano ago

    Fácil a resposta, Raul!
    Não há relação entre a experiência e o risco.
    Existe sim relação entre a indisciplina operacional, ou o nome que pretendam dar a ela, e os acidentes que se sucedem, via de regra com gente muito experiente.
    Vide os casos dos CFITs de Paraty (2), Juiz de Fora e no Terravista ao sul de Porto Seguro, só para nos atentarmos aos últimos dos quais me recordo envolvendo o King Air.
    Mais um exemplo, o do Citation do Eduardo Campos em Santos.
    Todos estavam fazendo pelada, ou mandrake ou furando os mínimos.
    E se antes a pelada era fazer um procedimento “no guardanapo” em cima de uma broadcasting, hoje com a facilidade do GPS plotar uma trajetória, o malandro faz uma passagem em VMC, plota as coordenadas necessárias no equipamento e pronto:
    Homologou IFR o campo de pouso da fazenda do patrão!
    #falasééério!!
    Último exemplo, para você ver como a cultura do mandrake está enraizada até na comercial:
    O caso do “Passamedo” recentemente “atropelando” a cerca em Rondonópolis.
    Abraço.
    Zé Maria

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