Encontre os erros

Encontre os erros

By: Author Raul MarinhoPosted on
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9 comments

  1. Adriano Augusto Torres
    2 meses ago

    Ao invés da controladora da Torre GyI chamar 478BK p/livrar imediatamente a final indo p/o lado esquerdo do circuito da pista, ela chama como 487BK.

  2. Adriano Augusto Torres
    2 meses ago

    Enquanto a torre GYI pede p/o Cessna6246P reportar a 5milhas à Sudoeste do aeródromo, na legenda é linda noroeste.

  3. Rodrigo Rios
    2 meses ago

    Além dos erros cometidos pelo piloto por causa do inglês deficiente, onde está a pista 17R ?

    • Oliveira
      2 meses ago

      Esta do lado da 17L amigo, abre no google earth

  4. jc
    2 meses ago

    Ingles porco… esse foi o erro!

  5. Pedro
    2 meses ago

    Holy sh**! Tá difícil até contar todos.

    Primeiro o Aeródromo operando com circuitos por ambos os lados, sem perna contra o vento.

    Segundo o PT fazendo ingressos no circuito sem cantar as posições e manobras.

    Terceiro o ATC não efetivamente separando os tráfegos.

    • EC
      2 meses ago

      Vamos por uma visão de controlador no caso:

      “Primeiro o Aeródromo operando com circuitos por ambos os lados, sem perna contra o vento.”

      Em vários aeródromos existem circuitos para ambos os lados, inclusive publicado em cartas, e mesmo quando não há tal publicação o ATCo pode autorizar a base pela esquerda ou direita, para agilizar o fluxo. Então não vejo este seu posicionamento como um erro.

      “Segundo o PT fazendo ingressos no circuito sem cantar as posições e manobras.”

      Realmente o ATCo pediu que o mesmo reportasse no meio da perna do vento, e o piloto cotejou dizendo que entendeu que estava autorizado a pousar…

      “Terceiro o ATC não efetivamente separando os tráfegos.”

      Este é um ponto polêmico, pois temos que nos atentar a legislação e notar a diferença entre um tráfego está sendo controlado e separado dos outros ou apenas controlado e sendo informado dos demais. Na grande maioria das torres, se não todas, os tráfegos visuais são CONTROLADOS, porém NÃO SÃO SEPARADOS dos outros tráfegos visuais. As vezes os pilotos esperam por um serviço que não existe, assim como alguns controladores puxam para si a responsabilidade e prestam um serviço que não está previsto, como separar tráfegos visuais em espaço aéreo Charlie, por exemplo.

      E para finalizar, realmente o inglês não foi suficiente.

      Abcs

      • Pedro
        2 meses ago

        Entendo a parte de haver aeródromos com tráfegos por ambos os lados, já operei em alguns assim.

        Mas acredito que, eu um aeródromo como esse do vídeo, em que havia mais tráfego chegando do que era possível ordenar, que esse tipo de operação não deveria ser feito, mantendo assim a perna contra o vento como meio de sequenciar o tráfego e manter uma separação segura.

        Sobre a parte de Controle e Separação, realmente não me atentei ao fato de que pode ser um aeródromo de classe inferior.

        Porém acredito que não faria mal o ATC pedir que os tráfegos tomassem ciência visual uns dos outros, especialmente pelo fato de estarem operando naquele momento de operação VMC, sem que isso implicasse na prestação do serviço de Separação.

        Mas ei de concordar que o PT inseriu um “grau de entropia” no tráfego que complicou a coisa toda.

        • EC
          2 meses ago

          Apenas complementando sua resposta:

          “Mas acredito que, eu um aeródromo como esse do vídeo, em que havia mais tráfego chegando do que era possível ordenar, ”

          Será que não era possível? Na america eles trabalham com um volume absurdo de tráfego, nao verás por lá as restrições encontradas do lado de cá. A operaçao da Atco, na minha visão, foi segura a todo momento. O PT que melou tudo.

          “mantendo assim a perna contra o vento como meio de sequenciar o tráfego e manter uma separação segura.”

          Como o Atco iria manter uma separaçao segura se ela não está prevista? Lembreando que a separaçao visual é voar tão próximo que não cause risco de colisão. Muito subjetivo, e essa proximidade é a critério do piloto e não do ATCo, resalva novamente às classes do espaço aéreo.

          Abcs.

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