LOA/PBN, R.I.P. – assim esperamos!

LOA/PBN, R.I.P. – assim esperamos!

By: Author Raul MarinhoPosted on
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Reproduzo a seguir texto publicado hoje no Portal AOPA-Brasil:

A AOPA Brasil tem razões para acreditar que as negociações com a ANAC, iniciadas em Janeiro de 2013 (https://www.aopabrasil.org.br/2013/01/29/loa-pbn-appa-formaliza-pedido-de-isencao-para-a-aviacao-geral-leve/), devem estar próximas de uma solução lógica e apropriada.

Em reunião ocorrida na semana passada, nosso Diretor de Aeronavegabilidade, Fábio Freitas, saiu de lá com boas expectativas em relação a extinção da obrigação da LOA para aeronaves operando sob o RBHA 91. Os argumentos que, há mais de 3 anos, estão sendo apresentados pela AOPA à ANAC foram sempre os mesmos, baseados em conhecimento sólido em aeronavegabilidade e segurança operacional. A papelada da LOA, para essas operações, não cria nada além de burocracia. As experiências internacionais, tanto em ambiente FAA e EASA demonstram que não há nenhum sentido nessa exigência.

A AOPA Brasil vem construindo relações da melhor qualidade com a ANAC, que às vezes se iniciam em visões muito divergentes, mas que com diálogo maduro, baseado em conhecimento e confiança acabam em soluções razoáveis.

A experiência da LOA demonstra o tempo que se leva para desfazer o que o regulador formalizou. Má regulação não cria só prejuízo aos operadores no momento em que foi concebida, mas provoca danos e prejuízo por todo o tempo que leva para ser desfeita, sem que tenha produzido nada além de papel, intermediários e custos totalmente desnecessários.

Esperamos ter mais notícias em breve para comemorar a atuação consistente da AOPA Brasil e dos técnicos da ANAC!

5 comments

  1. Rodrigo Scuissiato
    2 anos ago

    Alguma atualizacao sobre o assunto? onde podemos acompanhar?

    • Raul Marinho
      2 anos ago

      Sem novidades até o momento.

  2. Beto Arcaro
    2 anos ago

    PBN = Performance Based Navigation.
    Navegação baseada em performance é uma “capacidade” do equipamento se ele, obviamente, for TSO.
    Nossas aeronaves não tem a capacidade de efetuar grandes e instantâneas, mudanças de proa em um ponto à 250 Kts, por exemplo.
    Não são UFO’s !
    Então o ponto vira “fly by”.
    A aeronave faz a curva, antes ou depois do ponto, passando “ao lado”.
    Se a mudança é mais suave, o ponto é “fly over”.
    Então, a aeronave bloqueia.
    O mais simples Trimble 2000, já fazia isso nos anos 90.
    O equipamento já é fabricado “sabendo” disso.
    Não existe curso de PBN.
    Nem existe LOA pra isso.
    Muito menos, atrelada à um determinado s/n de aeronave.
    É plug’n’play !
    Juro que eu queria conversar com o Iluminado que inventou isso tudo.
    Queria conhecer o sujeito que “pilotou essa escrivaninha”.

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