O problema da fricção das manetes do King Air – fator contribuinte do acidente com o PP-WCA

By: Author Raul MarinhoPosted on
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O texto deste artigo encontra-se publicado em https://paraserpiloto.org/blog/2018/03/15/recordar-e-viver-o-acidente-de-2012-com-o-king-air-em-jundiai-pp-wca/

6 comments

  1. Luiz
    4 anos ago

    Ótima iniciativa do Ricardo. Parabéns !! Uma imagem vale mais que mil palavras.
    Vendo o vídeo, fiquei com dúvida: sem fricção em ambas, por que somente a manete da direita volta ? Esta é a especificação de projeto (??) ou uma falha “comum” em Kings ?

    • Ricardo
      4 anos ago

      Oi Luiz tudo bem? Olha, que eu já vi acontecer foi no C90 que eu vôo e em C90GTi 2008 em ambos só a manete da direita volta, não saberia te dizer o porque disso, provavelmente algum mecânico de C90 com o diagrama das manetes saiba te mostrar o porque mas provável que seja devido ao sistema de fricção.. Abraços, Ricardo

    • André
      4 anos ago

      Luizão, da uma reparada que depois de soltar a fricçao das duas ele aperta a da esquerda, imagino eu que para fazer essa ilustração mostrando a diferença…

  2. Zé Maria
    4 anos ago

    Raul, boa tarde.
    Em primeiro lugar, salientando que não sou habilitado em King e jamais voei um, mesmo de “saco”, ok!
    Resumo da ópera: a manete recuou, o piloto tentou o retorno imaginando estar mono e se acidentou, é isso mesmo? E em nenhum momento ele notou o recuo da manete? Surreal. . .
    Aproveitando, já saiu o RF daquele King que “varou” no Vale Eldorado?
    Abraço.
    Zé Maria

    • Raul Marinho
      4 anos ago

      É isso mesmo… Mas o acidente da TAM em CGH não foi mais ou menos a mesma coisa? Sentado na frente do computador pode parecer banal lidar com as manetes, mas na hora do aperto mesmo, a coisa muda, meu amigo! Qto ao King de Vale Eldorado… Não me lembro deste acidente. Vc saberia a matrícula?

      • Zé Maria
        4 anos ago

        Raul, boa tarde.
        Em primeiro lugar, grato pela resposta.
        Também fiz a mesma analogia com o 3054. . .foi parecido, embora com uma diferença fundamental: o de Jundiaí era diurno, além do que, na falha de motor no caso do turbo-hélice, o procedimento deve ser semelhante ao bi-motor à pistão (mistura-passo-potência), literalmente obrigando o piloto a manusear o piano de manetes. . . e nem isso foi feito!
        Quanto ao King do Eldorado, não sei o prefixo, a história é vagamente a seguinte: aeronave com documentação vencida, pousou longo na 22 (acho que é isso. . .) varou, pegou fogo e foi abandonada pelo(s) tripulante(s), que se evadiram do local, por motivo justo. . .quem sabe alguém da turma que sempre posta por aqui possa dar uma luz nessa história.
        Abraço.
        Zé Maria

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